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Sete músicas para celebrar o Dia Mundial do Rock

Chris Dortas (foto: Gabriel Wickbold)
Chris Dortas (foto: Gabriel Wickbold)

No próximo dia 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock. Pensando nisso, falamos com Chris Dortas, cantor e amante deste estilo, que escolheu as sete músicas mais emblemáticas na história do rock e o porquê, na sua visão, elas se tornaram clássicos. Confira e aprecie, sem moderação, a seleção:

Bohemia Rhapsody – Queen: é uma canção marcante, carregada de certa dramaticidade, e inovadora. Uma ópera rock com variações surpreendentes. Começa a capela e vai crescendo até chegar em um hard rock empolgante. Freddie Mercury cantando e interpretando com maestria. A música é linda e emociona todos os fãs, não somente os de rock. Certamente é um dos maiores legados do rock mundial.

Paranoid – Black Sabbath: um dos riffs mais conhecidos do Metal e uma banda precursora do estilo de metal mais pesado, que atravessa gerações influenciando muitas bandas. A música é contagiante e veloz. Tem grande relevância por levar um estilo mais denso para um público mais vasto.

Smells like teen spirit – Nirvana: a música que levou o grunge, e consequentemente o rock, para outro patamar. Com aquele clima clássico do grunge, em que suaviza nos versos e explode no refrão, ela vem carregada de força e agressividade. Essa energia contagia espíritos roqueiros e não roqueiros. É uma música que já cantei no Circo Voador e percebi a sua força e intensidade, tive vontade de arrancar a roupa e ficar nu no palco, tamanha a forma que me arrebatou. Com certeza, um dos grandes hits do rock.

Rock and Roll – Led Zeppelin: simples e direta, o nome já diz a que veio. Com influência de Little Richard, além de referências e citações de outras músicas de rock na letra. Serve como uma homenagem ao estilo. Energizante, eletrizante e impactante, como o mais puro rock deve ser.

Sweet Child O’ Mine – Guns and Roses: um grande hit do rock, tem uma levada empolgante, hard rock e é facilmente reconhecida, logo nos primeiros segundos, por causa do famoso riff da introdução. Tem refrão chiclete e ótimos solos de guitarra que me empolgam.

Linoleum – NOFX: não poderia faltar um punk/hardcore e tinha que ser bem representado por uma das bandas mais zoeiras, irônicas e que mais gosto no estilo, NOFX. Linoleum tem velocidade, agressividade, energia, ironia e uma letra que traduz bem a raiz punk underground. O primeiro verso diz: “Posses nunca significaram nada pra mim”. Música perfeita para abrir uma boa roda e colocar todo o peso para fora. Um hit dos excluídos.

Chop Suey – System of a down: uma pancada sonora que representa bem o New Metal. É inovadora, incomum e surpreendente por sua variação rítmica e pelos vocais de Serj e Darion, com partes rápidas, gritos e trechos melódicos que emocionam de tão cativantes. Uma mistura de ingredientes que produzem um rock grandioso. Aquela porrada frenética que não deixa ninguém parado. Sempre que canto essa, em shows de bandas que faço parte, o público vai ao delírio!