Programação de dezembro no Trapiche Carioca

Paulão 7 Cordas e Ronaldo Gonçalves (foto: Forest Fory Graham)
Paulão 7 Cordas e Ronaldo Gonçalves (foto: Forest Fory Graham)
– TERÇAS-FEIRAS, às 20h30
RODA DE SAMBA E CHORO COM PAULÃO SETE CORDAS & RONALDO GONÇALVES
Desde abril de 2016, o Trapiche Gamboa apresenta em suas terças uma roda única e exclusiva, marcada por um repertório do melhor do choro e do samba de raiz, sob o comando do craque do samba do Rio de Janeiro, o instrumentista, arranjador e produtor musical Paulão 7 Cordas.
 
Desde janeiro de 2017, o cantor, cavaquinista e compositor Ronaldo Gonçalves (que está lançando o seu 2º CD, “O samba vai durar”) divide a roda com o maestro, por se destacar como uma talentosa participação, de voz firme, porém doce. Ele apresenta um repertório refinado e rico de poesia dos versos de nossos mestres do altar do samba.
 
Pelo projeto já participou uma selecionada escalação de cantores bambas convidados, entre vozes mais experientes e reconhecidas do gênero, no circuito carioca, e vozes de jovens artistas que, cada vez mais, com dedicação e boa recepção de público, se alçam no mercado dos bambas.

Couvert: R$20 (lista amiga: R$15). Livre. A casa abre às 18h30.
 
– QUINTA-FEIRA, 07/dez, às 20h30
Roda do grupo IDENTIDADE BRASILEIRA
O Grupo Identidade Brasileira surge como um movimento de resistência e manutenção a memória do Samba. Idealizado por músicos de Pernambuco e Rio de Janeiro, o projeto traz em sua essência a aspiração por apresentar obras autorais já consagradas e conhecidas pelo público nas rodas de samba e nos desfiles dos afoxés de Recife, além de composições inéditas, fruto da criação desses artistas singulares.
 
Os arranjos revelam a diversidade das influências pessoais e os múltiplos sotaques que o samba apresenta por este Brasil a fora, além de clássicos de autoria dos grandes mestres imortais do gênero. Além dos clássicos do samba, samba de roda e afoxés, o grupo apresenta músicas que farão parte do CD e DVD do Grupo Identidade Brasileira, a ser gravado em 2018.
Couvert: R$25 (lista amiga: R$20). Livre. A casa abre às 18h30.
 
QUINTAS-FEIRAS 14, 21 e 28/dez, às 20h30
Tradicional roda de jongo, samba, maracatu e ijexás do grupo “RAZÕES AFRICANAS”
Composto pelas cantoras Lazir Sinval, Deli Monteiro e Luiza Marmello (também integrantes do consagrado grupo “Jongo da Serrinha” ao lado da Tia Maria do Jongo), músicos de mão cheia (Anderson Vilmar, Marcelo Mattos e Leo Careca – percussão, Rafael do Cavaco e Fabio Pereira – harmonia) e tambores que já guardam história, o grupo RAZÕES AFRICANAS garante há alguns anos as já tradicionais e contagiantes noites de quinta do Trapiche.
 
Eles promovem uma roda com muito jongo, ijexás, samba, maracatu e canções em língua africana, realizando um resgate e valorização da nossa cultura. É um encontro de vozes, sons e energias que vibram em torno do legado da Mãe África à nossa terra, carregado de encantamento e umbigada!
 
Couvert: R$25 (lista amiga: R$20). Livre. A casa abre às 18h30.
 
– SEXTA-FEIRA, 01/dez, às 22h30
Roda de samba “BALTAR E OS MARIANOS” com Mariana Baltar
“BALTAR E OS MARIANOS” é uma roda que fez uma temporada de sucesso no Trapiche Gamboa no ano de 2012 com a cantora Mariana Baltar e os músicos Jayme Vignoli R M (cavaco), Marcilio Lopes (bandolim), Josimar Carneiro (violão 7 cordas), Andre Vercelino (pandeiro) e André Boxexa (bateria). Eles retornaram em outubro, em novembro e agora convidam novamente a todos pra mais uma noite gloriosa e imperdível de muito samba e aquela pitada na medida certa de choros que este time (o grupo “Os Marianos”) é mestre em tocar, fruto da vasta experiência de vida e carreira musical.
 
“Queremos colocar todos para cantar e sambar as canções que povoam o imaginário popular de todo bom sambista e chorão, além de novas canções e as belas faixas populares da nossa MPB. A ideia é resgatar em uma noite essa roda que já foi sucesso no Trapiche há alguns anos”, convida animada a cantora.
 
