Mostra do Fomento à Dança chega expandida à 9ª Edição

Construção compartilhada entre a Secretaria Municipal de Cultura e os artistas participantes, evento propõe dilatação do tempo para três semanas, contemplando ampliação das ações com itinerância intensificada por 16 espaços nas diversas regiões da cidade

Cia. Maurício de Oliveira e siameses - DEGELO - Foto: Gal Oppido

30 núcleos artísticos, 44 apresentações de 27 trabalhos cênicos, 14 oficinas, quatro sessões de vídeos/filmes, seis debates/conversas, lançamento de livros, exposição e uma feira de troca de objetos e coreografias, distribuídos pela cidade, durante três semanas. São estes os números da IX Mostra do Fomento à Dança, que acontece em São Paulo entre 6 e 23 de agosto, reunindo artistas, técnicos e produtores envolvidos com projetos contemplados nas três últimas edições do Programa Municipal de Fomento à Dança, uma conquista da luta da classe artística pela criação de uma lei municipal, em 2005, que garante investimentos em projetos de companhias sediadas na capital, colaborando com o desenvolvimento e a difusão da produção artística de dança contemporânea que se faz na cidade.

A partir da experiência positiva do ano passado, que inaugurou uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura e os grupos envolvidos potencializando suas contribuições, a organização da Mostra/2015 manteve a aposta nesse modo de construção coletiva e compartilhada e intensificou a proposta de itinerância com a ampliação da circulação de espetáculos e experimentações (por este motivo o período estendido para três semanas), alinhavada por um pensamento cuidadoso que contempla formação – sempre com espaço reservado para oficinas e workshops –, pesquisa e investigação – com seminários e encontros para conversas entre artistas e público interessado – e difusão – com ações realizadas em oito espaços municipais espalhados pela cidade: Galeria Olido, Centro de Referência da Dança, Centro Cultural da Penha, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, CEUs Três Lagos e Inácio Monteiro, Tendal da Lapa e Terreyro Coreográfico, além de ruas e praças e duas comunidades indígenas (Aldeias Tenondé Porã e Krukutu). GRÁTIS.

A abertura oficial da IX Mostra acontece no dia 6, quinta-feira, às 19h30, na Sala Paissandu do Centro de Dança Umberto da Silva (2º andar da Galeria Olido), com a apresentação de “D’Existir”, solo em dança-teatro de Mariana Muniz, baseado em pesquisas sobre o tema da morte, com referência poética no texto “Mal Visto Mal Dito”, de Samuel Beckett.

Abaixo, confira a programação de espetáculos (programação completa nos links:

http://fomentoadanca.blogspot.com.br/p/centr.html

https://www.facebook.com/mostrafomentodanca

Serviço: IX Mostra do Fomento à Dança – espetáculos, oficinas, mostra de vídeosposição, lançamento de livros, feira de troca de objetos e coreografias. De 6 a 23/8Abertura: “D’Existir”, de Mariana Muniz – dia 6/8, quinta-feira, 19h30, no Centro de Dança Umberto da Silva – Sala Paissandu (Av. São João, 473 – Galeria Olido –  2º andar). Locais de realização: Galeria Olido – Sala Paissandu e Cine Olido (Av. São João, 473 – Centro); Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo (Baixos do Viaduto do Chá s/n – ao lado do Theatro Municipal – Centro); Centro Cultural da Penha (Largo do Rosário, 20 – Penha – Z. Leste); CEU Inácio Monteiro (R. Barão Barroso do Amazonas, S/N – Cohab Inacio Monteiro – Z. Leste); Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes (Rua Inácio Monteiro, 6900 – Cidade Tiradentes – Z. Leste); CEU Três Lagos (Estrada do Barro Branco, s/n – Grajaú – Z. Sul); Tendal da Lapa (Rua Constança, 72 – Lapa – Z. Oeste); TERREYRO COREOGRÁFICO (Rua Jaceguay, 653 – Bixiga); Aldeia Tenondé Porã (Estrada João Lang – Jardim Vera Cruz – Barragem – Parelheiros – Z. Sul); Aldeia Krukutu (Estrada Curucutru, s/n – Barragem – Parelheiros – Z. Sul); Praça Horácio Sabino (Vila Madalena – Zona Oeste); Rotatória da Rua Lopes de Oliveira com Rua Vitorino Camilo (Barra Funda); Praça Ramos de Azevedo (em frente ao Teatro Municipal – Centro); Largo do Rosário (Penha) e Rua São Bento (Centro).

 

IX Mostra do Fomento à Dança – Programação completa

ESPETÁCULOS | PERFORMANCES | INTERVENÇÕES (também em

https://www.fomentoadanca.blogspot.com.br/p/centr.html      e      https://www.facebook.com/mostrafomentodanca

 

06/08 (quinta-feira), 19h30 – Abertura – Sala Paissandu | Galeria Olido

Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança – “D’Existir” (abertura da mostra)

“D’Existir” é um solo de dança/teatro baseado em pesquisas da atriz e bailarina Mariana Muniz sobre o tema da morte. Com referência poética no texto Mal Visto Mal Dito, de Samuel Beckett, faz uma viagem imaginária pelo tempo, impulsionada pelos gestos e movimentos de um corpo que se questiona e se revê em sua trajetória cênica pela vida.

Duração: 50 min | Classificação: Livre.

