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novembro 14, 2018
Livros

A arte de compreender

Celebrado na data de 17 de setembro, o Dia da Compreensão Mundial é um marco para lembrar a todos sobre uma das principais características para que a paz reitere mundialmente: a compreensão. É um ato de cognição, no qual o indivíduo interpreta e   lida com diferentes visões e fatores. Justamente, sobre essas diferenças, que a data foi estabelecida, procurando criar empatia quanto os sentimentos do próximo, e elevando à máxima o respeito.

“Apesar de vivermos em um país que, embora não seja pobre, ainda dispõe de muitos indivíduos a faixa de pobreza, continua a prevalecer essa atitude absurda de não reconhecer os semelhantes como iguais. Para determinadas circunstâncias sempre prevalece o status social, a cor da pele, o local onde se mora, o clube que se frequenta, o carro que se possui. O mais intrigante é não compreender que, não importam nossas diferenças, somos tosos capazes – desde que nos seja dada a oportunidade – de desenvolver nossos dons, talentos e habilidades.”

O argumento acima é do filósofo, humanista, palestrante e ativista social Fernando Moraes. Em sua obra “A arte de pertencer”, ele argumenta, a partir da sua visão pelos trabalhos realizados na África, situações e conceitos que poderiam mudar na sociedade brasileira atual. São experiências e noções que compreendeu apenas depois de muitos anos junto de comunidades carentes em Angola e Moçambique.

Ficha Técnica
Autor: Fernando Moraes
Título: A arte de pertencer
ISBN: 9788581636870
Editora: Novo Século
Páginas: 128
Preço: R$ 34,90

Sinopse:

Fernando Moraes
Fernando Moraes

A luta contra a miséria e o discurso sobre terminar com as desigualdades sociais existiram desde sempre e estão cada vez mais em pauta. As últimas eleições presidenciais, por exemplo, geraram um grande debate político e social sobre o tema, com duas correntes opostas trazendo propostas de soluções. O rico e o pobre são tema de folhetim, de filme, de livro e até mesmo de esquete de humor. Mas, para que esse assunto seja realmente levado a sério e comece a ser resolvido, é preciso partir de um princípio fundamental: que se veja o próximo como um igual a você. Será que o executivo de uma multinacional, um empresário ou até mesmo um assalariado de classe B ou C olham para um mendigo na rua ou para um indivíduo que mora em um vilarejo miserável do Nordeste ou da África e o enxerga como igual? Para o autor, essa é a grande dificuldade enfrentada pela maioria das pessoas quando estas decidem “ajudar” de alguma maneira os mais carentes. Ativista social e professor universitário, Moraes conta algumas das experiências que viveu em mais de 20 missões desde os seus 15 anos e fala de sua experiência no trabalho na Funap, órgão da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo e na Comissão Permanente para o Desenvolvimento Africano no Parlamento Europeu.

O autor  Fernando Moraes é Filósofo Social e humanista, inquieto e curioso. Cursou Ciências Sociais, Filosofia, Teologia e Direito. É especialista em Elaboração e Gerenciamento de Projetos Sociais e professor universitário. Já realizou muitos trabalhos no campo missionário em comunidades pobres. Foi Consultor Social da OIKOS Portugal – Cooperação e Desenvolvimento em Angola (Luanda e Huíla), no Projecto Jango, em 2007 e 2008; foi consultor da Adra (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais) na Bahia e na Amazônia, para projetos sociais e de formação de lideranças no Sertão. Foi ainda Secretário Municipal de Desenvolvimento Social e também Secretário da Educação da cidade de Hortolândia (SP). Fernando Moraes é palestrante nos temas cidadania ativa, protagonismo social e comunitário, responsabilidade pessoal, civil e social, voluntariado alterativo, desenvolvimento como conceito de totalidade e pertencimento social.

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