Sergio Gonçalves Galeria chega à Europa

A galeria carioca foi convidada para participar da The Solo Project, na Suiça, pela primeira vez

Sergio Gonçalves, Rosana Ricalde e Felipe Barbosa
Sergio Gonçalves, Rosana Ricalde e Felipe Barbosa

A Sergio Gonçalves Galeria desembarca, pela primeira vez, na oitava edição da The Solo Project, feira de Arte Contemporânea, em Basel, na Suíça. A galeria carioca, que será a única brasileira a participar da Mostra, será representada pelos artistas Felipe Barbosa e Rosana Ricalde, dois grandes nomes da Arte Brasileira, que  desenvolveram obras a partir de pesquisas em torno de elementos da arquitetura e da cultura oriental especialmente para a Mostra.  A The Solo Project, que tem o objetivo de apresentar projetos de artistas de diferentes culturas ao redor do mundo, acontece em conjunto com a mais importante feira de Arte do mundo, a ArtBasel, de 17 a 21 de junho.

“Fiquei muito feliz com o convite. Basel é o sonho de todo colecionador, é onde todo artista deseja estar. Quando a Sergio Gonçalves Galeria optou por fazer um trabalho com arte contemporânea no centro histórico do Rio, esse era o objetivo do nosso trabalho – chegar aos grandes centros da Arte mundial. Já demos dois passos com a presença nas feiras em New York e Miami, no ano passado, e agora chegamos a Europa. Este reconhecimento confirma que estamos no caminho certo e é apenas o primeiro passo. O investimento em cima dos nossos artistas continua e muito mais ainda está por vir. É um estímulo para continuarmos nos dedicando a Arte”, afirma Sergio Gonçalves.

Felipe Barbosa vai apresentar a série Quadrado Mágico, onde o artista cria um diálogo entre jogos matemáticos e a arte, subvertendo o sentido dos objetos ao ressignificá-los entre formas e signos geométrico. Para Felipe os quadrados mágicos possuem uma espécie de conexões ocultas com os números, onde ele busca fazer uma relação com os objetos que escolhe para trabalhar,onde diversas sobreposições ganham formas geométricas. Como a série de painéis hexagonais com fichas e flâmulas dos anos 60, entre outros materiais, todos ganham status de arte nas obras do artista. “Assim como para os sufis e pitagóricos, acredito que os números e suas simetrias, entre as quais os quadrados mágicos, representam os estágios da criação. Logo, procuro brincar com o abstrato e criar um novo mundo de possibilidades com a minha arte”, define o artista.

Já Rosana vai exibir os clássicos da literatura Persa – “O Jardim das Rosas”, “ Layla e Majnun” e “As Mil e Uma Noites” – obras que são fruto de uma pesquisa a respeito da vasta cultura oriental.As pinturas foram feitas utilizando como base os desenhos de gelosias (grades de madeira postas nas janelas para que as mulheres vejam a rua, sem serem vistas) e desenhos de tapetes persa, com seus elementos simbólicos de tribos diversas. A artista apresenta, também, desenhos baseados nos Mehndis (tatuagem temporária feita com um corante extraído da Henna).

As obras estarão reunidas no stand da Sergio Gonçalves Galeria (F2), no St. Jakobshalle, de 17 a 21 de junho.

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