Programação Blue Note Rio

15/11 Quarta-feira

20h00: Arthur Maia e convidados
22h30: Arthur Maia e convidados
Ingressos R$ 100,00 (todos os setores)

Arthur Maia é baixista, instrumentista, jazzista, compositor iniciou a carreira tocando bateria, e mais tarde baixo elétrico. Em 1990 gravou seu primeiro disco solo, que ganhou o Prêmio Sharp. Participou dos principais festivais internacionais tais como o New York Jazz Festival, o Festival de Jazz de Paris, o Montreux Jazz Festival, o Lugano Jazz, o Free Jazz Festival e o Heineken Concerts (Brasil), entre vários outros.No show do Blue Note ele apresenta o show do seu DVD “O Tempo e a Música” que passeia pela percussão afro-brasileira até chegar ao piano clássico. Conta com a participação de grande artistas como Seu Jorge, Martnália e Ivan Lins.

Didier Lockwood - Foto: Jean-Baptiste Millot
Didier Lockwood – Foto: Jean-Baptiste Millot

16/11 Quinta-feira

22:30 Didier Lockwood Trio
Ingressos de R$ 60,00 a 300,00

Um dos mais célebres nomes da cena jazzística francesa contemporânea, começou sua carreira com a banda de rock progressivo Magma nos anos 1970. Lançou seu primeiro disco voltado para o jazz em 1979 tendo o baixista Niels-Henning, Orsted-Pedersen e o baterista Tony Williams como parceiros. Desde então passou a ocupar lugar de destaque nos mais importantes palcos do mundo. Gravou mais de 20 álbuns, compôs trilhas de cinema, criou uma prestigiosa escola de música, viveu em Nova Iorque onde trabalhou com importantes nomes do jazz norte-americano.

Improvisador de primeira, tornou-se herdeiro artístico na linhagem do pioneiro Séphane Grapelli e passou a tocar o violino elétrico por influencia do mundialmente famoso Jean-Luc Ponty. Atualmente, desenvolve intensa carreira em concertos em que divide o palco com o guitarrista Biréli Lagrène, o acordeonista Richard Galliano, o músico Philip Solal (criador do Gotan Project), o guitarrista Mike Stern, o baterista Dave Weckl, e mais recentemente tem aparecido como convidado na turnê europeia 2017 de Hans Zimmer, compositor celebrado das modernas trilhas de Hollywood. No Blue Note Rio, o violinista se apresenta com seu trio formado pelo grande baixista Diego Imbert e do violonista Adrien Moignard oferecendo a atmosfera sensual do jazz parisiense.

Antonio Carlos e Jocafi
Antonio Carlos e Jocafi

17/11 Sexta-feira

20:00 Antônio Carlos e Jocafi com Ithamara Koorax 
Ingressos de R$ 40 a 250,00

A dupla atingiu a fama na época dos festivais, quando se transformaram em ídolos pelo sucesso da canção “Você abusou”, que tornou seus nomes globais depois que foi gravada por ícones como Ella Fitzgerald e Stevie Wonder. Descobertos ainda na Bahia em festivais locais, foram chamados pelo produtor Rildo Hora para gravarem seu primeiro LP “Mudei de Idéia”, sucesso imediato. Consagração que explodiu durante o Festival Internacional da Canção, em que 36 mil pessoas cantavam “Desacato”, classificada entre os primeiros lugares. Gravaram e trabalharam com os maiores nomes da MPB e obtiveram também sucesso com temas de novelas de TV e trilhas para cinema. “Você Abusou” foi gravada na França, onde vendeu mais de três milhões de cópias e lhes abriu o mercado mundial. Desde então, foi gravada em vários idiomas e interpretada por mais estrelas internacionais como Sérgio Mendes, Célia Cruz e Paul Mauriat. Eles comemoram agora 50 anos de carreira e vem ao Blue Note Rio tendo como convidada a cantora Ithamara Koorax, brasileira que brilha no cenário de jazz mundial. Ela foi considerada pelo critico Scott Yanow, em seu livro “The Jazz Singers” como uma das melhores cantoras da história do jazz. Dividiu com Diana Krall e Cassandra Wilson os primeiros lugares como melhor vocalista da revista americana DownBeat. Colaborou com os maiores nomes da música brasileira como Jobim, Bonfá, Donato, Deodato, Hermeto, para citar alguns. E com renomados músicos internacionais como Sadao Watanabe, Eddie Gomez, Takeshi Yamaguchi, entre muitos outros. Fez apresentações com os grupos Azymuth e Os Cariocas, as big-bands Amazon e Rio Jazz Orchestra, além das orquestras Petrobrás Sinfônica e Jazz Sinfônica. Sua trajetória internacional a levou a clubes de jazz e festivais nos Estados Unidos, Europa, Ásia e Escandinávia.

