Transegun no Teatro Municipal de Niterói

DivulgaçãoTransegun, de Cuti, tem uma grande importância para o cenário do teatro brasileiro, assim como os textos montados pelo grupo TEM (Teatro Experimental do Negro) de Abdias do Nascimento, pois abordam questões como a identidade e a memória, ampliando o olhar afro-brasileiro. O texto é político e estético, inserindo o afro-brasileiro como sujeito na história.
 
A peça se estrutura em 3 atos, tendo cada ato um número específico de quadros, cujas ações não seguem uma ordem cronológica. Passado e Presente se misturam no palco para juntos transmitirem o enredo da peça.
 
Dirigido por Erika Ferreira, atriz formada pela ETET Martins Pena, com um elenco de 13 pessoas – atores, músicos e bailarino -, o espetáculo é costurado com dança afro e com música ao vivo no palco do Teatro Municipal de Niterói.
 
Negro aqui não é sinônimo de estereótipo, marcado pelas questões raciais, mas sim um corpo que reverbera voz artística, arte sem rótulos, como provocação de mudanças para o palco, para a cena brasileira e para a vida.
 
Sinopse
Zélia é uma mulher negra e casada com Romildo, um rapaz branco. Ela pertence a um grupo de teatro negro brasileiro, que se encontra empenhado numa montagem para o Dia da Consciência Negra. O grupo, no entanto, enfrenta a dificuldade de conviver com a recente morte de Aldo, um de seus principais integrantes. A substituição dele por um ator branco desencadeia uma crise de identidade no grupo.
 
SERVIÇO
8º CICLO DE LEITURAS DRAMATIZADAS DE NITERÓI
TRANSEGUN
AUTOR: CUTI
DIREÇÃO: ERIKA FERREIRA
DATA: 30 DE MAIO – ÁS 19H
ENTRADA GRATUITA
ELENCO: Claudia Macedo, Henrique Vieira, Cintia Maria Ricardo, André Sanaibre, Rhaiany Soares, Withe Vianna, Ivan de Oliveira, Maria de Fátima Bandeira e Kadu Monteiro.
Músicos: Sandro Toledo, Fábio Pereira e Silvano Marciano.
Bailarino: Alessandro Fêrcar
TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI.

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