Miúda ocupará o Espaço Cultural Sérgio Porto

Teatro, dança, música, cinema, exposição e performance integram a ocupação Miúda no Sérgio Porto durante cinco semanas consecutivas

Com uma metodologia de criação colaborativa, núcleo que se formou há oito anos no Rio de Janeiro, apresentará cinco espetáculos do repertório e três exposições dentro da residência artística coordenada pelo Projeto_ENTRE

Integrantes da ocupação Miúda no Sérgio Porto

Miúda (foto: Francisco Costa)
Miúda (foto: Francisco Costa)

Formado por 13 jovens artistas, Miúda desenvolve uma pesquisa em dramaturgia através do corpo, integrada com o teatro, a dança, o cinema, as artes visuais e os múltiplos caminhos da performance. Um recorte desta trajetória será apresentado durante cinco semanas consecutivas, entre 31 de março e 30 de abril, na ocupação Miúda no Sérgio Porto. Na programação, estão cinco espetáculos do repertório, um longa-metragem, três exposições, dois shows e uma mesa de diálogo, sempre de quarta a domingo.

(2016), Sonho Alterosa (2015), Pequeno Quadro Público (2013), Cavalos e Baias (2012) e CACO – possível produção de memória para o espaço da casa (2010) são os espetáculos que fazem parte da ocupação. Além disso, três exposições poderão ser visitadas no horário de funcionamento do centro cultural. No foyer, uma mostra de registros em vídeo de performances realizadas pelo núcleo e uma exibição da arte gráfica produzida para os seus trabalhos. Na galeria, o público poderá conferir o cenário-instalação da performance Sonho Alterosa – formado por cerca de três mil objetos de diversos tipos e tamanhos, tendo em comum a cor rosa.

Os trabalhos realizados ao longo desses anos abrangem questões singulares e complexas, no que diz respeito à ética e à estética. Questões urgentes como política, cidade, casa, corpo, independência, identidade, diferença, sexualidade, direitos fundamentais fazem parte da pesquisa. “A ocupação é uma chance que temos de mostrar o nosso trabalho continuado, o amadurecimento de algumas questões e o aparecimento de outras que ainda são novas para o coletivo. Quando se pesquisa em grupo, o tempo de trabalho tende a ser mais horizontal se comparado a uma pesquisa pessoal. A ocupação é um bom panorama das nossas colaborações internas e também conta com parceiras e parceiros de fora do núcleo. O evento não dá conta de tudo que Miúda faz, mas aponta para várias direções que o núcleo investe”, define Caio Riscado, diretor da ocupação, que também estará em cena no solo performático Sonho Alterosa.

Como parte da programação Miúda no Sérgio Porto, o longa-metragem Maquete, dirigido por Pedro Capello Montillo, será exibido com sessões gratuitas nos dias 8 e 9 de abril. Também com acesso gratuito, será realizada a mesa de diálogo Como viver juntos – uma conversa em dança no dia 22 de abril, com a presença da artista-pesquisadora Thereza Rocha, que integrou a residência artística de criação do espetáculo (realizada no Festival Dança Gamboa em 2015), e outros convidados.

A ocupação conta ainda com dois shows de artistas parceiras do núcleo, com a curadoria musical de Philippe Baptiste: Bel Baroni apresentará seu primeiro trabalho solo, Quando Brinca, e lançará o clipe da música Fica Fácil Assim no dia 5 de abril. Duda Brack, Júlia Vargas e Juliana Linhares, três vozes femininas da jovem geração de cantoras da MPB, encontram-se no show Iara Ira. Sob direção artística de Caio Riscado, o projeto será apresentado no dia 12 de abril. As cantoras Bel, Duda e Juliana também se relacionam com outro trabalho apresentado na ocupação. Elas gravaram as faixas da trilha sonora de Sonho Alterosa.