Os instrumentistas Jayme Vignoli R M, Marcilio Lopes e Josimar Carneiro também compõem os grupos “Água de Moringa”, entre outras formações. Jayme Vignoli também é considerado um dos melhores cavaquinista brasileiros e é professor na Escola Portátil de Música (EPM), no Rio de Janeiro.
 
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 19h30.
 
– SÁBADO, 02/dez, 22h30
No “Dia Nacional do Samba”, roda especial do CHICO ALVES
Chico Alves é um capixaba radicado no Rio de Janeiro, que vem se aprimorando como compositor e cantor de samba e se destacando cada vez mais nas rodas da cidade, por cantar um repertório animado de sambas de roda, “sambas de raiz”, de partido alto e os seus. Comandando ou dando “canja”, ele anima os sambistas com os seus versos de “Caninana” (Marco Pinheiro/Chico Alves), “Mau perdedor” (Fernando Brandão/Chico Alves) e “Berço de sereia” (Chico Alves/Daniel Scisinio), entre outros em parceria com Toninho Geraes, Moyseis Marques, Toninho Nascimento, Ivor Lancelloti, Zorba Devagar e Marco Pinheiro, por exemplo.
 
Nesta data tão especial de celebração de um dos gêneros mais populares do país, Chico no casarão do samba na Gamboa é acompanhado por músicos experientes do Rio e de Niterói e aguarda pelos sambistas parceiros e músicos que sempre aparecem em suas rodas.
 
O “Samba do Peixe” na Rua do Ouvidor (ao lado de Gallotti, Tiago Prata, Toninho Nascimento), o “Samba do Castelo” e os eventos da Livraria Al Farabi e da Livraria Folha Seca são alguns dos lugares onde o compositor e cantor vem fortalecendo, com simpatia e talento de bamba, o seu público e séquito de fãs. Neste ano de 2017 lançou também no Trapiche o seu primeiro CD solo e autoral, “Pra Yayá Rodar a Saia”, produzido por músicos da cena musical niteroiense e com as participações de Carlinhos 7 Cordas, Marcio Hulk, Dirceu Leite, Dudu Oliveira, Sidão Santo e Eron Lima, por exemplo.
 
O CD — assim como a sua roda — traz um apanhado dos seus 20 anos de composição, com tantas músicas gravadas por outros cantores (como Leila Pinheiro, Guinga, Aurea Martins, Toninho Geraes, Simone Lial, Quarteto em Cy) e algumas já exaltadas pelo público, com letras evidenciando a sua versatilidade como letrista. Chico Alves também cantava nos grupos “Unha de Gato” e “Sambalangandã”, este que por mais de cinco anos conquistou a admiração e fidelidade de muitos cariocas no bairro de Santa Teresa.
 
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 20h30.
 
– SEXTA-FEIRA, 08/dez, às 22h30
Roda de samba do grupo BATUQUE NA COZINHA
Em meados de 1998, surgia o grupo Batuque na Cozinha, nome sugerido por Martinho da Vila, o padrinho, e de lá para cá o grupo está em sua terceira formação, capitaneado por André Corrêa. Como um dos grupos da geração de sambistas da Lapa, segue o repertório que vai de Noel Rosa a Zeca Pagodinho e faz no Trapiche, novamente, uma roda de esquentar o terreiro.
 
Em 2007, o grupo lançou o primeiro CD, “Sorria para o Samba”, com as participações de Beth Carvalho, Dudu Nobre, Rogê, Gabriel Moura, Délcio Carvalho, Marcel Powell e João de Aquino, além de composições assinadas por Monarco, Mauro Diniz, Délcio Carvalho e Wanderley Monteiro. O primeiro DVD também se destaca, contando com as participações especiais de Luiz Melodia, Leila Pinheiro, Ana Costa e Wilson das Neves. Já com o segundo CD, “Levanta Brasil”, o grupo foi agraciado com as participações de Luiz Melodia, Ana Costa, Leila Pinheiro e Wilson das Neves. Em 2012, participou dos DVDs da Velha Guarda da Mangueira e de 10 anos do grupo Casuarina, gravado nos Arcos da Lapa. Em sua trajetória, estes batuqueiros também já dividiram o palco com Alcione, Mart’nália, Seu Jorge, Bezerra da Silva, Marcelo D2, Arlindo Cruz, Nelson Sargento, Wilson Moreira, Walter Alfaiate, Luiz Carlos da Vila, Jorge Aragão, em projetos diversos do samba, e passaram por quase todas as casas da cidade do Rio.
 
