Show de Lucas Weglinski utiliza cenário high tech pilotado ao vivo por artista visual e PixelPlayer

Lucas Weglinski - foto: Mrina Novellis
Lucas Weglinski - foto: Mrina Novellis

Lucas Weglinski, depois do tributo a Dick Farney, na Arena do Sesc Copacabana, levará ao palco da Rebel o show autoral “LuKaSH eM CaNTaR o FoGo”, com direção artística de Ava Rocha, dia 22 de outubro, às 20h. O público poderá conferir um experimento que o induz à imersão no espetáculo, com cenário concebido e pilotado ao vivo pela artista visual Cristina Amazonas.

O cantor inicia a gravação de seu primeiro disco, com repertório autoral, no dia 19 de outubro, no Estúdio Garimpo, na Gávea. O disco será produzido por Emiliano Sette, direção artística de Negro Léo e participações de Joana Queiroz, Marcos Campello, entre outros.

Lucas apresenta também seu show “Noite – Tributo a Dick Farney”, no Centro de Referência da Música na Tijuca, no dia 24 de outubro, na versão voz e piano, com Cristina Bhering, no lindo piano de cauda da casa. Era na Tijuca mesmo o mítico fã clube SINATRA-FARNEY, que teve entre seus integrantes Nara Leão, João Donato e muitos outros.

Lucas Weglinski, além de músico, é um artista de multimídias: produziu os filmes de Tunga, Eryk Rocha e Ava Rocha e realizou diversos curtas e longas no cinema. Recebeu diversos prêmios e participou de festivais por todo o mundo, entre eles o Festival de Cannes (Seleção Oficial 2004), Sundance, Havana, Rotterdã e etc.

Como ator, passou sete anos no Teatro Oficina de Zé Celso, onde foi ator protagonista, diretor executivo e diretor de vídeo (além de braço direito de Zé) e há quatro anos dirige sua Companhia, a Cia dos Prazeres, na favela do Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, que já realizou 9 Óperas Populares pela cidade do Rio de Janeiro, realiza intercâmbios e oferece residências à atores de Cias de favelas e periferias do Rio de Janeiro. A Cia dos Prazeres tem parceiros importantes como Hélio Eichbauer (cenografia), Negro Léo, Thomas Harres, Joana Queiroz (música), Joaquim Castro e Renato Vallone (audiovisual) e Gabriela Campos (figurino).

Serviços

Show  LuKaSH eM CaNTaR o FoGo
Data: 22/10 – às 20h
Local: Audio Rebel – R. Visconde Silva, 55, Botafogo
Ingresso: R$20,00
Participam nesta noite: Marcos Campello, Julia Shimura e Pedrinhu Junqueira
Lotação da Rebel: 80 pessoas
Duração: 60 min
Classificação: 16 anos

Músicas

https://soundcloud.com/lucas-weglinski/afro-dita-intro-l-weglinski-n-caneiro-guitarra-gabriel-balleste

https://soundcloud.com/lucas-weglinski/heliogabaalo-solo-trio

https://soundcloud.com/lucas-weglinski/sets/kasa-santa

https://soundcloud.com/lucas-weglinski/sets/lukash-em-cantar-o-fogo

Vídeos:

https://m.youtube.com/playlist?list=PLcTkU3uyePcU20LpDtqy-Lwt3DfnF_smm

Sobre Tributo a Dick Farney
O tributo ao grande pianista e crooner é uma homenagem aos 80 anos de carreira que o artista completaria em 2015, cuja trajetória se confunde com a própria história da canção brasileira e internacional, já que Dick fez enorme sucesso em Hollywood, cantando os estandartes do jazz Americano, como apenas Carmem Miranda na história nacional.

O projeto,  idealizado por Lucas Weglinski, será acompanhado no piano de cauda da casa, pela pianista Cristina Bhering.

Seguir a carreira de Dick Farney é percorrer a história da canção brasileira. Desde o romantismo ao samba, do jazz à invenção da bossa nova, Dick foi acima de tudo um refinado e dedicado músico, que até o fim de sua vida se apresentou sempre com grande carisma e muito humor.

Lucas Weglinski e a pianista Cristina Bhering vão revisitar o repertório em ordem cronológica, dividida por décadas que vai de 1935 a 1987. Cada década representa um momento importante da história da música ilustrada por suas canções e acaba sendo um retrato afetivo da canção brasileira e internacional. O repertório vai de Caymmi a Tom Jobim, passando por Bonfá, Bill Evans, Dolores Duran, Bing Crosby, Gershwins, além de Carlos Lyra, Paulo Sérgio e Marcos Valle, Billy Blanco, Luis Bonfá e clássicos do Jazz americano como My Funny Valentine, Misty, The Man I love, Deep Purple e What are you doing the rest of your life.

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