Criada em 2009 no Rio, Miúda é um jovem núcleo de pesquisa continuada em artes formado por 13 artistas de diferentes áreas. São eles: Aline Vargas, Bel Flaksman, Bernardo Lorga, Caio Riscado, Frederico Araujo, Gunnar Borges, Lia Sarno, Lucas Canavarro, Luar Maria, Marília Nunes, Natália Arau, Pedro Capello Montillo e Rafael Lorga. Ainda na trajetória do núcleo, estão 13 espetáculos de artes cênicas e visuais, dois filmes, quatro edições da Esforços – mostra periódica de performances, dezenas de ações performativas e dois trabalhos para exposição, além de ministrar diversas oficinas e realizar eventos e mesas sobre modos de fazer em arte no Rio de Janeiro.

OS ESPETÁCULOS DA OCUPAÇÃO Miúda NO SERGIO PORTO

CACO – possível produção de memória para o espaço da casa
Estreia 31 de março. Até 2 de abril. De sexta a domingo, às 20h30.

Sinopse: Pelo olho mágico da porta, observa-se o outro na tentativa de encontrar-se consigo mesmo. A peça retrata a delicada passagem da adolescência para a idade adulta. Sexualidade, casamento, vícios, perda, gravidez e o medo do futuro são alguns dos temas que compõem a dramaturgia. Explorando as fronteiras entre a realidade e a ficção, nove atores buscam realizar o objetivo proposto pelo próprio título da peça, ou seja, produzir memória para o espaço da casa. Não há personagens. Os atores são como vozes que transitam por diferentes figuras. Na montagem, a casa e a família são enfatizados como espaços afetivos e não físicos. Caco apresenta-se na tentativa de retratar uma só casa permeada com habitantes de diferentes constituições psíquicas.

Ficha Técnica

Criação: Aline Vargas, André Von Schimonsky, Anna Clara Carvalho, Bel Flaksman, Bernardo Lorga, Caio Riscado, Cristiane Pinheiro, Frederico Araujo, Gunnar Borges, Isadora Malta, Marília Nunes, Mathias Do Valle, Rafael Lorga e Taianã Mello

Fragmentos de textos de Ana Martins Marques, Beatriz Bracher, Bebel Franco, Carol Bensimon, Cristiana Guerra, Ludmila de Lima Brandão, Michael Cunningham e Victor Heringer.

Elenco: Aline Vargas, Bel Flaksman, Bernardo Lorga, Frederico Araujo, Gunnar Borges, Marília Nunes, Natália Arau e Rafael Lorga

Direção Geral: Caio Riscado
Orientação de Direção: Adriana Schneider e Gabriela Lírio
Direção de Vídeo: Pedro Capello Montillo e Lucas Canavarro
Direção Musical: Philippe Baptiste
Cenário, Figurino e Iluminação: Miúda
Preparação Corporal: Luar Maria
Pesquisa Sonora: Rafael Lorga
Direção e Produção: Lia Sarno
Produção: Bel Flaksman

Cavalos e Baias
Estreia 7 de abril. Até 09 de abril. De sexta a domingo, às 20h30.

Sinopse: Sobre a animalização do indivíduo no espaço urbano. Sobre cavalos, amores e sobre o fim deles. A obra apresenta ao espectador um teatro de imagens que visita as noções de teatro contemporâneo, dança-teatro e teatro físico.

Ficha Técnica:

Criação: Aline Vargas, Bel Flaksman, Caio Riscado, Cacá Ottoni, Frederico Araujo, Gunnar Borges, Isadora Malta, Luar Maria, Marília Nunes, Natália Arau e Rafael Lorga

Fragmentos de texto de Eduardo Pavlovsky

Elenco: Aline Vargas, Bel Flaksman, Cacá Ottoni, Frederico Araujo, Gunnar Borges, Marília Nunes, Natália Arau e Rafael Lorga

Direção Geral: Caio Riscado
Orientação de direção: Rosyane Trotta
Assistência de Direção: Bernardo Lorga
Direção de Movimento e Preparação Corporal: Luar Maria
Direção de Vídeo: Lucas Canavarro
Codireção de Vídeo e Pesquisa Processual: Susana Costa Amaral
Concepção de Fotografia para Vídeo: Raul Taborda
Coprodução de Vídeo: Amendoeira Filmes
Direção Musical e Trilha Sonora Original: André Lemos e Victor Huggo
Voz da Canção Tema: Juliana Linhares
Visagismo e Figurino: Júlia Gameiro
Iluminação: Marcela Andrade
Direção de Produção: Lia Sarno
Produção: Bel Flaksman
Correalização: Unirio

Pequeno Quadro Público
Serviço: Estreia 14 de abril. Até 16 de abril. De sexta a domingo, às 20h30.