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 19h30.
 
– SÁBADO, 09/dez, 22h30
Roda de samba OS SETE CANTOS
Em setembro, o projeto OS SETE CANTOS estreou no Trapiche e como o que é bom, o Trapiche repete, em outubro fez uma edição novamente bamba, em novembro também e agora, em dezembro, promete mais uma rodada pra sambistas que gostam de uma percussão arretada em repertório com o melhor do samba de raiz e partido alto.
 
Juntos em uma só roda, experientes bambas instrumentistas (percussão e harmonia) e que também cantam bonito — Eduardo Gallotti Povoa, Leandro Saramago, Pedro Holanda, Marco Basilio, Marcelo Amaro, Leo Pereira e Jorge Alexandre –, com conhecimento e reverência ao samba, garantem uma roda como a dos antigos terreiros, pro público entrar na roda, cantar alto, dançar e bater forte as palmas das mãos.
 
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 20h30.
 
– SEXTA, 15/dez, às 22h30
Roda de samba da cantora NILZE CARVALHO
Tida como uma das mais importantes artistas da atual geração de sambistas cariocas, a cantora, compositora e multi-instrumentista Nilze Carvalho, ex-integrante do grupo Sururu na Roda, realizou em julho, pela primeira vez, a sua roda de samba solo aqui no Rio, tendo sido o Trapiche Gamboa a casa escolhida. Após a noite de estreia gratificante, ela vem repetindo o show no casarão da Gamboa.
 
No repertório, clássicos das melhores rodas e também sambas autorais de Nilze, bem como da safra mais recente de compositores do gênero que ela também gravou em alguns CDs. Também é possível apreciar a já aclamada virtuosidade da multi-instrumentista, com o seu cavaquinho em punhos e um repertório de choros que ela sempre dedilha.
 
Nos últimos anos, Nilze participou do “DVD Samba Social Club” 2 e 4, do “DVD Gafieira”, de Zeca Pagodinho, gravou o samba “Acreditar” ao lado de D.Ivone Lara para o CD e DVD “Cidade do Samba”, e também gravou participação especial no CD “Palavras de Guerra” da cantora Olívia Hime. Fez diversos shows pelo Brasil, Costa Rica, Equador e Europa, dividiu o palco com o pianista e arranjador Cristóvão Bastos num show em homenagem a Ataulfo Alves, participou do “Prêmio da Música Brasileira” 2010 e lançou o último CD, “O que é meu”, pela gravadora Biscoito Fino.
 
Nilze também já cantou e tocou ao lado de grandes e inúmeros nomes da música popular brasileira e internacional, e o CD “Verde amarelo negro anil” (RobDigital) foi indicado ao “Grammy Latino” de 2015 na categoria “Melhor Álbum de Samba”, o CD “O que é meu” ganhou em duas categorias no “Prêmio da Música Brasileira” – Samba na Lapa, como “Melhor CD” e “Melhor cantora”. Além de cantora e instrumentista, Nilze é compositora e bacharel em música pela UNI-RIO e foi apresentadora do programa “Cena Musical”, pela TV Brasil.
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 20h30.
 
– SÁBADO, 16/dez, 22h30
Roda do grupo SAMBA DE FATO
Os exímios e premiados instrumentistas e compositores Alfredo Del-Penho (voz e violão de sete cordas), Pedro Amorim (voz e bandolim), Pedro Miranda (voz e pandeiro – ganhador do título de “Melhor Álbum de samba” do Prêmio da Música Brasileira 2017) e Paulino Dias (voz e percussão) há alguns anos realizam a sua tradicional roda como o Grupo Samba de Fato, mensal e exclusivamente no Trapiche Gamboa.
 
Os quatro tocam e cantam consagrados sambas dos mestres do samba, composições recentes, composições próprias já conhecidas pelo grande público e canções dos novos CDs de cada um (“Samba Original”, de Pedro Miranda, e “Voz Nagô”, de Pedro Amorim). É uma roda que atrai muitos músicos do gênero e os sambistas que prezam pelo “fino repertório do samba”, tendo a sua história mesclada com a história do Trapiche, por ser o único lugar onde o quarteto reunido apresenta-se há anos.
 