Direção, Concepção e Atuação: Mariana Muniz | Assistência de direção: Claudio Gimenez | Supervisão Geral: Eduardo Tolentino de Araújo | Artista provocadora: Clara Carvalho | Música composta: Celso Nascimento  | Figurinista: Fábio Namatame | Produção: Talita Bretas e Natália Gresenberg. 

 

07/08 (sexta-feira), 20h – Sala Paissandu | Galeria Olido

Cia Danças Claudia de Souza – “Roda de Pólvora” (espetáculo)

Dentro de uma trajetória de investigação sobre o Samba, que a Cia Danças Claudia de Souza desenvolve desde 2009, “Roda de Pólvora” mergulha no ambiente das sensações e experiências dos rituais das religiões afro-brasileiras; veste-se de um tecido coreográfico, que foi criado e compartilhado entre direção e intérpretes, estabelecendo um estado de ritual que percorre todo espetáculo. 

Duração: 50 min | Classificação: Livre.

Direção Geral: Claudia de Souza | Elenco: Bruna Petito, Claudia de Souza, Cristiana de Souza, Rozmari Araruna e Yeda Peres | Orientadores: Patrícia Zuppi, Ana Terra, Cassia Navas e Nirvana Marinho |Iluminador: Décio Filho | Coordenação de produção: Cristiane Klein (Dionísio Produção) 

 

07/08 (sexta-feira), 21h – Centro de Referência da Dança

Leandro Berton | LOTE OSSO – “PETER PAN” (espetáculo)

O corpo aponta como a ingenuidade e a simplicidade aparecem e podem se dissipar, oscilando entre filigranas gestuais, sonoridade e imagens, que teimam em desaparecer. O que permanece, fica como nódoas: algumas discretas, mas outras nos empurram para um lancinante estado de dúvida. “PETER PAN” foi criado em 2008, ano em que recebeu o prêmio APCA de Intérprete Revelação, e integra o Projeto Lote Osso, de Cristian Duarte.

Duração: 25 minutos | Classificação: Livre.

Criação, direção e performance: Leandro Berton Figurino: Leandro Berton | Trilha sonora: Alexandre Tripiciano e Leandro Berton | Luz: Clara Rubin | Apoio para remontagem: LOTE OSSO e Casa do Povo 

 

07/08 (sexta-feita), 21h – Centro de Referência da Dança

Lançamento dos livros “Chamando ela”, de Sheila Ribeiro, e “Cozinha Performática” (digital), de Marcos Moraes 

 

08/08 (sábado), 17h – Praça Horácio Sabino

Núcleo Juanita – “Juanita” (espetáculo de rua)

“Juanita” é um espetáculo sobre dança e literatura livremente inspirado na obra de Carlos Castaneda e tem como cerne a improvisação, usada como linguagem de construção da dramaturgia cênica. A obra de Castaneda é um imensurável manancial de imagens, estórias e filosofia que norteiam a trajetória do autor/narrador. “Juanita” adapta de forma poética esse universo dos feiticeiros mexicanos entrelaçando a percepção in loco dos artistas e público. 

Duração: 60 min | Classificação: Livre.

Direção: Isabel Tica Lemos |  Bailarinos: Cristiano Karnas, Iramaia Gongora e Isabel Tica Lemos | Música: Andrea Drigo e Eugênio Lima | Iluminador: Ciro Godoy | Artistas plásticos: Jerusa Messina e Libero Malavoglia | Dramaturgia: Ana Roxo | Produção: Natália Reis | Assistente de produção: Juliana Osmondes.

08/08 (sábado), 20h – Sala Paissandu | Galeria Olido 

Cia Druw – “Experimentos em Branco e Preto”  (work in progress)

Na  cor luz, o preto é ausência  e o branco junção  de todas cores.

Na cor pigmento, o preto é junção de todas as cores; ele absorve os raios e é desprovido de clareza. Já o branco reflete e é oposto da cor mais densa.

Preto é contorno, apertado, espremido, sóbrio, elegante, é fim / Branco desliza, flutua, acalma, poeira de nuvem.

Duração: 60 minutos | Classificação: Livre.

Concepção e Direção: Miriam Druwe | Pesquisa coreográfica: Denise Namura, Michael Bugdahn e Cia Druw | Intérpretes: Alessandra Fioravanti, Manu Fadul, Orlando Dantas, Elizandro Carneiro, Anderson Gouvea, Felipe Sacon e Miriam Druwe | Iluminação: Marcel Alani |Pesquisa da trilha sonora: Divanir Gattamorta| | Estudo para Vídeo Cenário: Tatiana Guimarães | Preparação corporal: Glauco Muller | Direção de produção: Alessandra Herszkowicz (Tanza Produções) | Assistente de produção: Gabriela Boschetti (Tanza Produções). 

 

08/08 (sábado), 21h – Centro de Referência da Dança

Grupo de Dança Célia Gouvêa – “Alavancas e Dobradiças” (espetáculo)

Ambiguidade do nosso tempo, “Alavancas e Dobradiças” questiona a atual  proliferação dos relatos pessoais cênicos ao mesmo tempo em que promove um.  A partir da pergunta o que é a dança para você? lança reflexões e apresenta um combinado de extratos coreográficos de Célia Gouvêa, que atua nesta peça de dança.

Duração: 40 min | Classificação: Livre.

