Mônica Salmaso & André Mehmari no Theatro Net Rio apresenta

Cantora e pianista farão apenas uma apresentação, dia 26 de abril, às 21h.

Mônica Salmaso & André Mehmari (foto: Myriam Vilas Boas)
Mônica Salmaso & André Mehmari (foto: Myriam Vilas Boas)

O Theatro Net Rio apresenta, dia 26 de abril, a cantora Mônica Salmaso e o pianista André Mehmari, interpretando canções de Dorival Caymmi, Ary Barroso e do próprio Mehmari, além de composições do português Mário Laginho e do venezuelano Simón Diaz.

O encontro
A cantora Mônica Salmaso e o pianista André Mehmari se conheceram em 2001. Tocaram juntos e gostaram do resultado. E continuaram a se encontrar, buscando repertório para o que hoje é um projeto paralelo às carreiras individuais dos artistas. “É amizade musical”, define Mônica. “Quando existe afinidade, o encontro vira diálogo. É como quando encontramos um amigo: sempre tem assunto para conversar, para fazer música”, acrescenta.

Mônica Salmaso
Nascida em São Paulo em 1971, Mônica Salmaso começou sua carreira na peça “O Concílio do Amor”, dirigida pelo premiado diretor Gabriel Villela em 1989. Em 1995, gravou o CD “Afro-Sambas”, arranjado e produzido pelo violonista Paulo Bellinati, contendo todos os afro-sambas compostos por Baden Powell e Vinícius de Moraes. Foi indicada ao Prêmio Sharp de 1997 como revelação na categoria MPB. Em 1998, lançou o CD “Trampolim”, com a produção de Rodolfo Stroeter e as participações de Naná Vasconcelos, Toninho Ferragutti e Paulo Bellinati, entre outros. Foi vencedora do Segundo Prêmio Visa MPB – Edição Vocal, pelo júri e aclamação popular em 1999. No mesmo ano, gravou o CD “Voadeira”, também produzido por Rodolfo Stroeter. Participam do disco Marcos Suzano, Benjamim Taubkin, Toninho Ferragutti, Paulo Bellinati e Nailor “Proveta” Azevedo, entre outros. Foi ganhadora do Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) de 1999.  Foi a convidada especial de uma das noites do Heineken Concerts em 2000.

Participou da trilha “O Corpo”, composta por Arnaldo Antunes para o Grupo Corpo em 2000. Na edição do dia 4 de fevereiro de 2002 do “The New York Times”, o crítico Jon Pareles coloca Mônica Salmaso como um dos principais nomes surgidos recentemente na música popular brasileira.  Lançou seu quarto CD, “Iaiá”, em 2004, pela Biscoito Fino.  Participou com destaque cantando no filme “Vinícius” sobre a vida e obra de Vinícius de Moraes, dirigido por Miguel Faria Jr.

Participou do CD “Carioca” de Chico Buarque cantando a música “Imagina”, de Chico Buarque e Tom Jobim; e do CD “Tantas Marés”, de Edu Lobo, cantando a música “Primeira Cantiga”, de Edu Lobo e Paulo César Pinheiro. Participou da trilha “Sem Mim”,  composta por José Miguel Wisnick e Carlos Nuñes para o Grupo Corpo em 2011.

Lançou em 2007 seu quinto CD “Noites de gala, samba na rua” com músicas de Chico Buarque e participação especial do grupo Pau Brasil. O mesmo trabalho gerou um DVD e um CD ao vivo lançados em 2008.  Em 2011, lançou o CD “Alma Lírica Brasileira” em trio com os músicos Teco Cardoso (sopros) e Nelson Ayres (piano). Em 2012, lançou um DVD sobre o trabalho Alma Lírica Brasileira, dirigido por Walter Carvalho, gravado no teatro Alfa, em São Paulo e lançado em parceria com o Canal Brasil e a gravadora Biscoito Fino, que recebeu o prêmio de melhor DVD no 24° Prêmio da Música Brasileira. Com este concerto, se apresentou em Lisboa Paris e em Bruxelas (as duas últimas cidades e convite das embaixadas brasileiras), além das principais capitais do Brasil.

“…É a melhor voz que ouço nos últimos anos.”- Edu Lobo

“Quando a ouvi fiquei imediatamente fascinado por aquela voz precisa e poderosa que ia dos graves aos agudos com um timbre lindamente próprio. Sua afinação natural é perfeita e está sempre a serviço do sentimento e seus matizes mais fundos.” – José Miguel Wisnik

“…voz quente e ampla, segura nas várias regiões. É uma das revelações vocais femininas dos anos 90.” – Mauro Dias – O Estado de São Paulo

“A paulistana é uma das melhor es vozes da MPB e tem feito discos à sua altura” – Antonio C. Miguel – O Globo – 14/12/99

“Ela é uma estilista, de timbre grave e pessoal com repertório delicadamente colhido… impecável.”- Hugo Suckman – O Globo – 7/12/99

“Uma moça poderosa…. Ela tem um timbre lindo. Sabe tudo de música.”- Leny Andrade

“…uma das melhores vozes surgidas nos últimos tempos.”- Luis Antônio Giron

“Salmaso comes from a theatrical background and her various recording projects seem to indicate that she’s more of a neo-traditionalist singer than anything else. Her voice is a fluent and beautifully colored instrument.” – Philip Van Vleck