Neste ano de 2017, comemoram quinze anos de formação e, no casarão da Gamboa, fizeram uma temporada especial em todos os sábados de abril. Desde então, mantêm-se na programação quase uma vez por mês — em dezembro apresentam-se nos sábados 16 e 23 — e o público que os acompanha segue cativo, entre os muitos que comparecem para conhecê-los em cada edição.
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 20h30.
 
– SEXTA-FEIRA, 22/dez, às 22h30
Roda de samba da cantora ANA COSTA
Cantora, compositora e violonista, Ana Costa é afilhada musical de Martinho da Vila e considerada no samba como a “cantora que todo mundo gosta”. Como diria o finado Mestre Marçal, Ana vem “provando o mingau pela beirada do prato”, conduzindo a carreira consciente do próprio valor e das próprias possibilidades de êxito. Ela já mostrou “seu carnaval” e já mirou “novos alvos” e atualmente afirma que “o hoje é o seu melhor lugar”.
 
Com frequência na agenda do Trapiche Gamboa, Ana mostra o seu canto e energia entoando os clássicos das rodas de samba mais animadas, entre sambas de raiz e versos aclamados da MPB, como os de Vinicius de Morais, Tom Jobim e Chico Buarque. Ela canta também parte do repertório do seu terceiro e último CD, o “Hoje é o Melhor Lugar” (Biscoito Fino, 2012), com letras de Luiz Carlos da Vila, Gonzaguinha, Martinho da Vila, Fred Camacho, Marcelinho Moreira, Leci Brandão e Zé Mauricio, além, claro, de canções de seu padrinho musical, o Martinho, que gravou em sua homenagem no DVD “Pelos caminhos do som” — trabalho que lhe rendeu mais uma indicação ao “Prêmio da Música Brasileira 2016” como melhor cantora de samba.
Ana já foi eleita Revelação no 5º “Prêmio Rival Petrobras de Música”; participou do CD “Mario Lago, homem do Século XX”, em homenagem a Mario Lago; em 2006, foi eleita “Artista Revelação” no 5º “Prêmio Rival Petrobras de Música” com o CD “Meu Carnaval”; em 2007 foi indicada como “Melhor Cantora de Samba” e ”Melhor Cantora no Voto Popular” na 5ª Edição do “Prêmio TIM de Música” com o CD “Novos Alvos”; interpretou a música tema “Viva Essa Energia”, dos jogos Pan-americanos de 2007, na cerimônia de abertura no Maracanã ao lado de Arnaldo Antunes, e em 2013 foi indicada pela segunda vez ao “Prêmio da Música Brasileira” na categoria melhor cantora de samba.
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 19h30.
 
– SÁBADO, 23/dez, 22h30
Roda do grupo SAMBA DE FATO
Os exímios e premiados instrumentistas e compositores Alfredo Del-Penho (voz e violão de sete cordas), Pedro Amorim (voz e bandolim), Pedro Miranda (voz e pandeiro – ganhador do título de “Melhor Álbum de samba” do Prêmio da Música Brasileira 2017) e Paulino Dias (voz e percussão) há alguns anos realizam a sua tradicional roda como o Grupo Samba de Fato, mensal e exclusivamente no Trapiche Gamboa.
 
Os quatro tocam e cantam consagrados sambas dos mestres do samba, composições recentes, composições próprias já conhecidas pelo grande público e canções dos novos CDs de cada um (“Samba Original”, de Pedro Miranda, e “Voz Nagô”, de Pedro Amorim). É uma roda que atrai muitos músicos do gênero e os sambistas que prezam pelo “fino repertório do samba”, tendo a sua história mesclada com a história do Trapiche, por ser o único lugar onde o quarteto reunido apresenta-se há anos.
 
Neste ano de 2017, comemoram quinze anos de formação e, no casarão da Gamboa, fizeram uma temporada especial em todos os sábados de abril. Desde então, mantêm-se na programação quase uma vez por mês — em dezembro apresentam-se nos sábados 16 e 23 — e o público que os acompanha segue cativo, entre os muitos que comparecem para conhecê-los em cada edição. 
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 20h30.
 
– SEXTA, 29/dez, 22h30
Roda de samba do cantor TOMAZ MIRANDA
No Trapiche Gamboa, o jovem cantor, cavaquinista e compositor sempre faz uma roda animada, alinhada à sua trajetória entre o carnaval de rua e as rodas de samba, cantando e tocando em seu cavaquinho os sambas de raiz que todo bamba conhece e as composições do seu CD “Os sambas que me dizem” (lançado em 2015, com letras de compositores contemporâneos, como Raul DiCaprio, Leandro Fregonesi, Manuela Trindade, Thiago da Serrinha, Lazir Sinval e Abel Luiz, além de nomes como Moacyr Luz, Toninho Geraes e Toninho Nascimento).
 