Amaro Freitas - Foto: Jão Vicente
Amaro Freitas – Foto: Jão Vicente

17/11 Sexta-feira
22:30 Amaro Freitas Trio 

18/11 Sábado 
20:00 Amaro Freitas Trio
Ingressos R$ 80,00 (todos os setores)

“É um fenômeno. Tudo é novo. Surpreende porque não é parecido com nada que se conhece no jazz brasileiro…”, assim escreveu Flavio de Mattos em crítica no jornal O Globo, em maio de 2017. Minimalismo, Bebop, Afrojazz, Samba, Frevo e Balada. Estas são algumas das sonoridades que permeiam “Sangue Negro”, disco de estreia do genial pianista pernambucano Amaro Freitas. Além de obter elogiosas críticas, o Amaro Freitas Trio foi vencedor do Prêmio MIMO Instrumental de 2016 e seu álbum figurou entre os principais lançamentos de jazz do ano passado. A bordo do trio formado com o baixista Jean Elton e o baterista Hugo Medeiros, também parceiros na gravação, o jovem artista de 25 anos mostra ao vivo temas autorais que propõem uma nova visão para o jazz a partir do frevo, do samba e da música africana. Nascido no Recife em 1991, o artista assistiu aos 15 anos um DVD de Chick Corea. Para ele, aquilo foi como uma iluminação. Descobriu o jazz e uma maneira de tocar o piano, que nem imaginava possível. Depois, o barbeiro do bairro, guitarrista amador, lhe apresentou um álbum de Gonzalo Rubalcaba. E outro amigo lhe mostrou, no violão, os acordes de Wave, e ele passou a conhecer Tom Jobim. Foi dessa maneira que Amaro Freitas construiu sua formação. Estudando sozinho, tocando em bares, festas e consultando os músicos mais velhos para aprender com eles. Entretanto obteve um grande avanço em sua formação com a bolsa de estudos da Tritonis – Escola de Música Contemporânea, instituição dirigida pelo baixista Thales Silveira e inspirada no Berklee College of Music onde aprendeu teoria musical e harmonia. Seu universo se expandiu descobrindo Herbie Hancock, Brad Mehldau e Vijay Iyer, ao mesmo tempo em que absorveu a música de Hermeto, Gismonti e Cesar Camargo Mariano, artistas cujos trabalhos, até então, não havia tido acesso. Mais tarde graduou-se em Produção Fonográfica e vem desenvolvendo uma promissora carreira como pianista, compositor e diretor musical, já tendo exibido sua virtuosidade instrumental em espaços como Teatro BNDES no Rio, Conservatório Pernambucano de Música e no Paço do Frevo, no Recife e o Festival MIMO 2016. Atualmente em turnê nacional de promoção do CD, já esteve no Teatro Carlos Câmara, em Fortaleza, no Parque Das Dunas, em Natal e no Jurerê Jazz Festival, em Santa Catarina, sempre com as mais positivas e surpreendentes reações de publico e critica.

 Zé Paulo Becker (foto: Ratão Diniz)
Zé Paulo Becker (foto: Ratão Diniz)

22:30 Zé Paulo Becker & Semente Instrumental
Ingressos R$ 100,00 (todos os setores)

Palco de artistas consagrados da música brasileira e símbolo da revitalização da Lapa, o Semente completaria 20 anos em 2018 mas fechou as portas no início do mês por dificuldades financeiras e pela falta de segurança no bairro. Atento ao cenário cultural do Rio de Janeiro e a importância do espaço para a cidade, o Blue Note, filial do mais emblemático clube de jazz do mundo, firmou uma parceria com o grupo Semente para resgatar os shows memoráveis e atmosfera do bar em um novo espaço. E as noites do Semente no Blue Note já começaram. O violonista Zé Paulo Becker, que esteve nesses 20 anos tocando na casa todas as segundas-feiras com sessões de choro e improviso, irá se apresentar com o Semente Instrumental.

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