XIII RioHarpFestival no CCBB

Em maio o Rio de Janeiro é a capital mundial das harpas: trinta e dois artistas de dezesseis países apresentam-se no mês

O XIII RioHarpFestival chega a sua 13a. Edição com estréia no CCBB, no dia 1º de maio, às 15 horas, com apresentação do harpista Athy, da Argentina. Na sequencia, às 18hs,  concerto do Les Alizés, artista da França. Além do CCBB, o  festival também acontece em outros pontos turísticos da cidade, como no Forte de Copacabana,  Ilha Fiscal, Iate Clube, Jockey Club, e tem encerramento no AquaRio, no dia 1º. de junho, com concerto da Camerata Uerê, da Comunidade da Maré, com a participação especial de J. Vandevelde,  artista da Bélgica que se apresenta com harpa-dupla.

Todos os concertos são gratuitos, classificação livre, e o XIIIRioHarpFestival é uma iniciativa do projeto Música no Museu, que há treze anos dedica o mês de maio a ressaltar o instrumento. Na edição de 2018 serão mais de 100 concertos com  trinta e dois músicos de dezesseis países, incluindo importantes brasileiros, que se apresentam no evento anual que acontece já há 12 anos sem interrupção e com recitais lotados.

“Consolidado no roteiro internacional da HARPA, o XIII RioHarpFestival transforma a cidade carioca na sua capital mundial com apresentações que variam desde a musica antiga, do  clássico ao rock, passando por étnico, jazz, heavy metal  e também ritmos brasileiros, latino-americanos, europeus com todos os tipos de harpas desde a clássica tocada nas orquestras a regionais como, a llanera, diferente da celta, que não se assemelha à paraguaia, por exemplo. Vários artistas têm composto novas obras, contribuindo para que o instrumento não fique parado no tempo.”, diz Sergio da Costa e Silva, criador e diretor do festival. 

Muitas são as nacionalidades presentes no rol de atrações do XIII RioHarpFestival: italiana, portuguesa, belga, africana do sul, japonesa, colombiana, argentina, paraguaia, austríaca, espanhola, americana, e brasileira, dentre outras. 

A cidade de São Paulo também entra no circuito do festival, que cresce a cada edição, confirmando a potência de um dos mais delicados instrumentos musicais e também já mostra sua repercussão internacional se expandindo para a Europa, com concertos em Lisboa e Coimbra, em Portugal e, em Madrid, na Espanha.

A Harpa, por Sergio da Costa e Silva – Há instrumentos de origens arcaicas, com sonoridade delicada, que chegam como mera curiosidade aos nossos ouvidos tão acostumados ao barulho da vida moderna. A harpa, felizmente, vem atravessando milênios sem deixar de se adaptar a diferentes culturas e estilos musicais e sem minguarem os seus adeptos, apesar de não gozar de tantos praticantes ou de um repertório tão amplo quanto os de outros instrumentos clássicos, como o piano ou o violino. Mais que uma excentricidade de épocas passadas, a harpa se mostra relevante nos dias de hoje.

Sobre Música no Museu – Com 21 anos de atividades, o projeto Música no Museu registra um público superior a 1.000.000 de espectadores de Norte a Sul do Brasil e se  expandiu para cidades de países de todos os continentes, levando a música e os músicos brasileiros para o exterior. Detentor de mais de 30 prêmios nacionais e internacionais, é considerada a maior série de música clássica do Brasil.

Programação completo: 
XIII RioHarpFestival | De 1o de maio a 1o de junho 
Abertura 1o de maio, CCBB, às 15 horas
Apresentação: Athy (Argentina), Harpa
Encerramento 1o de junho, AquaRio, às 15 horas
Apresentação: Camerata Uerê (Comunidade da Maré) 
Participação especial, J. Vandevelde (Bélgica), harpa-dupla

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