Coreografia e Interpretação: Célia Gouvêa | Produção: Natália Gresenberg e Talita Bretas. 

 

09/08 (domingo), 17h – Praça Horácio Sabino

Núcleo Juanita – “Juanita” (espetáculo de rua)

“Juanita” é um espetáculo sobre dança e literatura livremente inspirado na obra de Carlos Castaneda e tem como cerne a improvisação, usada como linguagem de construção da dramaturgia cênica. A obra de Castaneda é um imensurável manancial de imagens, estórias e filosofia que norteiam a trajetória do autor/narrador. “Juanita” adapta de forma poética esse universo dos feiticeiros mexicanos entrelaçando a percepção in loco dos artistas e público. 

Duração: 60 min | Classificação: Livre.

Direção: Isabel Tica Lemos |  Bailarinos: Cristiano Karnas, Iramaia Gongora e Isabel Tica Lemos | Música: Andrea Drigo e Eugênio Lima | Iluminador: Ciro Godoy | Artistas plásticos: Jerusa Messina e Libero Malavoglia | Dramaturgia: Ana Roxo | Produção: Natália Reis | Assistente de produção: Juliana Osmondes.

 

09/08 (domingo), 19h – Sala Paissandu | Galeria Olido

Caleidos Cia. de Dança – “Tria” (espetáculo)

“Tria”, feminino inventado de ‘trio’, é o que foi triado na corruptela de trilha, é cria das tríades e dos triângulos, algo trial, trilado, triarticulado; é um novo desenvolvimento dos princípios que geraram a série “Coreológicas”, da Caleidos Cia. de Dança, reconhecida por integrar arte/educação. O espetáculo traz novos jogos coreográficos para interação do público de todas as idades com um elenco que cria e recria dança contemporânea para todos os tipos de corpos. 

Duração: 45 min | Classificação: Livre

Direção e coreografia: Isabel Marques | Co-direção: Fábio Brazil | Intérpretes criadores: Katia Oyama, Nigel Anderson e Renata Baima | Figurino: Mariana Piccolli  | Música: Divan | Preparação corporal: Ana Paula Mastrodi | Produção: Mobilis Ltda ME/Nigel Anderson. 

 

09/08 (domingo), 20h – Centro de Referência da Dança

Grupo de Dança Célia Gouvêa – “Alavancas e Dobradiças” (espetáculo)

Ambiguidade do nosso tempo, “Alavancas e Dobradiças” questiona a proliferação dos relatos pessoais cênicos ao mesmo tempo em que promove um.  A partir da pergunta o que é a dança para você? lança reflexões e apresenta um combinado de extratos coreográficos de Célia Gouvêa, que atua nesta peça de dança.

Duração: 40 min | Classificação: Livre

Coreografia e Interpretação: Célia Gouvêa | Produção: Natália Gresenberg e Talita Bretas.

 

10/08 (segunda-feira), 17h – Praça Ramos de Azevedo (em frente ao Teatro Municipal)

Cia Carne Agonizante – “Eu em ti” (espetáculo de rua)

“Eu Em Ti” inspira-se no poema homônimo de Adalgisa Nery, com quem o pintor e poeta Ismael Nery – um dos ícones da vanguarda brasileira – viveu por 12 anos até sua morte em 1934. Com foco na abstração do corpo erótico e santificado, despojado de vida no tempo e no espaço, busca a preservação dos elementos essenciais à existência, concebendo o ser humano de forma espiritual. Tudo o que é posto em cena é feito sem concessões, com a convicção de que a arte lida não apenas com a estética, mas também com a ética.

Duração: 20 min | Classificação: Livre

Direção, Concepção e Coreografia: Sandro Borelli | Intérpretes: Alex Merino e Amanda Santos | Trilha sonora: Arvo Part (Fratres) | Luz: Sandro Borelli | Figurino: Elenco | Direção de Produção: Júnior Cecon 

 

11/08 (terça-feira), 16h – Rua Lopes de Oliveira x Rua Vitorino Carmilo, Barra Funda

J.Gar.Cia Dança Contemporânea – “Rotatória” (espetáculo de rua)

No solo de Jorge Garcia, inspirado em imagens do livro “Little People in The City”, do artista plástico britânico Slinkachu, um homem chega em uma rotatória – que para ele simboliza o mundo -, em que construirá um universo abstrato com ossos de animais de tamanhos desproporcionais. A relação do seu corpo com estes objetos é o mote para o desenvolvimento da performance.

Duração: 50 min | Classificação: Livre.

Direção e Dramaturgia: Rogério Tarifa | Coreografia e Interpretação: Jorge Garcia | Cenografia: Ateliê La Tintota | Figurino: João Pimenta | Trilha sonora: Ramiro Murillo | Gestão da Cia.: Priscila Wille (Cria da Casa Art Productions) | Produção: Aline Grisa (Bufa Produções).

 

11/08 (terça-feira), 16h – Aldeia Tenondé Porã

Cia Oito Nova Dança – “Xapiri Xapiripë”, lá onde a gente dançava sobre espelhos” (espetáculo)

A partir da perspectiva do movimento, o espetáculo – livremente inspirado na imaginação ameríndia – se fundamenta na pesquisa por um corpo ancestral realizada por cada intérprete-criador. Xapiri é como os povos Yanomami chamam os espíritos ou ancestrais animais que se apresentam aos xamãs dançando e cantando. Seus corpos translúcidos, belamente adornados, brilham. Dançam sempre sobre um chão de espelhos que reflete luz. Xapiri é luz que dança e canta.  

