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novembro 18, 2018
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Jogos com versões em tamanho real caem no gosto do público que visitou o segundo dia da Game XP

Arena 2 - Publico - Padilha - Ihate Flash
Arena 2 - Publico - Padilha - Ihate Flash

Área externa com cem mil metros quadrados motiva os participantes a vivenciarem jogos clássicos fora das telas. Organização anuncia que as vendas de ingressos estão esgotadas, inclusive para o domingo, 9

O segundo dia da Game XP foi de céu azul, poucas nuvens e repleto de experiências inesquecíveis. Com ingressos esgotados para sábado e domingo, neste feriadão da Independência do Brasil, o evento também atingiu sua capacidade máxima. Passaram pelo Parque Olímpico 25 mil pessoas, que puderam conhecer as atividades do primeiro Game Park do mundo. Uma verdadeira imersão nos jogos, colocando visitantes como atores principais dos jogos que ganharam tamanho real.

A Experience Bay, um parque de diversões inspirado no universo dos games, proporcionou um festival de experiências imersivas em games, como Clash Royale King Size, Spiderman Challenge e Arena Rainbown Six Siege. O estudante Dawenn Magnus, 17 anos, conta que ficou impressionado. “A estrutura está excelente, tem opções para quem gosta de jogos de lazer, para os que sonham em se tornar profissionais, e até para quem se interessa por questões além do jogo, como as inovações tecnológicas que são geradas a partir deles. Me diverti muito aqui hoje”, contou.

A Oi Game Arena foi palco da final do Torneio Universitário Sul-americano de League of Legends, disputada em três fases por equipes do Brasil, da Colômbia e do Peru. Com casa cheia, as partidas contagiaram o público, que vibrou a cada jogada. “Estar em uma arena como essa é emocionante. É incrível que o nosso jogo esteja sendo transmitido na maior tela de games do mundo e mobilizando tantas pessoas”, contou Marcus Kuroda, da equipe brasileira UFABC Storm. Também jogaram pelo título, em uma competição emocionante, os times finalistas do circuito feminino de Rainbow Six.

A Inova Arena também recebeu um grande número de gamers e entusiastas. Dentre os destaques, a atração Hyperloop movimentou o espaço da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI e chamou a atenção de jovens e adultos. “O simulador me fez sentir em um dos trens mais rápidos do mundo. Uma experiência única e indescritível”, destacou Gabriela Souza, 15 anos. O presidente da Hyperloop Transportation Technology, Bibop Gresta, passou pelo palco da arena para conversar com o público sobre a atração.

O estande da Estácio e Time Brasil recebeu uma batalha de robôs que simulava uma luta de sumô. Os robôs, criados por alunos e professores dos cursos de engenharia, divertiram o público. Uma nova batalha acontecerá no domingo (18). “Essa é a minha primeira vez no Rio de Janeiro. Eu já cantei na Rock Stage, joguei basquete na NBA e agora quero conhecer os simuladores e participar das atividades do estande da Estácio. Essa Arena está demais”, concluiu André de Azevedo (16).

Além disso, a Oi marcou presença ao falar sobre Smart Cities e de como a tecnologia pode ser usada a favor das cidades inteligentes, em painel apresentado por Mauro Fukuda, diretor de Tecnologia da empresa. Usando exemplos de cidades como Santander, na Espanha, o painel abordou de que modo a tecnologia transforma de maneira inteligente a segurança, infraestrutura, mobilidade urbana e o meio ambiente dessas cidades. “Ao investir em soluções inteligentes, as cidades melhoram a qualidade de vida de seus moradores, otimizam o tempo e facilitam a vida de todos”, disse Mauro Fukuda.

Ainda na Inova Arena, o palco Inova Stage, recebeu grandes nomes dos mercados de tecnologia, games e entretenimento, nacionais e internacionais, que subiram ao palco para apresentar desafios e soluções tecnológicas para o futuro. Na palestra sobre ‘Experiência e inovação no maior festival de música do mundo’, o CEO do Rock in Rio, Luis Justo, explicou a partir de vídeos ilustrativos, como a tecnologia ajuda a promover experiências transformadoras. Também como parte da programação, o empreendedor social Rodrigo Baggio, fundador da organização social Recode, destacou como os jovens podem usar as novas tecnologias para transformar suas vidas e a realidade de suas comunidades. Acesso à informação e inclusão foram pilares do Stage, onde todas as palestras foram traduzidas em libras. Para Baggio, um empreendedor social que dedica sua vida a disseminar  a tecnologia entre os jovens e os empodera a partir de vasto conhecimento no setor, “a gamificação é um caminho necessário para dar protagonismo aos jovens e gerar interesse na busca permanente por conhecimento”.

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