Ópera La Bohème no Theatro Municipal

A célebre criação de Giacomo Puccini será levada ao palco em forma de concerto pelo Coro, a Orquestra Sinfônica do TM e solistas convidados com regência de Eduardo Strausser

Coro e OSTM 4 (foto: Vânia Laranjeira)
Coro e OSTM 4 (foto: Vânia Laranjeira)

Obra referencial no repertório operístico, com famosas árias como Quando Me’n Vo, La Bohème, de Giacomo Puccini, será realizada pela Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura (SEC), nos dias 22 e 26 de maio, às 17h, e em 24 e 28 de maio, às 20h. Apresentado pela SICPA Tintas e Sistemas de Segurança e com o patrocínio do BNDES, o concerto será executado pelo Coro e a Orquestra Sinfônica do TM e terá como solistas convidados Cristina Pasaroiu (Mimi), Ivan Magri (Rodolfo), Homero Velho (Marcello), Marina Considera (Musetta), Felipe Oliveira (Schaunard), Murilo Neves (Colline) e Inácio De Nonno(Benoît e Alcindoro). O concerto contará ainda com as participações de integrantes da Academia de Ópera Bidu Sayão, do Theatro Municipal – Bruno dos Anjos eGuilherme Moreira (revezando-se no papel de Parpignol) e Patrick Oliveira (Guarda) – e também com o Coral Infantil da UFRJ. A direção musical e a regência são do Maestro Eduardo Strausser, que faz sua estreia no TMRJ.

Ambientada no Quartier Latin de Paris, La Bohème mostra o espírito da eterna juventude com alegrias e tristezas, sorrisos e lágrimas do amor juvenil, ao contar a história do romance entre Rodolfo e Mimi. Com atmosfera poética, de sentimentalismo amoroso misturado com toques de comédia, a ópera tem libreto de Giuseppe Giacosa e Luigi Illica extraído do romance Scènes de la Vie de Bohème, de Henry Murger. Esta obra foi publicada, inicialmente, em forma de folhetim, entre 1845 e 1848, no antigo jornal parisiense Le Corsaire e reeditada em um único volume, em 1851, graças ao grande sucesso. Antes disto, o próprio Murger tinha feito uma adaptação teatral, estreada em novembro de 1849, sob o título de La Vie de Bohème, com êxito ainda maior. Com base tanto no livro quanto na peça, Illica e Giacosa criaram verdadeira obra de colagem e montagem, já que as Scènes não têm ordem, sob a supervisão do exigente Puccini e que recebeu um terceiro título: La Bohème. Segundo o Chefe da Divisão de Ópera do TMRJ, Bruno Furlanetto, apesar de ser apenas a sua quarta ópera, em La Bohème Puccini atinge a plenitude como compositor, sendo considerada sua obra-prima.

Uma curiosidade sobre a origem de La Bohème é que, na verdade, foram compostas duas óperas com este mesmo título e estreadas com um ano de diferença. A dePuccini foi encenada em 1º de fevereiro de 1896, no Teatro Regio de Turim, e a outra composta por Ruggero Leoncavallo (também autor de I Pagliacci), em 6 de maio de 1897, no La Fenice de Veneza. Antigos amigos cordiais, Puccini e seu colega Leoncavallo descobriram em uma de suas conversas que ambos haviam decidido levar à cena o mesmo tema de Murger. A disputa não envolvia apenas os compositores, mas as respectivas editoras, a Sonzogno, de Leoncavallo, e a Ricordi, patrocinadora de Puccini.

Diretor Artístico do Theatro Municipal, o Maestro André Cardoso destaca: “La Bohème de Puccini é uma das óperas mais amadas pelo público. Mas por que o público ama La Bohème? Fosse simplesmente pela comovente história de Mimi, Rodolfo e seus amigos, poderíamos programar, em bela encenação, por exemplo, a ópera homônima de autoria do compositor Ruggero Leoncavallo, amigo e contemporâneo de Puccini. Faria diferença? Certamente sim, pois o público ama, antes de tudo, a maravilhosa música que Puccini criou para a mesma história”.

