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Eliézer Marins, advogado especialista em Direito Tributário e CEO do Grupo Marins, traz de família a expertise em consultoria tributária, empresarial e de como sobreviver à crise

Eliézer Marins

Ele acredita que a Reforma Tributária, proposta pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PSL), é necessária para o retorno do crescimento do Brasil

Falar em reforma tributária, crise econômica e mudanças na lei pode causar arrepios para muitos empresários e novos empreendedores no Brasil, sejam de grandes ou pequenas empresas. Tudo isso é porquê falta conhecimento no assunto, o que, para Eliézer Marins, CEO do Grupo Marins, é um dos grandes problemas das empresas atualmente, que pagam muito mais impostos do que deveriam. O advogado, de Ribeirão Preto, uma das cidades mais ricas do interior de São Paulo, é especialista em Direito Tributário e vem conquistando seu reconhecimento no mercado no comando do Grupo Marins, uma empresa com tradição familiar, que há 45 anos vem se atualizando para ajudar seus clientes a desmistificar medos em relação a investimentos e à economia.
“Não é à toa que o IBGE constatou que 95% das empresas pagam impostos a mais. As pessoas não podem nem ter dúvidas do que desconhecem [a Reforma Tributária]. A grande maioria não está nem sabendo do IBS (Imposto sobre Operações com Bens e Serviços), o novo imposto que está para surgir com a Reforma. Boa parte dos empresários têm o chamado ”compliance tributário” em suas empresas. Eles se valem de pequenos escritórios de contabilidade que não passam ou não têm conhecimento para explicar o mínimo necessário ”, ressalta Eliézer, que herdou de seu pai, de mesmo nome, a vontade em prestar consultoria de forma cada vez mais clara e personalizada para empreendedores e empresas.
À frente do Grupo Marins – que atua na gestão, consultoria e auditoria de recursos financeiros, patrimoniais e questões tributárias para grandes empresas – Eliézer sabe bem o motivo do sucesso em seu trabalho. “Dedicação extrema ao cliente. Vou além da área profissional, procurando entender caso a caso. Vejo o sofrimento do cliente por viver em um país de carga alta tributária. Sigo os moldes das Big Four em auditoria e repetição de indébito”, explica o advogado.
Eliézer é incentivado pelos ensinamentos de seu pai, fundador do grupo – que tem cases de sucesso em empresas multinacionais, hospitais, distribuidoras e indústrias: “Meu pai fundou o Grupo Marins e é minha inspiração. Determinado, como também sou. Chego a trabalhar até 20 horas por dia em prol dos meus clientes. É algo passado do meu avô para meu pai e do meu pai para mim.”
E, para quem quer saber com o consultor quais as dicas para ser um empreendedor de sucesso no Brasil, basta aguardar o livro que o advogado está preparando. Por enquanto, ele dá dicas de como driblar a crise sem se afundar com o nome sujo e dívidas:
“É necessário economizar no que for possível, ter coragem de buscar seus direitos e economizar no pagamento de impostos. Existem muitos bons profissionais e empresas de consultoria que cobram no chamado ad êxito, ou seja, se conseguir economia para sua empresa. Saia da zona de conforto e busque esse meio.”
‘Reforma Tributária: necessária para o retorno do crescimento do Brasil’
Consultor tributário, Eliézer Marins acredita que a Reforma Tributária – proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) – é necessária para o retorno do crescimento do Brasil, visto que o atual sistema é um dos mais defasados do mundo.
“O impostos PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o ISS (Imposto sobre Serviço) precisam ser reduzidos em um único: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). É como se faz em todos os países, seria uma forma de modernizar o Brasil para o que se faz no restante do mundo. O modelo tem seus defeitos, porém é o melhor que dá para fazer em termos de tributação no consumo hoje”, explica Marins.
“Não podemos negar que a estrutura tributária brasileira continua prejudicando seriamente o setor produtivo do País. Não adianta fazer remendos em um sistema que está ultrapassado. Não há transparência e muitos menos segurança jurídica.

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