Um Griot no meu bairro

A partir de 17 de Março, em diversas Lonas e Arenas cariocas, com ingresso, por R$ 1,00

UM GRIOT NO MEU BAIRRO, utiliza referências do estudo da história das muitas etnias que formaram o povo carioca, o GRIOT Macedo fará uma ponte entre passado e presente através de CONTAÇÃO DE HISTÓRIA que une música, teatro, bonecos e outros elementos cênicos. A riqueza de culturas, sob o ponto de vista de cada bairro. Fortalecendo a autoestima de cada um, na medida em que se reconhecem e identificam quais são os atores sociais de relevância para a construção e vivência dos bairros cariocas.

O projeto atinge diversas regiões, passeia pelo circuito de Lonas Culturais e Arenas Cariocas. A cada apresentação um olhar específico para as especificidades de cada bairro, reforçando as diversas identidades e territorialidades, tão importantes para o entendimento do nosso hibridismo cultural.

  • Como cada bairro revela uma curiosidade, Macedo vai de encontro a casos interessantes. Em Pavuna, o griot abre o projeto e irá transcorrer e contar que é o lugar mais antigo que a própria cidade do Rio de Janeiro, inspira a modernidade da música popular.
  • Na Lona João Bosco, em Vista Alegre, será abordado a ocupação indígena ao conjunto habitacional que ensinou o Rio a viver melhor…
  • Madureira, lá, laiá. Madureira, lá, laiá….. A Arena Fernando Torres, vai descobrir o porquê que é o coração do sertão carioca é o cenário do sonho de um boiadeiro que deu origem ao bairro mais famoso da Zona Norte.
  • Em Guadalupe, a tema principal será a Fazenda Boa Esperança, e como se tornou o maior laboratório de moradias populares, as margens do Rio Sapopemba.
  • Já em Pedra de Guaratiba, o assunto será baseado na história que os Tupinambás guardaram, como 2 irmãos herdaram a antiga Fazenda da Pedra, onde resultou em um dos lugares mais bonitos da Baia de Sepetiba…
  • Em Santa Cruz, antes do descobrimento da América os Tupis Guaranys chamavam de Piracema (muito peixe), abrigou a família Real portuguesa e ajudou a sustentar a riqueza da antiga Capital…
  • No bairro da Praça Seca, o griot conta que depois de 800 anos de harmonia entre o Índio e o Jacaré, o Visconde mandou que secassem a praça..
  • E pra fechar, a Arena Dicró, na Penha, será revelado como a região do manguezal que os indígenas chamaram MARIANGU, um milagre dá origem ao bairro que abrigou romarias e expressões de fé.

Essas e muitas outras histórias são aprestadas de forma sublime e magistralmente por Macedo – “O Griot”. 

“O Projeto lança mão dessa oralidade ancestral para propiciar uma viagem no tempo e na história do logradouro envolvendo o espectador em uma atmosfera de encantamento, curiosidade, música e reflexão  em torno da história do “lugar que a gente vive”, afirma Macedo Griot, mentor do projeto. 

Na tradição africana, são os Griots, que transmitem a história de um povo ao longo dos tempos.

Com curadoria de Haroldo Costa “O nosso Griot familiariza as crianças e os mais jovens, com a realidade brasileira e o que ela pode nos oferecer para despertar a alegria de viver, no âmbito do trabalho e na construção de uma vida saudável e útil para a comunidade. O Griot é mensageiro da esperança”, atesta o historiador. 

Apoio e Parcerias – O Projeto Cultural de Teatro/ Contação de História contemplado no Edital Viva a Arte! da Secretaria Municipal de Cultura – RJ que terá circulação nas Lonas Culturais e Arenas Cariocas da cidade do Rio. Com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura RJ / Fomento. 

Com coordenação geral de Lene DeVictor e produção Executiva: Danielle Vieira. O projeto é ciceroneado por Macedo Griot, que é um artista de múltiplas linguagens a serviço do resgate da memória oral das comunidades do Rio. É o único poeta da Baixada Fluminense, que figura em uma coletânea “CARAS DO RIO /95”, onde constam nomes como o de Mário Lago (Prefácio), Ferreira Goulart, Ledo Ivo, Paulo César Pinheiro, entre 100 poetas da cena carioca. Seu trabalho é essencialmente autoral, primando pelo ecletismo e linguagem popular que, por isso, encontra boa receptividade tanto nas comunidades, quanto nas universidades, teatros e associações por onde se apresenta ou com as quais estabelece vínculo. Em 2013 iniciou o ”Projeto Nilópolis, a gente já tem 100 anos” lançando mão da Contação de Histórias, abordando o Centenário de surgimento de Nilópolis, percorrendo praças e logradouros para levar histórias que perpassavam a narrativa oficial dos anais do município.

Dia: 17 de março (quinta)

Arena Jovelina Pérola Negra

Apresentação às 14h

Endereço: Praça Ênio – Pavuna

Tel: 2886 3889

Capacidade: 320 lugares

 

Dia: 31 de março (quinta)

Lona João Bosco

Apresentação às 14h

Endereço: Avenida São Félix, 601  – Vista Alegre

Tel: 2482 4316

Capacidade: 320 lugares

 

Dia: 1 de abril (sexta)

Arena Fernando Torres

Apresentação às 14h

Endereço: Rua    Bernardino    de    Andrade,    200  – Madureira 

Tels: 3495 3078 / 3495 3093

Capacidade: 320 lugares

 

Dia: 7 de abril (quinta)

Lona Terra

Apresentação às 14h

Endereço: Praça Edson Guimarães s/nº – Guadalupe 

Tels: 3018 4203 / 3287 0921

Capacidade: 320 lugares

 

Dia 14 de abril (quinta)

Arena Carioca Abelardo Barbosa

Apresentação às 14h

Endereço: Rua Soldado Elizeu Hipólito s/nº – Pedra de Guaratiba

Tel: 3404 7980

Capacidade: 320 lugares

 

Dia 28 de abril (quinta)

Lona Sandra de Sá

Apresentação às 14h30

Endereço: Praça do Lote, 219 – Santa Cruz

Tel: 3395 1630

Capacidade: 320 lugares

 

Dia 5 de maio (quinta)

Centro Cultural Professor Dyla Sylvia de Sá

Apresentação às 14h

Endereço: Rua Barão, 1180 – Praça Seca

Tel: 3833 4769

Capacidade: 250 lugares

 

Dia 19 de maio (quinta)

Arena Dicró 

Apresentação às 15h

Endereço: R. Flora Lôbo – Penha Circular

Telefone: 3486 7643

Capacidade: 320 lugares

 

Duração de 1h

Faixa Etária: livre

Valor simbólico, por R$ 1,00

Faixa Etária: livre

​Foto de Danilo Sérgio

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