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junho 25, 2019
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PMR LET’S GO 2018 mostra novos rostos do mercado de moda no Rio

foto: Gustavo Paixão
foto: Gustavo Paixão

Projeto Moda Rio apresentou uma safra de novas marcas que manifestaram em seus desfiles princípios culturais, produção justa e fomentação socioeconômica perante há um novo olhar para a moda no Rio de Janeiro. 

No último final de semana, de casa nova o Projeto Moda Rio em parceria com a Casa Rio lançou o PMR LET´S GO 2018, desfile que apresentou cinco novas marcas para o mercado de moda no Rio de Janeiro.

Em sua oitava edição o Projeto Moda Rio foi palco de novos propósitos, estilos, resgate da diversidade, da miscigenação, da sintonia carioca e nascimento do ressignificado da mentalidade plural de uma nova era, misturada ao encontro de gerações.

Os Novos Talentos mostraram suas coleções para 2019 na passarela do evento, que ocupou o Spaces Coworking, situado dentro do Teatro Riachuelo, no Centro do Rio. O projeto que coleciona sucessos e uma legião de fãs por onde passa, conseguiu mais uma vez surpreender a convidados e aos próprios estilistas, com um trabalho limpo, sofisticado e primoroso.

Nesta edição, o CEO e idealizador do projeto declara estar se sentindo muito feliz com as coleções que foram apresentadas e sobre os profissionais envolvidos em cada uma das marcas, pois acredita que todos puderam acompanhar trabalhos com muita personalidade, com uma pegada sofisticada e atual.

“Estamos em um momento muito importante para a história da moda, estamos em um século colaborativo e precisamos nos unir, para assim, nos fortalecermos para cavar um espaço para o novo no setor, que precisa urgente de renovação. A moda necessita abrir as portas para uma nova geração com sede de mostrar seu talento, mas precisa de espaço e oportunidade para isso! Agora é a hora, por isso criei o Projeto Moda Rio e estamos trabalhando de maneira incansável e sem apoio financeiro para isso, mas acreditando em toda uma geração. Vamos fazer no PMR LET’S GO 2018 um belíssimo trabalho, estou muito feliz com tudo que já vi e quem assistir os desfiles, garanto que também vai gostar muito e se surpreender!” declara animado o CEO Wallace Safra.

Nesta edição foram apresentadas as marcas: Luna, Doble, Viviane Blanco, Clichêe e Geração P.

No primeiro desfile nos tivemos a Clichêe acessórios, marca da designer Gisele Barthar de 39 anos, moradora de Rocha Miranda, zona norte do Rio.

Gisele apresentou uma coleção impactante, com diretrizes étnicas concebendo e demonstrando através do corpo, a força da mulher a da mestiçagem assistida na mistura das raças, de maneira suave e concreta. Com vestidos feitos de crepe em tons escuros e terrosos compondo e dando destaque aos acessórios da marca, construía uma longevidade de maneira clara e objetiva, ressignificando e dando amplitude as peças.

O Segundo desfile foi da marca Luna, do estilista e designer Felipe Luna de 22 anos, morador de Nova Iguaçu, baixada fluminense. A marca apresentou a construção do “novo homem moderno”, através de uma coleção em processos industriais e manuais, prezando conforto, estilo, elegância e liberdade. O desfile impactou pela individualidade operacional proposto pela marca. Em parceria a marca trouxe os calçados do designer potiguar radicado no Recife Jailson Marcos, agregando valores com suas sandálias com um estilo único.

A Terceira marca a entrar na passarela foi a Doble, que apresenta a proposta em preto e branco, propondo um streetwear ao sofisticado. Dirigida pelo diretor artístico Lucas Miranda a marca teve o luxuoso auxílio da estilista Ana de Lucca Alexandrino para compor a coleção 2019. A Doble contou através do livro Flicts do escritor Zirando, sobre uma cor que não se enquadra em lugar nenhum para mostrar sua essência. Através de cargas psicológicas externalizou uma coleção toda em preto e branco. Como parceiras tiveram os calçados da marca Favana Fashion e Hug Mix calçados e os acessórios a marca Dona Santa.

A Quarta marca foi a Geração P, do estilista e designer Izaquis de Paulo de 53 anos, morador de Copacabana, zona sul do Rio. A Geração propôs ao público resgatar a boemia carioca através da implosão de cores, essências e redescobertas do homem em tempos de passado, presente e futuro. A ousadia foi um dos principais pontos do desfile que mostrou uma alfaiataria sofisticada, com costuras impecáveis. Como composição a marca trouxe sandálias feitas de couro trançado, cru e colorido, reforçando o desenvolvimento na identidade usual do dia a dia da marca.

Por último, mas não menos importante, a quinta a entrar na passarela foi a estilista e designer Viviane Blanco de 30 anos, com a coleção NAta. A marca de moda praia feminina investiu no estudo da anatomia humana como uma forma de valorização, a partir de novas modelagens, tecnologias e formas tradicionais da moda praia. Com tons de preto, dourado e verde, a marca abriu serena e foi expandindo para estampas tropicais, construindo e destacando a mulher carioca, seus traços e corpos. Com uma pitada de malandragem e sofisticação, a estilista criou um layout personificado trazendo um personagem feminino ousado e diferente, fechando o desfile com um corpo em sua melhor forma brasileira de ser.

Para você que ainda não conhece, o Projeto Moda Rio é uma startup  focada na gestão do capital humano e que dá apoio a novos profissionais, serviços, negócios e empreendedores do setor de moda no Rio de Janeiro, com diversidade social, de gênero e de raça. A moda não pode ter só uma cara. A pluralidade é o que os move.

O Projeto realiza eventos de médio e grande porte, com desfiles, talks, exposições, palestras, oficinas, exposições, áreas de convivência, shows, etc.

Acreditamos no PROJETO MODA RIO como uma oportunidade de fomento cultural e com grande potencial de aquecimento da economia regional, uma nova maneira de investidores, órgãos envolvidos, empreendedores e consumidores enxergarem o mercado com maior amplitude comercial.  Uma oportunidade genuína de como investidores, entidades, empreendedores e visitantes podem enxergar o Estado. O Moda Rio é um novo caminho de transformação de uma realidade hierárquica, antiquada e engessada em um cenário plural, participativo e atual.

O mercado da moda ainda é um setor inacessível, o que inviabiliza o acesso de novos profissionais a esse setor. A Startup cria um ambiente de profissionalização, através da integração entre profissionais, novas marcas e produtos, demonstrando seus trabalhos, ideias e capacidades, propondo visibilidade, através de uma vitrine de boas e novas opções.

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