Os solistas

Cristina Pasaroiu, soprano

Cristina Pasaroiu, Mimi (foto: Divulgação)
Cristina Pasaroiu, Mimi (foto: Divulgação)

Nascida em Bucareste, na Romênia, Cristina começou os seus estudos musicais na Universidade de Música Dinu Lipatti aos 12 anos de idade, continuando no Conservatório Giuseppe Verdi em Milão sob a orientação do Maestro Vittorio Terranova. Em 2009 se formou na Universität für Musik und Darstellende Kunst em Viena e tornou-se membro do Programa Young Artist em Bolonha, onde trabalha com Dolora Zajick e Jaume Aragall. Realizou recitais por toda a Europa, incluindo o prestigiado Rosenblatt em Londres, Musikverein em Viena, também em Ravenna, Lucca, Modena, Pádua e, em Milão, com o Quarteto Archi della Scala. Apresentou-se ainda no Teatro Reggio di Parma, em Bolzano, Amsterdam, Duisburg, Klangvokal Dortmund, Genebra, Paris, São Paulo, Konzerthaus Berlim, Barcelona, Alte Oper Frankfurt e em Pequim. Aos 21 anos estreou como Magda em La Rondine, no Teatro Comunale di Bologna; no papel de Micaela, em Carmen, sob a regência de Michele Mariotti; e ainda como Mimi em La Bohème. Cristina obteve interpretações bem-sucedidas como Violetta Valery em La Traviata, de Verdi, chegando a cantar o papel em 36 montagens, a exemplo das temporadas no Tiroler Festpiele Erl, sob a regência de Gustav Kuhn;na Ópera Nacional de Bucareste e na Frankfurter Oper. Cristina estreou em 2014 como Suor Angelica no Teatro Liceu, em Barcelona; cantou Micaela, de Carmen, em St.Gallen; em Nozze di Figaro, em Baden; e interpretou Musetta, de La Bohème, na Opéra Grand Avignon, na cidade francesa de mesmo nome. Em 2015, interpretou Mimi, de La Bohème, nas Termas de Caracalla, em Roma; Desdemona, em Otello, no Teatro Wiesbaden; Violetta Valéry, em La Traviata; e Valentine, em Les Huguenotes, do alemão Giacomo Meyerbeer, na Opéra de Nice. Neste ano, dá vida a Mimi em La Bohème, no Teatro delle Muse, em Ancona; e nos Theatros Municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Compromissos para este ano incluem os papéis da Contessa, em Nozze di Figaro, em St.Gallen; de Gilda, emRigoletto, na cidade alemã de Essen; La Traviata, em Wiesbaden; Micaela, de Carmen, no festival Bregenzer Festspiele, na cidade austríaca de Bregenz; seguido de concertos com a Orquestra Jerusalém.

Ivan Magri, tenor

Ivan Magri, Rodolfo (foto: Divulgação)
Ivan Magri, Rodolfo (foto: Divulgação)

Ivan Magri nasceu em Catania, na Sicília. Começou seus estudos com a professora Domenica Monti. Em 2005, recebe um diploma com nota máxima no Conservatório Giuseppe Verdi, em Milão, onde estudou com Giovanna Canetti e Wilma Borelli. Também recebeu ensinamentos inestimáveis de Luciano Pavarotti. Venceu muitas competições internacionais, como Riccardo Zandonai e Francesco Maria Martini. Sua estreia foi no verão de 2006, como Ernesto em Don Pasquale. Em junho de 2007, estreou como Nemorino em Elisir d’Amore em Udine e em Pordenone. Em janeiro de 2008, cantou em Manon Lescaut, conduzido por Daniel Oren, no Teatro Comunale de Bolonha. Também se apresentgou no Teatro Comunale de Ferrara em Lucia di Lammermoor e no Teatro Municipal de Piacenza em um concerto com a Filarmônica de Toscanini. Em outubro de 2008, obteve excelente desempenho no papel de Fernando na ópera Marino Faliero, de Donizetti, no Teatro Verdi, em Sassari, e no Teatro Donizetti, em Bérgamo. Cantou os papéis de Arturo na ópera I Puritani no Teatro Comunale de Bolonha, em Riga e em Bratislava; de Duca di Mantova na ópera Rigoletto no Teatro Comunale de Bolonha, também em Como, em Las Palmas, na Deutsche Oper de Berlim, no Regio de Turim, na Estônia, Bellini de Catania, Palau de Valencia de las Artes e na Budapeste Opera. Também cantou em Simon Boccanegra e I Due Foscari em Valência, além de abrir a temporada do Teatro Regio de Parma com a ópera Un Giorno di Regno, de Verdi, se apresentou em Piacenza com outro título de Verdi, I Lombardi alla Prima Crociata. Seus próximos compromissos incluem Rigoletto na Ópera de Roma e Budapeste, Elisir d’Amore no Teatro Colón de Buenos Aires, Traviata e Rigoletto em Florença, La Bohème em Bari.