Sinopse: Quatro atuantes buscam construir e desconstruir identidades e territórios a partir de um quadrado vazio demarcado no chão da sala de apresentação. Com direção de Gunnar Borges, a cena apresenta quatro performers que se lançam em um jogo onde corpo e palavra se atritam para construir novas cidades e formas de convivência. O espetáculo teve sua pesquisa iniciada em 2013, levando à cena desdobramentos e reflexões decorrentes de levantes sociais, tratando de questões como a legitimidade da democracia representativa, as normas de convívio social, a condição de vida nas grandes metrópoles, a falência do estado e a privatização dos modos de viver.   

Ficha Técnica:

Criação: Gunnar Borges, Lucas Canavarro, Marília Nunes, Patrícia Teles e Rafael Lorga.

Fragmentos de texto de Ítalo Calvino e Olafur Eliasson, e poema “Outra Cidade” de Gab Marcondes

Elenco: Frederico Araujo, Lucas Canavarro, Marília Nunes e Rafael Lorga
Direção: Gunnar Borges
Orientação de Direção: Eleonora Fabião
Assistência de Direção: Bel Flaksman
Dramaturgia: Criação Colaborativa
Dramaturgia do Movimento: Luar Maria
Dramaturgista: Caio Riscado
Trilha Sonora Original: Philippe Baptiste
Videocriação: Lucas Canavarro
Iluminação: Gunnar Borges
Cenário: Otávio Borba e Rui Abreu
Colaboração de Cenário: Marina Dalgalarrondo
Figurino: Manoela Moura
Direção de Produção: Lia Sarno e Marcelo Mucida
Produção: Bel Flaksman


Serviço: Estreia 21 de abril. Até 30 de abril. De sexta a domingo, às 20h30.

Sinopse:  MÓ é um espetáculo de dança surgido da residência Thereza Rocha + Miúda, realizada em outubro de 2015 a convite de Marcia Rubin e César Augusto, curadores do Festival Dança Gamboa. Criado a partir do entendimento do movimento como ação performativa, o espetáculo investe, através do corpo e sua potência vibrátil, em construções de estados individuais e coletivos. Da movimentação dos performers à arquitetura construída pelo posicionamento de seus corpos, os espectadores são convidados a questionar, por exemplo, as noções de coletivo, grupo, bando, tribo, e, por fim, comunidade.

Ficha Técnica:

Criação: Aline Vargas, Bernardo Lorga, Caio Riscado, Frederico Araujo, Gunnar Borges, Isadora Malta, Larissa Emi, Lia Sarno, Luar Maria, Marília Nunes, Natália Arau e Nathalia Gastim

Elenco: Aline Vargas, Bel Flaksman, Bernardo Lorga, Frederico Araujo, Gunnar Borges, Lia Sarno, Lucas Canavarro, Marília Nunes, Natália Arau e Nathalia Gastim

Direção e Coreografia: Caio Riscado e Luar Maria
Provocação e Dramaturgismo: Thereza Rocha
Iluminação: Miúda
Figurino: Gunnar Borges
Workshop Prática Shaking: Bia Figueiredo
Direção de Produção: Lia Sarno e Marcelo Mucida
Produção: Bel Flaksman

Sonho Alterosa
Serviço: Estreia 6 de abril. Até 20 de abril. Às quintas, às 20h30

Sinopse: Idealizado e dirigido por Caio Riscado, o solo performático Sonho Alterosa é resultado de três anos de pesquisas práticas e teóricas, iniciadas no mestrado e continuadas no doutorado do artista-pesquisador. Influenciado e fascinado pelas figuras femininas apresentadas em filmes como Cinderela, Branca de Neve, O Corcunda de Notre Dame, A Bela e a Fera e A Bela Adormecida, o ator iniciou uma pesquisa investigando sua homossexualidade, sua travestilidade infantil e o seu sonho de ser princesa, ao mesmo tempo que se debruça sobre os valores morais e sociais embutidos nos contos de fadas tão emblemáticos para milhões de crianças.  O projeto apresenta também um desdobramento musical, com cinco letras compostas por Riscado, produzidas por Philippe Baptiste e gravadas por novas vozes da música brasileira como Juliana Linhares e Rafael Lorga (ambos da Pietá), Bel Baroni, Caio Prado, Duda Brack e Tyaro Maia (Agytoê).

