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novembro 15, 2018
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Fernando de  Oliveira é o campeão da Seletiva Brasil Mondial Du Pain Puratos

A preservação da natureza, não é exatamente o “cenário” que um padeiro está acostumado a utilizar como pano de fundo para preparar pães. Mas foi exatamente assim, que o paulista Fernando de Oliveira, da Escola do Padeiro e Confeiteiro, em Vinhedo, São Paulo, levou o grande prêmio da “Seletiva Brasil Mondial Du Pain” – maior campeonato brasileiro de panificação, promovido pela Puratos, fabricante Belga de produtos para panificação, confeitaria e chocolates.

Ele bateu outros onze competidores – todos com a missão de apresentar 8 tipos de pães diferentes e fazer uma escultura de pão. O padeiro, além do título, levou a vaga de representante do Brasil no Mundial de Panificação em 2019, na França, e receberá um intenso treinamento de 12 semanas oferecido pela Puratos. Quem vai coordenar as atividades será o embaixador de fermentação natural da empresa no país, Johannes Roos, técnico da Seleção Brasileira de Panificação e um dos representantes da Ambassadors Du Pain, organizadora do mundial.

Índio Guerreiro, o protetor da Natureza foi o tema da escultura do padeiro
Inspirado na natureza, durante a degustação dos seus pães, o padeiro proporcionou aos jurados a oportunidade de conhecer um pouco da fauna e da flora brasileira.” Usei ingredientes e elementos que pudessem contextualizar o tema que escolhi. Fiz um brioche de maçã com canela, com o formato da fruta, no de café usei folhas para decorar e apresentei um pão roxo feito com batata doce. Todos os pães que entreguei traziam um detalhe da natureza e já faziam referência ao conceito da escultura que é o índio guerreiro, o maior protetor da natureza”. Antes da competição Fernando fez uma série de testes e treinamentos e comentou após o resultado “Me preparei muito e estou muito feliz pela conquista e pela união de toda comunidade de padeiros e confeiteiros num evento tão importante como esse”, comemorou.

O segundo lugar da competição ficou com a padeira mineira Jessica Batista, do Senac de Minas Gerais, e a terceira posição foi ocupada pelo Pernambucano, Gilberto Santos. Ambos procuraram homenagear seus estados na produção dos pães e da escultura usando ingredientes típicos de cada local.

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