Tomaz iniciou os estudos musicais aos seis anos na ProArte, estudou piano e cavaco, é formado em música (Bacharelado em Arranjo – pela UNIRIO) e sua alusão ao samba fica por conta de Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Aldir e Cartola, quem, segundo ele, são as suas “referências monstruosas”. Também bebe das fontes de Paulinho da Viola, D. Ivone Lara, Martinho, Noel, Mario Lago, Candeia, Nelson Cavaquinho e das Velhas Guardas das Escolas de Samba. Essa musicalidade talvez seja a linha tênue que une Tomaz ao “Simpatia é Quase Amor”, bloco do carnaval do Rio de Janeiro do qual é diretor e cantor, já tendo sido mestre-sala até o momento em que aprendeu a tocar o cavaco e pulou pra cima do carro de som, tornando-se o cantor oficial (já há mais de 10 anos).
 
Já acompanhou no cavaco os cantores Lucio Sanfilippo e Marina Iris e em 2012 lançou-se em carreira solo com o show “Nossa Roda de Samba”, no Centro Cultural Carioca. Em 2013, foi finalista do concurso “Novos Bambas do Velho Samba”, do Bar Carioca da Gema e então é ativo no circuito de casas como o próprio Carioca da Gema, o Rio Scenarium, o Trapiche e o Santa Luzia.
 
Em julho de 2015, lançou seu primeiro CD da carreira – “Os Sambas Que Me Dizem”, com três músicas autorais e seguindo a trilha clássica de Noel Rosa. Eclético e considerado um excelente musico, já fez estrada também com Nelson Sargento, Luiz Carlos da Vila e Monarco. Recentemente integrou o corpo de músicos do espetáculo “Andança”, sobre a cantora Beth Carvalho e consolida-se como um dos artistas da nova geração do samba que dão o que falar nas rodas cariocas.
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 19h30.
 
– SÁBADO, 23/dez, 22h30
PRÉ-REVEILLON DO TRAPICHE GAMBOA
Informações em breve.
Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. A casa abre às 19h30.
 

PROMOÇÕES:

*Aniversariantes da semana com ID (+ um convidado) não pagam. 

**“Campanha Solidária”: devido à crise, a casa oferece entrada gratuita até 20h30 de terças a quinta e até 22h30 nas sextas e sábados para os servidores estaduais DO rj que comprovarem o vínculo empregatício.

“Trapiche Gamboa”:
Situado no berço do samba, na Gamboa, entre a Pedra do Sal, a Ladeira do Valongo e o Largo da Prainha, entre o centro da cidade e o bairro da Saúde, o Trapiche Gamboa é um grande sobrado do século XIX (1857) e foi inaugurado como casa de shows em 2004. Ele se tornou um refúgio para o samba de roda (a mais autêntica forma de música brasileira) e consagrou-se como uma das maiores, mais bonitas e aprazíveis casas (de samba) da cidade. Importantes sambistas já passaram por lá e exímios músicos da nova safra do samba do Rio de Janeiro frequentemente realizam as magistrais rodas da casa.

A arquitetura de 1857 e com pé direito de 13 metros está conservada com piso original e parede de pedra revestida com óleo de baleia. Antes de abrigar a casa de samba, o sobrado era uma oficina mecânica.

Quem é do samba ou quer conhecê-lo melhor e mais de perto, seja carioca ou turista, deve visitar o Trapiche Gamboa, endereço de uma boa combinação de petiscos e de roda de samba como a dos antigos terreiros. No segundo andar, há ainda um mezanino onde é possível bater um papo com menos barulho. Já no terceiro andar, uma varanda oferece ar fresco com um barzinho à disposição. É bem aconchegante e convidativo.

Classificação da casa: durante a semana: livre | sextas e sábados: 18 anos.
Abertura da casa: segunda à quinta: 18h30 | sexta: 19h30 | sábado: 20h30.
Horários dos shows: segunda à quinta: 20h30 | sexta e sábado: 22h30.
Aceita cartões de crédito e débito.
Faz reservas de mesas (tels.: 2516 0868 / 2233 9276).
Capacidade: 250 pessoas

Rua Sacadura Cabral, 155 – Gamboa (próximo à Praça Mauá, entre a Pça. Mauá e o Hospital dos Servidores)

Tels.: 2516-0868 / 2233 9276 

www.trapichegamboa.com 
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