Ficha Técnica:

Idealização de Projeto, Criação, Direção Geral, Dramaturgia e Performance: Caio Riscado

Textos: Estatuto, de Paulo Augusto e Esconjuramento, de Gustavo Colombini
Direção de Movimento e Preparação Corporal: Luar Maria
Colaboração de Direção: Gunnar Borges
Assistência de Direção, Pesquisa em Dramaturgia e Manutenção de Projeto: Mayara Yamada
Assistência de Direção: Anderson Almos
Direção de Arte, Figurino, Cenário e Adereços: Victor Hugo Mattos
Direção, Produção Musical e Trilha Sonora Original: Philippe Baptiste
Direção de Vídeo e Registro de Processo/Performances: Lucas Canavarro
Desenho de Luz: Leandro Barreto
Cantores da Trilha Sonora: Bel Baroni, Caio Prado, Duda Brack, Juliana Linhares e Tyaro Maia
Orientação de Pesquisa de Doutorado: Rosyane Trotta
Direção de Produção: Lia Sarno
Produção: Bel Flaksman
Correalização: Ludens

OS SHOWS DA OCUPAÇÃO Miúda NO SERGIO PORTO

Quando Brinca

Serviço: Dia 5 de abril (quarta-feira), às 20h30.

BEL apresenta Quando Brinca, seu trabalho de estreia, e lança o clipe da música Fica Fácil Assim, na ocupação Miúda no Sérgio Porto. Minimalista, o álbum testa os limites da canção popular, unindo tons eletrônicos, da MPB e de jazz para refletir o feminino e o mundo que cerca a mulher contemporânea. O disco foi produzido por Bel Baroni e Gui Marques e conta com participações especiais de Laura Lavieri, Larissa Conforto, Mari Romano, Rafaela Prestes (do supergrupo Xanaxou) e Qinho. O clipe foi idealizado e produzido em parceria com Miúda.

Iara Ira

Serviço: Dia 12 de abril (quarta-feira), às 20h30.

Duda Brack, Júlia Vargas e Juliana Linhares, três vozes femininas da jovem geração de cantoras da MPB, encontram-se no show Iara Ira. O projeto tem direção musical de Thiago Amud e a banda é formada por Elisio Freitas (guitarra), Ivo Senra (synths) e Lourenço Vasconcelos (bateria e percussão).  A dramaturgia conceitual do projeto tem como foco valorizar o canto como atividade artística, poética e veículo de comunicação. Partindo da imagem de Iara, tradicional figura do folclore brasileiro, o projeto visa rever a lenda para, então, tirar a sereia do imaginário de um canto letárgico e nostálgico. Iara Ira é uma aposta na força das mulheres, em uma feminilidade voraz; um movimento de empoderamento prático, no sentido de dar voz àquelas que estão precisando falar e, neste caso, cantar.

LONGA-METRAGEM DA OCUPAÇÃO Miúda NO SÉRGIO PORTO

Maquete

Serviço: Dias 8 e 9 de abril (sábado e domingo), às 18h.

Seis amigos decidem construir uma maquete da cidade. Bel vai embora, restam cinco. Entre a necessidade de um pragmatismo cruel e a vontade de se entregar a aspirações poéticas, cada um deles, sem perceber, vive mais intensamente os problemas que gostaria de saber solucionar. Idealizado e dirigido por Pedro Capello Montillo, o filme aborda o espaço em que vivemos e a subjetividade construída através das relações humanas, das relações com a cidade e das construções sociais. Transitando entre o filme de cotidiano e o filme-ensaio, Maquete compõe uma crônica sobre as microrrelações sociais que regem o dia a dia de uma parcela de jovens de classe média nas grandes metrópoles brasileiras.