Marina Considera, soprano
Mestra pela UFRJ e Bacharel em Canto pela Unirio. Estreou profissionalmente em 2006 em A Carta, sob a regência de H. Morelenbaum. Integrou o Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa Cecília sob a orientação de Renata Scotto, Anna Vandi e Cesare Scarton. Cantou no Auditorium Parco della Musica, na Fundação Tito Gobbi, e no Teatro Stabile di Abruzzo.  Com a OSB-O&R, estreou no TMRJ, onde atuou também como Rossweisse em A Valquíria, regência de L. Malheiro.  No TMSP estreou em Jupyra (Rosália) e no mesmo ano foi solista na Nona Sinfonia de Beethoven na Sala São Paulo, regência de R. Tibiriçá, e na Quarta Sinfonia de Mahler, regência de J. Neschling. Foi Nedda em I Pagliacci no TMSP, regência de I. Levin, e protagonista da Tosca,  em Porto Alegre, regência de H. Ricci. No Festival de Campos de Jordão, apresentou-se como solista em concerto em homenagem a Carlos Gomes, regência de L. Malheiro. Em 2015, protagonizou Suor Angelica, no Festival da Music Academy International, em Trentino (Itália), regência de Elaine Rinaldi, e interpretou, com grande sucesso, a Condessa em As Bodas de Fígaro, regência de T. Volkmann, no TMRJ.

Homero Velho, barítono
Bacharel e Mestre pela Indiana University of Music Bloomington, foi artista da National Opera Company e cantou The Ghosts of Versailles (Corigliano) e Don Giovanni em Festivais nos EUA. No Brasil, foi solista em A Viúva Alegre (Danilo), A Flauta Mágica (Papageno), Il Barbiere di Siviglia (Fígaro), Le Nozze di Figaro (Almaviva), Lo Schiavo(Gianfera), Turandot (Ping), Ariadne auf Naxos (Harlekin), La Bohème (Schaunard), Il Guarany (Gonzalez), Magdalena (Padre José), Maria Golovin, A Menina das Nuvens eYerma. Debutou no Michigan Opera Theatre como Escamillo (Carmen). Interpretou Euclides da Cunha em Piedade, de J.Ripper, e participou das estreias de A Tempestade, de R. Miranda, e Olga, de J. Antunes e da première europeia de Pedro Malazarte, de C. Guarnieri, na Áustria. Apresentou-se, entre outros, sob a direção de J. Takla, C.Vilela, A. H. Lopes, L. Sabag, W. Pereira, e sob a regência de I. Karabtchevsky, L.Malheiro, J. Neschling, R. Duarte. Em 2015, participou da montagem de Don Pasquale, no Theatro Municipal do Rio, sob a regência de Silvio Viegas.