Duração: 45 min | Classificação: 12 anos.

Concepção: Lu Favoreto e Cibele Forjaz | Direção de movimento e Pesquisa de linguagem corporal: Lu Favoreto | Direção cênica e Criação de luz: Cibele Forjaz | Criação e interpretação: Camila Venturelli, Denise Barretto, Fabrício Licursi, Fernanda Gusso, Gregory Slivar, Lu Favoreto, Lucia Romano, Raoni Garcia | Direção musical: Gregory Slivar | Preparação vocal: Ná Ozzetti | Figurino e visagismo: Marina Reis | Cenografia: Cibele Forjaz e Wanderley Wagner da Silva | Videoarte: Adriana Meirelles e Pushkhy | Assistente de vídeo: Nani Brisque | Operação de imagem: Pushkhy | Operação de luz: Marcela Páez | Operação de som: Renato Garcia | Fundamentação antropológica: Renato Sztutman | Consultoria antropológica – Guarani Mbya: Valéria Macedo | Produção geral: Danielle Cristine | Assistente de produção: Bianca Dorini 

 

12/08 (quarta-feira), 20h – Sala Paissandu | Galeria Olido

Key Zetta e Cia – “Sim” (espetáculo)

“SIM” é o novo trabalho da key zetta e cia., dirigida por Ricardo Iazzetta e Key Sawao, parceiros artísticos desde 1996. “SIM” tem em seu desejo coincidir com seu próprio acontecimento sob o ponto de vista de suas linhas, seus impulsos, artifícios, intensidades e atravessamentos. A peça completa a trilogia iniciada com as criações anteriores “Propulsão o que faz viver – sem título” (2012) e “Propulsão: o que faz viver – seguinte” (Prêmio APCA/2013 – Criação em Dança).

Duração: 45 min | Classificação: Livre.

Direção: Ricardo Iazzetta e Key Sawao | Dança: Beatriz Sano, Carolina Minozzi, Key Sawao, Mauricio Florez e Ricardo Iazzetta | Estágio: Rafael Anacleto | Coordenação de Arte e Espaço Cênico: Hideki Matsuka | Luz: Domingos Quintiliano | Trilha sonora: André Menezes | Produção: Maira Silvestre (Carpideiras).

 

13/08 (quinta-feira), 20h – Sala Paissandu | Galeria Olido

J.Gar.Cia Dança Contemporânea – “Rotatória” (espetáculo de palco)

Adaptado para o palco, o solo de Jorge Garcia, inicialmente idealizado para espaços urbanos, inspira-se nas imagens do livro “Little People in The City”, do artista plástico britânico Slinkachu. No trabalho, um homem chega em uma rotatória – que para ele simboliza o mundo -, em que constrói um universo abstrato com ossos de animais de tamanhos desproporcionais. Sua relação com estes objetos é o mote para o desenvolvimento da performance. 

Duração: 50 min | Classificação: Livre.

Coreografia e Interpretação: Jorge Garcia | Direção e Dramaturgia: Rogério Tarifa | Cenografia: Ateliê La Tintota | Figurino: João Pimenta | Trilha sonora: Ramiro Murillo | Gestão da Cia.: Priscila Wille (Cria da Casa Art Productions) | Produção: Aline Grisa (Bufa Produções).

 

13/08 (quinta-feira), 20h – Centro de Referência da Dança

Exposição Trajetórias – Mariana Muniz

Trajetória(s) é uma exposição fotográfica de resgate da memória e compartilhamento dos momentos mais significativos da carreira da  atriz, bailarina, coreógrafa e diretora da Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança. Figura atuante na dança e no teatro, Mariana Muniz participou de eventos históricos que mudaram a maneira de pensar o movimento e a dança em nosso país.

Idealização: Mariana Muniz e MUD – Museu da Dança | Curadoria: Mariana Muniz e Cláudio Gimenez | Projeto expográfico e designer gráfico: Vitor Vieira |Produção: Natalia Gresenberg e Talita Bretas | Assistente de produção: Rafael Petri

Visitação: de 13 a 30 de agosto de 2015 , de terça a sexta, das 10 às 21h,  sábados e domingos, das 16 às 20h

 

13/08 (quinta-feira), 21h – Centro de Referência da Dança

Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança – “2 Mundos” (espetáculo)

Inspirado no universo da cultura surda, “Dois Mundos” dá continuidade às investigações  da  atriz e bailarina Mariana Muniz, sobre as intersecções entre dança e teatro, movimento e palavra, poesia e dança numa exploração radical da comunicação através do corpo/voz. Unindo a gramática das Libras à gramática do corpo, explora a potência expressiva do gesto, resultando em uma sintaxe poética do movimento.

Duração: 60 min | Classificação: Livre.

Concepção, Interpretação e Dramaturgia: Mariana Muniz | Direção: Cláudio Gimenez | Supervisão geral: Eduardo Tolentino de Araújo | Assessoria técnica em libras e imagens projetadas: Carlos Avelino de Arruda Camargo | Iluminação: Ricardo Bueno | Figurino: Tânia Marcondes | Produção: Natália Gresenberg e Talita Bretas.