Ficha Técnica:

Com Bel Flaksman, Gustavo Guimarães, Janaína Castro Alves, Marília Nunes, Taianã Mello e Tomás Braune

Direção Geral: Pedro Capello Montillo
Roteiro: Caio Riscado e Pedro Capello Montillo
Produção Executiva: Érica Sarmet e Pedro Capello Montillo
Direção de Produção: Érica Sarmet e Mira Barros  
Direção de Fotografia: André Moura Campos e Talita Arruda 
Montagem: Lucas Canavarro e Pedro Capello Montillo
Direção de Som e Trilha Sonora: Fabio Carneiro Leão
Direção de Arte: Fernanda Bigaton
Figurino: Bruna Neubhaher e Lara Barbosa 
Cabelo e Maquiagem: Manoela Moura 
Assistência de Direção: Gabriel Domingues e Julia Bragatto 
Produtores Associados: Caio Riscado, Cândido Gregório Sarmet, José Martins do Nascimento Filho, Maria Luiza Vianna, Mira Barros, Philippe Baptiste e Rosane Moreira
Consultoria, Conceitualização e Cessão de acervo artístico: Suzana Queiroga
Coprodução: Amendoeira Filmes e Ludens Produções Artísticas 
Realização: Miúda

SERVIÇOS – Miúda NO ECM SÉRGIO PORTO

De 31 de março a 30 de abril

Local: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto (Rua Humaitá, 163 – Humaitá)
Ingressos: R$20 (meia) | R$40 (inteira)
Horário dos espetáculos e shows: de quarta a domingo, às 20h30.
Horário da bilheteria: De quarta a segunda, das 17h às 21h.
Informações: (21) 2535-3846
Site Oficial: www.miuda.art.br | Facebook: www.facebook.com/realizadoramiuda/

ESPETÁCULOS

Dias: 31 de março, 01 e 02 de abril.
Espetáculo: CACO – possível produção de memória para o espaço da casa.
Capacidade: 98 lugares. Duração: 75 minutos.
Classificação Indicativa: Livre. Gênero: Teatro.

Dias: 07, 08 e 09 de abril.
Espetáculo: Cavalos e Baias
Capacidade: 98 lugares. Duração: 60 minutos.
Classificação Indicativa: Livre. Gênero: Teatro / Dança.

Dias: 14, 15 e 16 de abril.
Espetáculo: Pequeno Quadro Público.
Capacidade: 98 lugares. Duração: 60 minutos.
Classificação Indicativa: 16 anos. Gênero: Teatro.

Dias: 21, 22 e 23 de abril e 28, 29 e 30 de abril.
Espetáculo:
Capacidade: 98 lugares. Duração: 60 minutos.
Classificação Indicativa: 16 anos. Gênero: Dança.

Dias: 6, 13 e 20 de abril, na Galeria Marcantônio Vilaça 1.
Espetáculo: Sonho Alterosa.
Capacidade: 30 lugares. Duração: 60 minutos.
Classificação Indicativa: 16 anos. Gênero: Teatro / Performance.

EXPOSIÇÃO, SHOWS, CINEMA E MESA DE DIÁLOGO

Exposição Sonho Alterosa
Temporada: de 31 de março a 30 de abril, na Galeria Marcantônio Vilaça 1.
Dias e horários: quinta, das 16h às 20h, sexta a domingo, das 17h às 21h.

Show Quando Brinca
Dia: 5 de abril, quarta, às 20h30.
Capacidade:  98 lugares. Duração: 50 minutos.  Classificação Indicativa: Livre.

Show Iara Ira
Dia: 12 de abril, quarta, às 20h30.
Capacidade: 98 lugares. Duração: 80 minutos.  Classificação Indicativa: Livre.

Filme Maquete
Dias: 8 e 9 de abril, às 18h.
Capacidade: 98 lugares. Duração: 70 minutos.
Classificação Indicativa: Livre.
Entrada franca. Distribuição de senhas uma hora antes.

Mesa de diálogo
Como viver juntos – uma conversa em dança
Dia: 22 de abril, às 16h
Capacidade: 98 lugares
Classificação Indicativa: Livre.
Entrada franca. Distribuição de senhas uma hora antes.