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sábado, julho 4, 2020

Muito riso e reflexão em Ielda, Comédia Trágica 

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Se o amor é muito perto do ódio como dizem por aí, será que o mesmo não acontece com o riso e o choro? Reza o ditado que seria cômico se não fosse trágico e é mais ou menos isso que vem acontecendo nos últimos tempos, principalmente em nosso país, e esta situação muitos dramaturgos levam para o palco de forma verdadeira e reflexiva. O melhor, sem perder o humor. Este é o caso de Ielda, Comédia Trágica, com texto e direção de Renato Carrera, que também está no elenco. Sem patrocínio, a peça chega a mais uma temporada.  Dessa vez no Teatro Petra Gold, no Leblon, sempre às quartas-feiras às 20h, até 8 de abril. 

No elenco também estão Angela Câmara, Carolina Ferman, Fernanda Sal, Marcel Giubilei, Ricardo Lopes, José Karini e Jean Machado. Afinado, o grupo consegue bater um bolão dentro do palco, cada um com sua peculiaridade. O figurino de Tiago Ribeiro, a caracterização de Mona Magalhães, e o cenário de Daniel de Jesus compõem bem o espetáculo e a mudança de atores para interpretar Ielda é uma grande sacada, além da trilha sonora original assinada por Adriano Sampaio e Pedro Costa e a brincadeira com murmúrios ao telefone. 

Na trama, a empregada de uma casa de bacana se vê às voltas com um possível assassinato, durante a exibição do último capítulo da novela Vale Tudo em 1989, e resolve fazer uma chantagem com os ‘’patrões’’, mas o plano acaba indo por água abaixo. ‘’Afinal, quem tem amigo na Polícia tem tudo’’. Em duas horas e meia de espetáculo, o grupo consegue prender a atenção do público e arrancar boas gargalhadas. Mas como o próprio título indica, a peça também tem seu momento trágico, com mortes e situação familiar complicada, e reflexivo num momento muito complicado da política brasileira: “O que falta para uma guerra estourar por aqui?” Será que, você, meu querido leitor, saberia responder a esse grande questionamento.

Peça conta a história da ‘’Terra da Garoa’’

Regina Braga
Regina Braga

São Paulo é o nome da peça que a atriz Regina Braga estreia, nesta quinta-feira (12 de março), às 21h, no Teatro Unimed,  ao lado de três atores músicos, Vitor Casagrande (cavaquinho e bandolim), Alfredo Castro (percussão) e Guilherme Girardi (violões), com direção de Isabel Teixeira. A ideia central do espetáculo é trazer a descontração das rodas de samba em torno de uma mesa no centro do palco para contar a história de São Paulo por meio de músicas, textos e poesias que falam da cidade, desde a sua fundação, mostrando as contradições, os choques culturais, o crescimento desordenado e os delírios de grandeza que construíram a cidade de São Paulo, dos tempos de João Ramalho aos personagens anônimos das ruas do século 21.

Para Regina, que também assina  roteiro, falar sobre São Paulo é muito importante: “Desde que li pela primeira vez o livro ‘A Capital da Solidão’, do Roberto Pompeu de Toledo, tive a ideia de montar um espetáculo com reflexões sobre a cidade, que contasse a história da fundação, do isolamento dos tempos coloniais, do impacto transformador do café, da chegada dos imigrantes europeus ainda no século 19, dos migrantes internos do século 20 e da emergência de uma das maiores cidades do mundo.” Isabel Teixeira, além de roteirizar a peça junto com Regina, faz a direção cênica. A peça pode ser vista até 5 de abril, de quinta-feira a sábado às 21 horas e, domingos, às 18h. O Teatro Unimed fica no Edifício Santos Augusta, nos Jardins, em São Paulo. 

UM PEQUENO GIRO

Festival de Teatro Infantil do Paraná abre inscrições

Festival de Teatro Infantil do Paraná
Festival de Teatro Infantil do Paraná

Estão abertas as inscrições para as companhias interessadas em participar da próxima edição do Festival de Teatro Infantil do Paraná, o Festin Paraná, que será realizado pela terceira vez na cidade de Cascavel de 18 a 23 de agosto. A grande novidade deste ano é que o festival passa a ser internacional. Todo processo de inscrição é online. Os interessados devem enviar a ficha de inscrição preenchida além de um vídeo da peça e os demais documentos exigidos no edital, disponível no site do festival. Entre os inscritos, oito espetáculos serão selecionados. No total, 10 companhias se apresentarão, sendo que duas delas serão convidadas a compor a programação especial desta edição. “A cada edição do Festin buscamos uma inovação e estamos muito felizes em anunciar a presença de sotaque estrangeiro no evento desse ano. Mas também queremos muito a diversidade e a grandeza do Brasil em nossa programação. Nossa proposta é que o Festin seja um grande encontro da cultura com as crianças”, explica a coordenadora de produção do festival, Bruna Bayley.  O edital completo e o formulário para participar do Festin estão disponíveis no site festincascavel.com.br . 

Exposição ‘Morro da Favela’ em Portugal

Maurício Hora
Maurício Hora

Promovida pela Embaixada do Brasil em Lisboa, a Exposição Morro da Favela, de André Diniz (desenhos) e Maurício Hora (fotografia) pode ser vista até o dia 31 de março, na Casa Pau-Brasil, em Lisboa. Nascido no Morro da Providência, a mais antiga favela do Rio de Janeiro, Mauricio foi ‘’desafiado’’ por André a contar sua história numa banda desenhada (histórias em quadrinhos) transformada em exposição. Além de fotógrafo há 20 anos, Maurício é artista e ativista cultural e foi ele que fundou a Casa Amarela, um centro de artes comunitário. Além disso, foi diretor do Projeto Favelité, onde, em 2006, cobriu as paredes da estação do Metropolitano do Luxemburgo com fotos em tamanho real das casas do Morro da Providência.  Compôs a exposição “28 milímetros: Mulheres / JR”, com JR e a mostra “Morro da Favela”, por onde passaram 35 mil pessoas, na Casa França Brasil (RJ).

 

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