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sexta-feira, julho 3, 2020

A Golondrina, em cartaz no Teatro Sesc Ginástico, encanta

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“Alguém roubou meu sol”. O verso triste representa exatamente o que muita gente sente quando, de repente, não mais que de repente, vê pessoas amadas saindo de suas vidas. Se for de forma eterna, então, a dor dilacera a alma, o coração fica nublado e o sofrimento torna-se inevitável. Aceitar e entender uma morte natural já é difícil, o que dirá uma tragédia como aconteceu num bar nos EUA, em junho de 2016, matando 50 cinquenta pessoas simplesmente pelo fato de elas serem homossexuais. Um crime de ódio que não deveria caber em nossa sociedade e, infelizmente, vem encontrando eco em todas as partes do mundo. 

A Golondrina é antes de tudo uma história de amor. O amor maternal, normalmente carregado de culpa, e o amor carnal, apaixonado e apaixonante de dois homens que viram seus sonhos despedaçados por conta do preconceito. A peça também aborda a dificuldade em aceitar a escolha do outro, principalmente quando o filho não atende os anseios de uma mãe que faz questão de não enxergar o que sempre esteve bem diante de seus olhos, mas depois entende que cada um, assim como A Golondrina, deve trilhar o caminho como desejar: ir e voltar quantas vezes forem necessárias. Afinal, voar é sempre libertador.

De beleza e lirismo ímpar, A Golondrina mantém o espectador concentrado nos 90 minutos de duração tamanha a carga densa e dramática no bate-bola entre os dois atores em cena. A interpretação da atriz Tania Bondezan (a professora de canto Amélia), que neste ano completa 40 anos de carreira, é de admirar. Ao lado de Luciano Andrey (Rámon), que defende muito bem o seu personagem, consegue transmitir todas as emoções como raiva, indignação e amor ao descobrir a verdade que insistia em ignorar. Neste quesito, o cenário da casa de uma professora de canto, que perdeu seu único filho, colabora para o grande encontro entre Amélia e Rámon, onde são feitas revelações sobre quem já partiu. 

Escrita pelo espanhol Gillem Clua e inspirada no ataque homofóbico no Bar Pulse, em Orlando (EUA), a peça tem a produção de Odilon Wagner, direção de Gabriel Fontes Paiva e tradução de Tania Bondezan. Fica em cartaz até o dia 16 de fevereiro, no Teatro Sesc Ginástico, no Centro do Rio, quintas, sextas e sábados, às 19h, e domingos às 17h.

UM PEQUENO GIRO

Estrela mirim

Maria Malfacini
Maria Malfacini

A niteroiense Marina Malfacini, de apenas 12 anos, vem brilhando nos palcos do teatro musical. Com mais de 10 espetáculos no currículo, ela foi indicada recentemente ao Prêmio Musical Rio, na categoria destaque mirim 2019, pela interpretação da cantora Elis Regina ainda jovem, na peça “Elis, o Musical”.  A atriz mirim participou como uma das protagonistas de Annie, O musical, uma realização do Centro de Estudos em Teatro Musical (CEFTEM),  no Teatro Riachuelo. 

De portas abertas

Foto: Divulgação/SECEC
Foto: Divulgação/SECEC

Quem passa pelo Centro do Rio tem um motivo a mais para dar uma paradinha com os seus filhos: as portas da Biblioteca Infantil Parque Estadual foram reabertas ao público. O espaço conta com um acervo de mais de 13 mil livros e jogos didáticos e uma das novidades é a parceria com entre a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e a Imprensa Oficial do Estado, que instalou estande do projeto “Mais Leitura” no local, oferecendo livros de variados gêneros, com preços entre R$ 2 e R$ 9. 

Arte e inclusão

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A empreendedora social Rosiane de Mello leva o ensino de Libras para crianças no início da vida escolar. Também trabalha com 25 personagens – bonecos de pano – e cada um deles retrata uma deficiência como, por exemplo, o amputado, o deficiente auditivo, o deficiente visual, o autista. A ideia é levar o projeto às escolas públicas e particulares do estado do Rio de Janeiro. Mais informações pelo https://soumultidom.wordpress.com/

 

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