Essa coisinha estúpida chamada amor

Luiz Fernando, Marcelo e Sérgio são três homens que  tiveram algum tipo de problema amoroso com seus pares.

Luiz Fernando foi traído, e sua esposa o abandonou; Sérgio foi abandonado devido ao seu comportamento hostil, hipocondríaco e paranoico, devido ao seu 

transtorno de ansiedade, qual nunca se preocupou em tratar; E Marcelo, um rapaz com problemas de peso, que perdeu cedo seus pais, nunca conseguiu entrar em um namoro, e se vitimiza todos os dias usando isso para seu mérito pessoal… Quando funciona.

Juntos, e sem saber como chegaram ali, os três se encontram em uma espécie de terapia com uma doutora chamada Marise, que vai fazê-los  confrontarem e também tentarem entender onde e como erraram com seus respectivos pares. Enquanto ocorre essa mediação, o público é mergulhado em alguns flashbacks que vão montando um mosaico de situações cômicas e tristes, unindo discórdia, paixão e amor, até o fatídico dia em que chegaram ali na sala de terapia.

Nessa caminhada conjunta, eles descobrirão que os erros acontecem de ambas as vias, e caminharão para um final surpreendente nessa história, que ainda conta com trilha sonora autoral original, que traz à história ainda mais carisma e emoção.

Texto Fael Velloso.
Dir. Matheus Brito.
Com Ana Rosa Nery, Fael Velloso, Heitor Esteves e Yuri Goldenberg.

Três homens que tiveram algum tipo de problema amoroso com seus pares. Os três se encontram em uma espécie de terapia que vai fazê-los  confrontarem e também tentarem entender onde e como erraram com seus respectivos pares e caminharão para um final surpreendente nessa história. (60min)

Teatro Henriqueta Brieba. Sáb e Dom, 20h R$40. 14 anos. Até 29/10