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novembro 20, 2018
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Dia Nacional do Livro

Em 2005, a Estante Virtual revolucionou o mercado de livros brasileiro ao empoderar pequenos vendedores e democratizar a leitura, disponibilizando livros usados e seminovos por um preço acessível. Agora, 12 anos depois, diferentemente do que as previsões mais pessimistas dizem sobre o hábito da leitura, aponta uma geração de jovens leitores. Boa parte dos seus visitantes têm de 25 a 34 anos (35%) e, enquanto a maior parte do comércio vive os desafios da crise econômica, o site só vem crescendo: hoje já vende também livros novos e chegou recentemente a 20 milhões de livros vendidos em sua história, sendo 3,5 milhões apenas em 2017.

Sua rede reúne 2.600 sebos e pequenas livrarias de todo o Brasil, contabilizando cerca de 5 milhões de acessos mensais, com uma média de doze mil livros vendidos por dia e um acervo de 17 milhões de títulos.

Um outro viés bastante interessante é que a Estante Virtual sempre andou na contramão desse mercado e, por seu modelo pioneiro — de primeiro marketplace de livros no Brasil —, tem sido capaz de proporcionar bibliodiversidade sustentável ao alcance de todos (conta com o maior acervo de livros novos e seminovos do Brasil, e cerca de 45% das vendas hoje são para fora da região Sudeste).

Por lá, economia também é a palavra da vez, e a redução de custos na compra de livros pode chegar a incríveis 75%. Recentemente, lançaram uma novidade: uma ferramenta que permite que professores criem listas de livros com a bibliografia recomendada de seus cursos, e compartilhem com seus alunos. É um sucesso entre o público universitário.

O site usa a tecnologia para conectar livreiros e leitores, mas sem esquecer da questão do empoderamento do pequeno vendedor, para que tenha presença online (site como facilitador de vendas). E esse crescimento da rede de livreiros e a necessidade de aumentar cada vez mais seus acervos na Estante Virtual também vem exigindo uma série de melhorias e novos serviços online, para gestão de vendas e de acervo. Até 2014, o foco era a venda de livros usados e raros. Hoje, os sebos já não se limitam apenas a livros usados, porque começaram a comprar também livros novos das editoras e das pontas de estoque. Desta forma, em 2014, a Estante Virtual também passou a vender livros novos. E, nesse momento, pequenos livreiros e livrarias independentes também começaram a procurar por eles.

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