 

14/08 (sexta-feira), 17h – Em frente ao Teatro Municipal

Cia Carne Agonizante – “Eu em ti” (espetáculo de rua)

“Eu Em Ti” inspira-se no poema homônimo de Adalgisa Nery, com quem o pintor e poeta Ismael Nery – um dos ícones da vanguarda brasileira – viveu por 12 anos até sua morte em 1934. Com foco na abstração do corpo erótico e santificado, despojado de vida no tempo e no espaço, busca a preservação dos elementos essenciais à existência, concebendo o ser humano de forma espiritual. Tudo o que é posto em cena é feito sem concessões, com a convicção de que a arte lida não apenas com a estética, mas também com a ética.

Duração: 20 min | Classificação: Livre

Direção, Concepção e Coreografia: Sandro Borelli | Intérpretes: Alex Merino e Amanda Santos | Trilha sonora: Arvo Part (Fratres) | Luz: Sandro Borelli | Figurino: Elenco | Direção de Produção: Júnior Cecon 

 

14/08 (sexta-feira), 20h – Sala Paissandu | Galeria Olido

Companhia Perversos Polimorfos – “Movimento para um homem só” (espetáculo)

O trabalho se inspira nas intervenções do artista plástico inglês Banksy criadas em parceria com os grafiteiros brasileiros Os Gêmeos durante a ocupação “Better out than in“, ocorrida em Nova York em outubro de 2013. O espetáculo foi apresentado no Paço das Artes (USP), no Moving Cells Festival, em Leipzig, e Acker Stadt Palast, em Berlim, ambos na Alemanha.

Duração: 50 min | Classificação: Livre.

Direção e Concepção: Ricardo Gali | Intérpretes-criadores: Jerônimo Bittencourt e Lucas Delfino | Iluminação: Aline Santini | Trilha sonora: Lourenço Rebetez | Figurino: Ricardo Gali | Colaboração na pesquisa de movimento: Beatriz Sano | Colaboração artística: Natália Mendonça e Maurício Florez | Estagiária: Juliana De Bonis | Produção executiva: Gabriel Tolgyesi Produção administrativa: José Renato (Cais Produções Artísticas) 

 

14/08 (sexta-feira), 21h – Centro de Referência da Dança

E2 Cia de Teatro e Dança – “A Emparedada da Rua Nova” (espetáculo)

Baseado no romance histórico de Carneiro Vilela, que relata o caso de uma jovem que foi emparedada viva em seu próprio quarto, o espetáculo nasce de um lugar sugerido pelo imaginário popular: aparições, presenças momentâneas, espectros, fantasmas, entidades. É uma investigação sobre a representação do invisível no território da arte, que esbarra no tema da morte, do sobrenatural e, por fim, do amor. 

Duração: 40 min | Classificação: 14 anos.

Direção e Interpretação: Eliana de Santana | Espaço Cênico e Iluminação: Hernandes de Oliveira | Trilha Sonora e Figurinos: Hernandes de Oliveira e Eliana de Santana |  Produção: E2 Cia de Teatro e Dança | Assistente de produção: Rodrigo Eloi Leão

 

15/08 (sábado), das 14h às 20h – Terreyro Coreográfico

Coletivo Cartográfico – “3.o fracasso | tijolo” (intervenção)

“fracassos” é uma série de performances inéditas em que a relação entre o corpo e algum objeto se desenvolve durante tempo indeterminado até a exaustão e transformação irreversível da estabilidade original da ação. No espaço, 3 performers manipulam 576 tijolos – referência à construção de uma casa popular -, buscando esmigalhar os tijolos que são lançados ao chão em um pedaço de tecido. A ação termina quando todos os tijolos tiverem virado pó ou quando as performers não aguentarem mais executá-la. 

Duração: indeterminado | Classificação: Livre

Criação, Concepção e Performance: Carolina Nóbrega, Fabiane Carneiro e Monica Lopes | Produção: Coletivo Cartográfico e Viviane Bezerra.

 

15/08 (sábado), 17h – Praça Horácio Sabino

Núcleo Juanita – “Juanita” (espetáculo de rua)

“Juanita” é um espetáculo sobre dança e literatura livremente inspirado na obra de Carlos Castaneda e tem como cerne a improvisação, usada como linguagem de construção da dramaturgia cênica. A obra de Castaneda é um imensurável manancial de imagens, estórias e filosofia que norteiam a trajetória do autor/narrador. “Juanita” adapta de forma poética esse universo dos feiticeiros mexicanos entrelaçando a percepção in loco dos artistas e público. 

Duração: 60 min | Classificação: Livre.

Direção: Isabel Tica Lemos |  Bailarinos: Cristiano Karnas, Iramaia Gongora e Isabel Tica Lemos | Música: Andrea Drigo e Eugênio Lima | Iluminador: Ciro Godoy | Artistas plásticos: Jerusa Messina e Libero Malavoglia | Dramaturgia: Ana Roxo | Produção: Natália Reis | Assistente de produção: Juliana Osmondes.

 

15/08 (sábado), 20h – Sala Paissandu | Galeria Olido

Cia. de Dança Siameses – Degelo (espetáculo)

“Degelo” lança um olhar sobre a passagem do tempo e o processo de envelhecimento. Ao se lançarem em espirais no espaço/tempo, os intérpretes experimentam a saturação das suas possibilidades físicas na tentativa de produzir uma ampliação de seus limites imaginativos, potencializando a sua presença. Criado em 2007, pelo programa Rumos do Itaú Cultural, o espetáculo passa atualmente por uma remontagem dentro da 18ª edição do Programa de Fomento à Dança de São Paulo.

