Gabriel Moura lança Quem Não Se Mexer Vai Dançar

Como dizia Tim Maia: “Quem não dança, segura a criança” ou como diz Jorge Ben Jor: “Quem não dançar agora, só no próximo baile em Realengo…” Gabriel Moura apresenta seu novo álbum de inéditas e completa a trilogia abrindo a pista: “Quem não se mexer vai dançar!”

Terceiro trabalho solo do artista que há anos assina sucessos de dezenas de carreiras, um dos maiores parceiros de Seu Jorge desde o grupo Farofa Carioca, entrega ao mundo um álbum maduro de canções e suingue.

Gravado no Estúdio Nas Nuvens no Rio de Janeiro, foi produzido pelo masterclass Liminha e tem participação de Mart’nália. A arte da capa é uma criação do designer Luiz Stein, com figurinos de Rogério S. e clique fotográfico de Daryan Dornelles.

Mergulhado em referências clássicas de soul, pop e black de Michael Jackson, Marvin Gaye, Stevie Wonder e Tim Maia, a quem o artista presta uma homenagem em “Um Hit do Tim”, as músicas e os arranjos remetem tanto aos famosos Bailes Charme de Madureira quanto às baladas mais hypadas da noite paulistana.

A idéia da playlist é fazer o ouvinte aproveitar as 10 faixas para se soltar na pista e na vida. Descruzar os braços, balançar o corpo, deixar a timidez de lado, aproveitar agora porque a noite é uma criança e a vida é uma só. E, acima de tudo, levantar o corpo e a alma porque a luta é diária e não se pode jamais desistir.

Um jeito “De Moura” de ver as coisas. Um olhar positivo de quem sabe que a festa acaba, a noite passa, a paquera vai embora ou alguém chama pra dançar antes de você. É uma questão de tempo, de timing, de atitude. Assim na pista, como na vida. O momento é já, amanhã pode ser tarde demais. Gabriel promove o levantar dos esqueletos diante de um Brasil deprimido. Por isso “Vamo Aí” e “Dance Sem Parar” que “Dessa maneira os seus males pode espantar”.

O amor também aparece em boa parte das canções como em “Pensando em Você”, “O Amor é In”, “Dengo, Cafuné, Chamego”, “Ela Mora Longe” e “Eu Ainda Te Amo”, uma balada daquelas de chorar sorrindo. Sempre com um olhar poético sobre a cidade, fala também de lealdade e parceria em “Pedra Noventa”.

Um trabalho sedimentado, com a assinatura de um artista de voz suingada e caneta afiada. Afaste os móveis da sala, aumente o volume e mexa seu corpo ao som de Gabriel Moura porque ele já mandou avisar: “Quem Não Se Mexer Vai Dançar

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