Felipe Oliveira, barítono
Ganhador de prêmios em vários concursos de canto no Brasil, transferiu-se em 2006 para Glasgow, Escócia, onde concluiu os Mestrados em Ópera e em Performance Vocal no Royal Conservatoire of Scotland. Desde 2011 vive em Modena, Itália, sob a orientação de Mirella Freni. Colaborou com a Royal Scottish National Orchestra, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônicas de Minas Gerais, do Espírito Santo e da Paraíba, Orchestra Regionale Dell’Emilia Romagna e Regionale Abruzzese, entre outras. Em ópera, cantou os papéis-título de Don Giovanni, Eugene Onegin e Don Pasquale e interpretou Guglielmo em Cosi Fan Tutte, Bartolo em O Barbeiro de Sevilha, Fígaro em As Bodas de Fígaro, Papageno em A Flauta Mágica e Schaunard em La Bohème, em teatros do Brasil, Argentina e da Europa. Na temporada 2014/ 2015, fez sua estreia no Teatro Bolshoi, Moscou, no concerto comemorativo aos 50 anos de cooperação entre o teatro russo e o Teatro Alla Scala de Milão e cantou Masetto no Don Giovanni do Teatro Comunale di Modena e Teatro del Giglio di Lucca, na Itália. Ainda em 2015, foi Fígaro em As Bodas de Fígaro, de Mozart, em sua primeira apresentação no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Murilo Neves, baixo
Bacharel em Canto Lírico pela UFRJ, estudou com Ilza Corrêa no Rio de Janeiro e Rita Patanè em Milão. Seus trabalhos mais destacados incluem Raimondo em Lucia di Lammermoor no Festival Amazonas de Ópera, Pistola em Falstaff no Teatro Solís em Montevideo e Peter Quince em A Midsummer Night’s Dream no Parque Lage/RJ.Apresentou-se em grandes teatros do Brasil, como Theatro Municipal do Rio (Primeiro Soldado em Salome, Alonso em Il Guarany, entre outros), Theatro São Pedro em São Paulo (Le Bailli em Werther) e Palácio das Artes em Belo Horizonte (Roucher em Andrea Chénier). Participou de diversas edições do Festival Amazonas de Ópera, como Zuniga em Carmen, Samuel em Un Ballo in Maschera, Harasta em A Raposinha Astuta, Angelotti em Tosca, Der Bankier em Lulu. Com a OSB apareceu como Trulove em The Rake’s Progress e Trouffaldino em Ariadne auf Naxos no TMRJ, e Adraste em Renaud na Sala Cecília Meireles. Com a Orquestra Sinfônica da USP cantou as partes de Bearkeeper/Grand Inquisitor/King Ivan em Candide, na Sala São Paulo. Em 2015, cantou Notário em Don Pasquale, no Theatro Municipal do Rio, regência de Silvio Viegas.

Inácio De Nonno, barítono
Com longa e premiada carreira lírica, Inacio De Nonno é doutor em Música pela Unicamp e Mestre em Música – suma cum laude – pela UFRJ, onde é professor nas classes de Canto. Prêmio Especial para a Canção Brasileira no XII Concurso Internacional de Canto/RJ, de seu repertório constam mais de 30 primeiras audições mundiais de peças e óperas especificamente para ele compostas. Tem participação em 32 CDs gravados, todos dedicados ao repertório brasileiro, desde restaurações do material colonial até os compositores contemporâneos mais vanguardistas. O CD da ópera Colombo, de Carlos Gomes, onde interpreta o papel-título, ganhou o prêmio da APCA e o prêmio Sharp de 1998. Seu repertório enfatiza ainda a música antiga, o lied alemão, com destaque para os ciclos de canções de Schubert, e a canção francesa, onde aborda especialmente os compositores Ravel, Fauré e Poulenc. Em ópera, conta hoje com 38 papéis efetivamente apresentados em público, entre os quais Fígaro, em O Barbeiro de Sevilha; Germont, em La Traviata; e O Mestre da Música, em Ariadne em Naxos. Em 2015, interpretou Corisco na premiada montagem de A Menina das Nuvens, de Villa-Lobos, sob a regência de Roberto Duarte, no Theatro Municipal RJ.

Maestro Titular do Coro do TM – Jésus Figueiredo
Bacharel em Regência Orquestral, em Órgão de Tubos e Mestre em Acústica Musical pela Escola de Música da UFRJ, onde também foi Professor Substituto de Regência Orquestral. É Maestro Titular do Coro do Theatro Municipal RJ, onde trabalha desde 1999 atuando também com a Orquestra Sinfônica na preparação e regência de concertos, óperas e balés. Em 2010, ganhou o Primeiro Lugar em Regência de Ópera na 4ª Edição do Concurso Nacional da Ópera de San Juan, na Argentina. Já regeu diversas orquestras como a de Câmara do Amazonas, a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica do Ceará, a Sinfônica de Barra Mansa, a Acadêmica do Teatro Colón de Buenos Aires, a da Universidade Nacional de Cuyo (Argentina), a da Ópera de San Juan (Argentina), a Sinfônica da UFRJ, a Sinfônica Nacional da UFF, a Sinfônica Brasileira e a Sinfônica do Theatro Municipal RJ. Em 2013 assumiu a Direção Musical do Coro da Associação de Canto Coral.