Duração: 50 min | Classificação: Livre.

Direção e Coreografia: Mauricio de Oliveira | Intérpretes: Ivan Bernardelli, Marina Salgado, Vinicius Francês | Figurino: Daíse Neves | Trilha Sonora: Gilberto Assis| Direção de produção: Alessandra Herszkowicz (Tanza Produções) | Assistente de produção: Gabriela Boschetti (Tanza Produções).

 

15/08 (sábado), 21h – Centro de Referência da Dança

Núcleo Artérias – “Bananas” (espetáculo)

A criação investigou construtos de masculinidade através da exploração de imaginários, gestos e desejos considerados exclusivamente masculinos, testando corporeidades andróginas, sinuosas, volumosas, orgânicas potencializadas pela possibilidade de ser múltiplo. BANANAS lida com assuntos propostos no trabalho da artista britânica Sarah Lucas, em uma mistura de sensibilidade e agressão, que desafia a visão masculina estereotipada da mulher.

Duração: 45 min | Classificação: 16 anos.

Concepção e Direção: Adriana Grechi | Performance: Lívia Seixas, Nina Giovelli e Bruna Spoladore | Trilha sonora: Dudu Tsuda | Iluminação: André Boll | Produção: Amaury Cacciacarro Filho | Assistência de produção: Erika Fortunato. 

 

16/08 (domingo), 17h – Praça Horácio Sabino

Núcleo Juanita – “Juanita” (espetáculo de rua)

“Juanita” é um espetáculo sobre dança e literatura livremente inspirado na obra de Carlos Castaneda e tem como cerne a improvisação, usada como linguagem de construção da dramaturgia cênica. A obra de Castaneda é um imensurável manancial de imagens, estórias e filosofia que norteiam a trajetória do autor/narrador. “Juanita” adapta de forma poética esse universo dos feiticeiros mexicanos entrelaçando a percepção in loco dos artistas e público. 

Duração: 60 min | Classificação: Livre.

Direção: Isabel Tica Lemos |  Bailarinos: Cristiano Karnas, Iramaia Gongora e Isabel Tica Lemos | Música: Andrea Drigo e Eugênio Lima | Iluminador: Ciro Godoy | Artistas plásticos: Jerusa Messina e Libero Malavoglia | Dramaturgia: Ana Roxo | Produção: Natália Reis | Assistente de produção: Juliana Osmondes.

 

16/08 (domingo), 19h – Sala Paissandu | Galeria Olido

Taanteatro Companhia – “Androgyne – Sagração do Fogo” (espetáculo)

O espetáculo aborda de forma poética o tema da identidade sexual, questiona tabus e inquisições de gênero e transborda as fronteiras das linguagens cênicas promovendo um pas de deux entre dança real e virtual, onde corpo e imagem se fundem na criação de um corpo multimídia. Criado através do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2013, recebeu no mesmo ano os Prêmios APCA e Denilto Gomes.

Duração: 60 min | Classificação: 12 anos.

Direção coreográfica e Supervisão geral: Maura Baiocchi | Concepção, Coreografia e Interpretação: Alda Maria Abreu | Composição musical: Gustavo Lemos | Vídeo mapping e Iluminação: Eduardo Alves | Instalação cenográfica: Wolfgang Pannek | Roteiro, Textos e Performance em vídeo: Alda Maria Abreu |  Supervisão de roteiro e Performance em vídeo: Maura Baiocchi | Direção de vídeo: Gabriel Bogossian | Produção: Wolfgang Pannek e Alda Maria Abreu.

 

16/08 (domingo), 20h – Centro de Referência da Dança

Núcleo Artérias – “Bananas” (espetáculo)

A criação investigou construtos de masculinidade através da exploração de imaginários, gestos e desejos considerados exclusivamente masculinos, testando corporeidades andróginas, sinuosas, volumosas, orgânicas potencializadas pela possibilidade de ser múltiplo. BANANAS lida com assuntos propostos no trabalho da artista britânica Sarah Lucas, em uma mistura de sensibilidade e agressão, que desafia a visão masculina estereotipada da mulher.

Duração: 45 min | Classificação: 16 anos.

Concepção e Direção: Adriana Grechi | Performance: Lívia Seixas, Nina Giovelli e Bruna Spoladore | Trilha sonora: Dudu Tsuda | Iluminação: André Boll | Produção: Amaury Cacciacarro Filho | Assistência de produção: Erika Fortunato. 

 

17/08 (segunda-feira), das 13h às 17h – Largo do Rosário – em frente ao Centro Cultural da Penha

Núcleo Tríade – Série Cartocoreográfica – “Movimento#1” – CTV Cartocoreografia de Território Vivo e “Movimento#2” – [Flux] Cartocoreografia de Fluxos (intervenção)

A Série Cartocoreográfica de performances discute e questiona a ocupação e os modos de vida na cidade. As ações  interagem com o espaço e com os que o usam. Com fitas adesivas e canetas pilotos, imprime-se o rastro do/no espaço vivo: ações cotidianas e corriqueiras como o sentar e esperar, falar ao telefone, entre outras, ganham um contorno de fita adesiva e um nome ou legenda. Desta forma, novas coreografias do tecido urbano ganham visibilidade, construindo uma instalação das “coreografias ordinárias de todo dia”.

