O papel da escola na alimentação dos alunos

Com alimentação inadequada, desempenho escolar pode ser comprometido 

Com aulas de agricultura e ações que despertam o interesse por alimentos mais saudáveis, escola gratuita da Grande São Paulo ensina alunos a ter vida mais saudável

DivulgaçãoSão Paulo – “O desempenho escolar está associado à fase do desenvolvimento infanto-juvenil. A falta de nutrientes interfere na habilidade motora, cognição, aprendizagem, linguagem e processos sociais. Neste cenário, a escola também assume papel de referência para educação alimentar. No ambiente escolar, a elaboração de cardápios variados e harmônicos, a socialização no momento da refeição e o acompanhamento de profissionais qualificados possibilita grandes avanços e influencia até mesmo a família”, afirma Fernanda Trigo, nutricionista coordenadora do restaurante do Centro Educacional da Fundação Salvador Arena.

Além de oferecer alimentação balanceada aos 2.500 alunos atendidos no Centro Educacional da Fundação Salvador Arena, a instituição também se preocupa em despertar o interesse dos estudantes por alimentos saudáveis. Para isso, a Fundação oferece aulas de agricultura que se complementam com ações do projeto Escolha Saudável. “Com atividades práticas como o preparo do solo, plantio, colheita e a elaboração de cardápios saudáveis, os alunos compreendem o impacto negativo e positivo deles no meio ambiente e entendem a importância de manter uma vida mais saudável”, finaliza Gilberto dos Santos, professor de agricultura do Colégio Termomecanica, escola gratuita mantida pela Fundação Salvador Arena. Alunos que estudam em período integral têm direito à três refeições por dia e, em período parcial, duas refeições diárias.

A Fundação Salvador Arena segue as recomendações do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), implantado em 1955 pelo governo federal, que determina que crianças e adolescentes que estudam em período integral tenham direito à alimentação que atenda, no mínimo, 70% das necessidades nutricionais diárias distribuídas em, no mínimo, três refeições. Para estudantes de período parcial, o PNAE determina que a alimentação garanta, no mínimo, de20% a 30% das necessidades nutricionais diárias sendo uma ou duas refeições.

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