Direção Musical e RegênciaEduardo Strausser

Eduardo Strausser, Maestro (foto: Divulgação)
Eduardo Strausser, Maestro (foto: Divulgação)

Considerado um dos mais talentosos artistas brasileiros de sua geração, Eduardo Strausser é Maestro Residente e Diretor Adjunto no Theatro Municipal de São Paulo desde 2014. Na casa de ópera paulistana dirigiu grandes artistas como Gregory Kunde, Vitalij Kowaljow, Andrei Bondarenko, Lana Kos, e Svetlana Aksenova, entre outros. Nesta temporada, além de reger La Bohème, de Puccini, nos Municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro (onde faz sua estreia), também fará regência nas óperas Elektra, de Strauss, e Fosca, de Carlos Gomes. Já regeu importantes orquestras, a exemplo da Kurpfälzischen Kammerorchester Mannheim, da Bern Symphony Orchester, da Südwestdeutsche Philharmonie Konstanz e da Meininger Hofkapelle (em montagem de A Flauta Mágica), e no Festival de Cordas Lucerna. De 2012 a 2014 o jovem maestro foi Diretor Musical no Orchesterverein Wiedikon e na Kammerorchester Kloten, em Zurique. Nascido em 1985 em São Paulo, Strausser cresceu em uma família musical judaico-romena. Obteve Mestrado na Universidade de Artes de Zurique, onde se formou com honras na classe do professor Johannes Schlaefli. Em 2007, Strausser passou o verão em Kürten, Alemanha, onde estudou com o compositor Karlheinz Stockhausen. Ele também participou de masterclasses com Bernard Haitink e David Zinman, na Suíça, e com Kurt Masur, em Nova York. Em 2008 Strausser foi selecionado para participar no prestigiado Fórum Internacional de Maestros no Ferienkurse für Neue Musik, em Darmstadt, Alemanha, onde teve a oportunidade de trabalhar em estreita colaboração com os compositores György Kurtág e Brian Ferneyhough.

SERVIÇO

LA BOHÈMEÓpera em quatro atos

CORO E ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO MUNICIPAL

Música Giacomo Puccini

Libreto Giuseppe Giacosa e Luigi Illica,

              com base em Cenas da Vida Boêmia de Henry Muger

Direção Musical e Regência Eduardo Strausser

Solistas:

Cristina Pasaroiu, sopranoMimi

Ivan Magri, tenorRodolfo

Homero Velho, barítonoMarcello

Marina Considera, sopranoMusetta

Felipe Oliveira, barítonoSchaunard

Murilo Neves, baixoColline

Inácio De Nonno, barítonoBenoît e Alcindoro

Bruno dos Anjos* e Guilherme Moreira*, tenoresParpignol

Patrick Oliveira*, baixo – Guarda

 

*Integrantes da Academia de Ópera Bidu Sayão, do Theatro Municipal

Coral Infantil da Universidade Federal do Rio de Janeiro / UFRJ

Regente Maria José Chevitarese

 

Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Maestro Titular – Jésus Figueiredo

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano s/n° – Centro

Dias 22 e 26 de maio de 2016, às 17h

Dias 24 e 28 de maio de 2016, às 20h

Patrocínio:
SICPA Brasil Tintas e Sistemas de Segurança
BNDES 

Apoio:
CVC Viagens e Turismo
Hotéis Othon
O Globo
Rádio SulAmérica Paradiso
Livraria da Travessa
Rádio MEC

Preços:

  • Frisas e camarotes – R$ 600,00
  • Plateia e balcão nobre – R$ 100,00
  • Balcão superior – R$ 72,00
  • Galeria – R$ 36,00

Desconto de 50% para estudantes e idosos

Vendas na Bilheteria, no site Ingresso.com
ou por telefone 21 4003-2330

Capacidade – 2.227 lugares
Classificação etária – Livre
Duração – 150 minutos, com intervalo

Informações – (21) 2332-9191

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