Duração: 4 horas | Classificação: Livre.

Coordenação: Mariana Vaz e Adriana Macul | Criação: Adriana Macul, Carolina Nóbrega, Laura Bruno e Mariana Vaz | Performance:  Núcleo Triade e artistas convidados.

 

18/08 (terça-feira), 14h – CEU Três Lagos

Grupo de Dança Célia Gouvêa – “Alavancas e Dobradiças” (espetáculo)

Ambiguidade do nosso tempo, “Alavancas e Dobradiças” questiona a atual proliferação dos relatos pessoais cênicos ao mesmo tempo em que promove um.  A partir da pergunta o que é a dança para você? lança reflexões e apresenta um combinado de extratos coreográficos de Célia Gouvêa, que atua nesta peça de dança.

Duração: 40 min | Classificação: Livre.

Coreografia e Interpretação: Célia Gouvêa | Produção: Natália Gresenberg e Talita Bretas. 

 

18/08 (terça-feira), 16h – Aldeia Krukutu

Cia Oito Nova Dança – “Xapiri Xapiripë”, lá onde a gente dançava sobre espelhos” (espetáculo)

A partir da perspectiva do movimento, o espetáculo – livremente inspirado na imaginação ameríndia – se fundamenta na pesquisa por um corpo ancestral realizada por cada intérprete-criador. Xapiri é como os povos Yanomami chamam os espíritos ou ancestrais animais que se apresentam aos xamãs dançando e cantando. Seus corpos translúcidos, belamente adornados, brilham. Dançam sempre sobre um chão de espelhos que reflete luz. Xapiri é luz que dança e canta.  

Duração: 45 min | Classificação: 12 anos.

Concepção: Lu Favoreto e Cibele Forjaz | Direção de movimento e Pesquisa de linguagem corporal: Lu Favoreto | Direção cênica e Criação de luz: Cibele Forjaz | Criação e interpretação: Camila Venturelli, Denise Barretto, Fabrício Licursi, Fernanda Gusso, Gregory Slivar, Lu Favoreto, Lucia Romano, Raoni Garcia | Direção musical: Gregory Slivar | Preparação vocal: Ná Ozzetti | Figurino e visagismo: Marina Reis | Cenografia: Cibele Forjaz e Wanderley Wagner da Silva | Videoarte: Adriana Meirelles e Pushkhy | Assistente de vídeo: Nani Brisque | Operação de imagem: Pushkhy | Operação de luz: Marcela Páez | Operação de som: Renato Garcia |  | Fundamentação antropológica: Renato Sztutman | Consultoria antropológica – Guarani Mbya: Valéria Macedo | Produção geral: Danielle Cristine | Assistente de produção: Bianca Dorini 

 

18/08 (terça-feira), das 19h às 21h – Tendal da Lapa

Núcleo Tríade – “- Pender-se 1 -” (intervenção)

“- Pender-se -” busca gerar uma reflexão sobre as noções de apoio, suporte, equilíbrio e estabilidade. Pendidos, os performers  testam a inclinação de seus corpos em relação ao eixo vertical, buscando desequilibrar a relação do corpo com a gravidade e forjar uma situação de ameaça à verticalidade, fragilizando sua representatividade como símbolo de estabilidade e e poder, num exercício de micro-resistência (biopolítica) gerada pela instabilidade.

Duração: 120 min | Classificação: Livre.

Direção: Adriana Macul | Performers: Adriana Macul, Mariana Vaz, Carolina Nóbrega, Monica Galvão e Fabiane Carneiro | Técnico responsável: Felipe Matsumoto.

 

19/08 (quarta-feira), 19h – Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

Cia Sansacroma – “Rebanho nº 6″ (compartilhamento)

“Rebanho nº 6″ consiste na demonstração do processo criativo de solos dos seis interpretes da Cia Sansacroma, que tem como base de sua pesquisa o conceito de dança da indignação. A ideia é compartilhar um momento de experiência com o público presente, considerado ferramenta fundamental deste processo. O título do trabalho faz referência à pesquisa baseada no devir animal, mais precisamente com foco no arquétipo do Búfalo, animal de forte potência.

Duração: 40 min | Classificação: 12 anos.

Direção: Gal Martins | Solos: Erico Santos, Lucas Lopes, Djalma Moura, Ciça Coutinho, Monica Teodósio, Verônica Santos.

 

19/08 (quarta-feira), 9h – CEU Três Lagos

Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança – “2 Mundos” (espetáculo)

Inspirado no universo da cultura surda, “Dois Mundos” dá continuidade às investigações  da  atriz e bailarina Mariana Muniz, sobre as intersecções entre dança e teatro, movimento e palavra, poesia e dança numa exploração radical da comunicação através do corpo/voz. Unindo a gramática das Libras à gramática do corpo, explora a potência expressiva do gesto, resultando em uma sintaxe poética do movimento.

Duração: 60 min | Classificação: Livre.

Concepção, Interpretação e Dramaturgia: Mariana Muniz | Direção: Cláudio Gimenez | Supervisão geral: Eduardo Tolentino de Araújo | Assessoria técnica em libras e imagens projetadas: Carlos Avelino de Arruda Camargo | Iluminação: Ricardo Bueno | Figurino:Tânia Marcondes | Produção: Natália Gresenberg e Talita Bretas.

