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junho 24, 2019
Música

Biltre e Duda Beat encerram o Festival A.Nota no Teatro Ipanema

Biltre (foto: Victor Curi) e Duda Beat (foto: Lara Dias)
Biltre (foto: Victor Curi) e Duda Beat (foto: Lara Dias)

Nosso amor foi um BEAT: BILTRE e DUDA BEAT encerram o festival no Teatro Ipanema com o penúltimo encontro musical da temporada, em 12 de fevereiro

Um encontro entre o dub-night-apaixonado pernambucano e o popzêra mezzo carioca, mezzo paraense. Esse é o romance entre a sofrência indie de Duda Beat e o indie pop da banda Biltre, artistas que se reúnem pela primeira vez no palco no dia 12 de fevereiro, às 21h, encerrando a programação do Festival A.Nota no Teatro Ipanema. O projeto ainda promove um último show no LabSonica, no Flamengo, em 22/02.

O “indie” que caracteriza o som de ambos, no entanto, é apenas um detalhe no caminho deles – um GIF, um click, um clap, cantariam os meninos do Biltre, como na canção que inspira o encontro. “Já sou fã da Banda Biltre a muito tempo, uma referência de animação no palco pra mim. Adoro o humor dos meninos e cantar junto com eles é um presente”, comenta Duda.

Norteados pelo desejo de se conectar com públicos cada vez mais amplos e diversos, eles constroem juntos, no palco, um caminho para seguir fazendo dançar Brasil adentro. Idealizado pela produtora Julianna Sá, o show, que tem pegada de hit de verão, reúne canções chicletes da cantora revelação de 2018, hits undergrounds do grupo mais memêsco da cena contemporânea e outros sucessos que mesclam o romance pop suingado de Duda ao amor juvenil dançante da Biltre num só hino.

Nosso amor foi um HIT

Predominante em 2018, “Sinto muito”, disco de estreia de Duda Beat, colou na cabeça de milhares de pessoas. Com mais de quatro milhões de execuções no Spotify, foi no gargarejo de seus shows que a coisa toda se consolidou. Atualmente, mesmo antes de Duda subir ao palco, sua plateia já ensaia em coro refrões que persistem dias e noites na memória. Também na casa dos milhões nas plataformas digitais com seu segundo álbum, “Nosso amor vai dançar”, a banda Biltre também tem suas músicas cantadas a plenos pulmões durante seus shows. Mas o grande impacto que se tem ao ir desavisado a um show do grupo diz respeito às coreografias. Ao simples anúncio do nome da banda, a plateia já inicia dancinhas como se estivessem, todos, numa piada interna de proporções nacionais.

Cantando, dançando e coreografando “Nosso amor foi um BEAT” promete derreter plateias nesse verão. Com sotaque de um, o romance do outro e o suingue de ambos escorregando sobre camadas eletrônicas.

Sobre Biltre

Um dos principais nomes da cena contemporânea do Rio de Janeiro, e experimentando, com seu segundo álbum – “Nosso amor vai dançar” – projeção nacional, a Biltre reflete o que há de mais carioca na cidade: a irreverência. Com letras afiadas, humor ácido ou músicas simplesmente mergulhadas na zoeira – quase revertidas em canções-memes -, a banda acumula repercussão expressiva, seja na internet, com mais de um milhão de execuções nas plataformas digitais, seja nos palcos, onde circula sempre com plateia cheia e engajada por festivais como Se Rasgum, Sarará, S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L, projetos como Dia da Música, SIM SP e palcos como Circo Voador.

Seu som é síntese da canção pop contemporânea, “tipo tecno-house, dance, acid-funk, trance, melody-groove, pissaicou stereo punk, step, dub, trip hop, mutantes, new age, experimental”, como eles mesmo cantam no hit “Pissaicou”.

O Biltre é composto por Arthur Ferreira, Dioclau Serrano, Diogo Furieri e Vicente Coelho.

Sobre Duda Beat

Apontada como a grande revelação de 2018, Dida Beat construiu sua estreia a partir do sofrimento. Com compositor próprias que revelam dores de amor, ela deu a volta por cima e é hoje uma das principais artistas da cena contemporânea, sendo reconhecido como rainha da sofrência pop. “Sinto muito”, seu álbum de estreia, já soma milhões de execuções nas plataformas digitais e seus shows arrastam multidões que cantam em coro as letras do trabalho.

Usando a tristeza como força-motriz para a alegria, “Sinto Muito”contou com a produção de Tróia e uma equipe de grandes nomes da música carioca na parte técnica. O álbum teve produção adicional de Lux Ferreira e Patrick Laplan. A mixagem ficou a cargo de Diogo Strausz e Pedro Garcia, esse último que também assina a masterização.

ATRAÇÕES DE JANEIRO e FEVEREIRO

12/02 – Biltre + Duda Beat (Teatro Ipanema)

22/02 – LabSonica Apresenta: Residência A.Nota 2 – Lourenço Vasconcellos Trio + Federico Puppi


VINTE E UM SHOWS ATÉ FEVEREIRO DE 2019

O Festival A.Nota segue apostando na troca como experiência artística e dá continuidade ao formato inaugurado no ano passado: uma série de encontros, em sua maioria inéditos, de talentos da música independente nacional. Ao todo, serão 21 shows neste ano, até fevereiro de 2019.

O A.NOTA não é apenas um festival ou mostra musical. É um espaço de vivência entre artistas. O que nos interessa é justamente a diversidade de ideias, a consolidação de parcerias, o estímulo a inovação e a criação de novas paisagens sonoras, que resultam nas performances que o público da cidade vai poder ver de perto”, explica Thiago Vedova, curador, produtor e idealizador do projeto, patrocinado pela Secretaria de Estado e Cultura do Rio de Janeiro e Oi.


DOIS POCKET SHOWS TRANSMITIDOS PELA INTERNET

Neste 2018, uma novidade: além as apresentações no Teatro Ipanema, o A.NOTA terá uma programação virtual paralela. Duas duplas de artistas serão selecionados para residências artísticas no LabSonica, o recém inaugurado laboratório de inovação do Oi Futuro, no Flamengo.

Cada dupla terá direito a cerca de 20 horas de estúdio para produzirem música nova juntos. O resultado será apresentado em dois pocket shows realizados em janeiro e fevereiro, com transmissão ao vivo pela internet, o LabSonica Apresenta: Residência A.Nota.

A.NOTA NAS REDES

https://www.facebook.com/FESTIVALANOTA/

https://www.instagram.com/a.nota_

SERVIÇO:

FESTIVAL A.NOTA NO TEATRO IPANEMA

R$ 20 inteira e R$ 10 meia

De setembro de 2018 a fevereiro de 2019, nas terças-feiras, às 21h

Rua Prudente de Morais, 824, em Ipanema. T: (21) 2267-3750

A casa oferece 193 lugares e a classificação etária é de 14 anos

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