 

19/08 (quarta-feira), 20h – CEU Inácio Monteiro

Cia Fragmento de Dança – “Aos vencedores, as batatas” (espetáculo)

Em tempos em que é comum falar de si mesmo em processos artísticos, como as subjetividades podem olhar de uma forma crítica para o mundo? Partindo de um entendimento pessoal sobre a palavra “ruptura”, os intérpretes trouxeram seus assuntos e a coreografia foi criada baseada nesses desejos e afetos individuais. São as diferenças e não as semelhanças que buscam um espaço de conexões para a construção dramatúrgica. Um show de talentos? Um espaço de testemunhos? Uma vontade de depor? Cinco solos desenvolvidos a partir de temáticas pessoais se colocam em questão.

Duração: 60 min | Classificação: 14 anos.

Concepção, Coreografia e Direção: Vanessa Macedo | Assistente de coreografia: Maitê Molnar | Intérpretes criadores: Chico Rosa, Daniela Moraes, Maitê Molnar, Rafael Sertori e Rafael Edgar | Figurino: Daíse Neves | Luz: Sandro Borelli | Trilha: Gustavo Domingues | Preparação corporal: José Ricardo Tomaselli, Rodrigo Vieira e Vanessa Macedo | Técnico de luz: Jimmy Wong | Produção Executiva: Iolanda Sinatra | Assistente de produção: Maria Basulto | Estagiários: Diego Hazan, Flávia Tiemi Teraoka e Iolanda Sinatra.

 

20/08 (quinta-feira), das 17h às 19h – Tendal da Lapa

Núcleo Tríade – “- Pender-se 2 -” (intervenção)

“- Pender-se -” busca gerar uma reflexão sobre as noções de apoio, suporte, equilíbrio e estabilidade. Pendidos, os performers  testam a inclinação de seus corpos em relação ao eixo vertical, buscando desequilibrar a relação do corpo com a gravidade e forjar uma situação de ameaça à verticalidade, fragilizando sua representatividade como símbolo de estabilidade e e poder, num exercício de micro-resistência (biopolítica) gerada pela instabilidade.

Duração: 120 min | Classificação: Livre.

Direção: Adriana Macul | Performers: Adriana Macul, Mariana Vaz, Carolina Nóbrega, Monica Galvão e Fabiane Carneiro | Técnico responsável: Felipe Matsumoto.

 

20/08 (quinta-feira),  15h – CEU Inácio Monteiro

Cia Danças Claudia de Souza – “Roda de Pólvora” (espetáculo)

Dentro de uma trajetória de investigação sobre o Samba, que a Cia Danças Claudia de Souza desenvolve desde 2009, “Roda de Pólvora” mergulha no ambiente das sensações e experiências dos rituais das religiões afro-brasileiras; veste-se de um tecido coreográfico, que foi criado e compartilhado entre direção e intérpretes, estabelecendo um estado de ritual que percorre todo espetáculo. 

Duração: 50 min | Classificação: Livre.

Direção Geral: Claudia de Souza | Elenco: Bruna Petito, Claudia de Souza, Cristiana de Souza, Rozmari Araruna e Yeda Peres | Orientadores: Patrícia Zuppi, Ana Terra, Cassia Navas e Nirvana Marinho Iluminador: Décio Filho | Coordenação de produção: Cristiane Klein (Dionísio Produção) 

 

20/08 (quinta-feira), 17h – Em frente ao Teatro Municipal

iN SAiO Cia. de Arte – “Novos experimentos” (espetáculo de rua)

A proposta busca relações de aproximação com o espaço e o público, em que o movimento escreve como matéria-prima de experimentação e decifração de desejos. Sempre com música ao vivo, a coreografia acontece em jogo: o corpo se reorganiza a partir dos espaços e a paisagem ganha novas dinâmicas. A visualidade do trabalho é condicionada à arquitetura e demais elementos de cada local onde é apresentado.

Duração: 45 min | Classificação: Livre.

Direção geral, Concepção e Coreografia: Claudia Palma | Intérpretes criadores: Cristina Ávila, Felipe Teixeira, Mariana Molinos, Renato Vasconcellos, Natalia Franciscone, Thiago Sancho | Trilha sonora ao vivo: Renato Jimenez ou Ramiro Murillo | Filósofo: Rodrigo Vilalba | Produção: Cristiane Klein (Dionísio Produção Cultural) | Assistência de produção: Cristina Ávila.

 

20/08 (quinta-feira), 20h – Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança – “D’Existir” (espetáculo)

 

“D’Existir” é um solo de dança/teatro baseado em pesquisas da atriz e bailarina Mariana Muniz sobre o tema da morte. Com referência poética no texto Mal Visto Mal Dito, de Samuel Beckett, faz uma viagem imaginária pelo tempo, impulsionada pelos gestos e movimentos de um corpo que se questiona e se revê em sua trajetória cênica pela vida.

Duração: 50 min | Classificação: Livre.

Direção, Concepção e Atuação: Mariana Muniz | Assistência de direção: Claudio Gimenez | Supervisão Geral: Eduardo Tolentino de Araújo | Artista provocadora: Clara Carvalho | Música composta: Celso Nascimento  | Figurinista: Fábio Namatame | Produção:Talita Bretas e Natália Gresenberg. 

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