“Salmaso does have an exquisite instrument, a stimulating, acutely precise natural voice with a wide range and huge timbric palette that emits effortlessly. Her vocal style has been admired for its purity of tone, perfect intonation, instrumental concept, and highly refined sense of harmonic climax by some of the most important names in Brazilian music.” – Bruce Gilman – journalist from “Brazzil September 1999 Music ” – USA

“Monica Salmaso’s ”Trampolim” (Blue Jackel) is pensive pop as only Brazilians can make it. Her breathy, melting voice is set against just a handful of instruments at a time, making the melodies seem even more cherished.” – Jon Pareles – New York Times – February 4, 2000

“Monica Salmaso has a gorgeous, quintessentially Brazilian voice: quietly lustrous and sustained, suffusing each liquid note with languid secrets.” – Jon Pareles – New York Times – January 15, 2002

“Salmaso’s voice is one of the most attractive to arrive from Brazil in recent memory. But beyond her wide vocal range and warm, velvety timbre, she also worked within musical settings that were filled with subtle creative aspects. (…) She is an artist to be watched, one with extraordinary potential.” – Don Heckman “The LA Times” – September 10, 2002

“Um dos instrumentos mais lindos do mundo é a voz de Mônica Salmaso.” – Arthur Nestrovski – Folha de São Paulo – 01/maio/2004

“She is the most pure singer in Brazil today.(…) Listen to the tonal pattern of her vocal, and you’ll realize she is the most intriguing instrumental soloist on this tune.” – PVV Billboard Magazine – December 04, 2004

André Mehmari
Pianista, arranjador, compositor e multi-instrumentista,  nasceu na cidade de Niterói-RJ em 22 de abril de 1977. Considerado pela crítica “um artista singular de imaginação vibrante e generosa”, André teve seus primeiros contatos com a música através de sua mãe aos cinco anos de idade já em Ribeirão Preto-SP. Mudou-se para São Paulo em 1995, com seu ingresso na ECA-USP. Tornou-se mais conhecido pelo grande público quando venceu, em 1998, o primeiro Prêmio Visa de MPB. Apontado como uma das revelações da música brasileira recente e premiado tanto na área erudita (Concurso Nacional de Composição Camargo Guarnieri) quanto popular (Prêmio Visa, Nascente-USP) , André já teve suas composições e arranjos tocados por alguns dos mais expressivos grupos orquestrais e de câmara brasileiros, entre eles OSESP, OSUSP, Banda Sinfônica do Estado (para a qual compôs “Enigmas” em 1999), OER, Jazz Sinfônica, Quarteto da Cidade de São Paulo, Quinteto Villa-Lobos e Sujeito a Guincho.

Como instrumentista já atuou e gravou com importantes artistas da MPB como Mônica Salmaso, Sérgio Santos, Joyce, Milton Nascimento, Guinga, Toninho Horta e Dori Caymmi. Em seu mais recente CD solo, apresenta além de composições próprias, recriações de clássicos da nossa música popular em arranjos de grande originalidade. “Piano e voz”, lançado em 2005, disco em parceria com a cantora Ná Ozetti, já é considerado uma obra-prima pela crítica especializada.

Outros trabalhos importantes são as composições “Quinteto Angelus”, para piano e cordas, encomendado pelo Quarteto de São Paulo para comemoração de seus 70 anos e “Suíte de Danças Reais e Imaginárias”, encomendado pela OSESP e estreada na programação de 2006. Recebeu o prêmio Carlos Gomes na categoria revelação do ano e foi apontado compositor residente da Banda Sinfônica do Estado.

Recentemente criou música orquestral para a abertura oficial dos Jogos Panamericanos Rio 2007 e teve uma obra estreada pela pianista Maria João Pires, na Europa.
Gravou ‘Contínua Amizade’, em parceria com Hamilton de Holanda, e ‘De Árvores e Valsas…’, inteiramente dedicado `as suas composições. Encerrou a temporada de câmara da OSESP 2008, na Sala São Paulo, com lotação máxima, em um concerto histórico. Lançou em 2009 o álbum “Miramari”, com o clarinetista italiano Gabriele Mirabassi. Com “Nonada”, foi indicado ao Grammy latino em 2008. Idealizou e estreou “Afetos”, um projeto que estabelece pontes entre a música barroca e a canção brasileira.

(…) Aos 29 anos, André Mehmari personifica a alma criativa brasileira. Isto é, sua música não tem fronteiras nem adjetivos. Tanto pode encapsular uma evolução harmônica inaudita que caminha vários séculos num arranjo de uma ária de Monteverdi quanto improvisar como o melhor dos melhores no reino do jazz e da música popular instrumental. Pilota um cravo com a mesma tranquilidade com que escreve para orquestra (parece ter algumas décadas a mais de vida, tamanho o domínio da escrita musical). (…) é lírico como Jobim e atrevido no piano como Brad Mehldau) (…) – João Marcos Coelho – O Estado de São Paulo.

“André Mehmari tornou-se uma referência para os novos pianistas – e vem causando espanto entre os veteranos, pela inteligência harmônica, a capacidade de improviso, a qualidade da composição, o conhecimento profundo da música brasileira. (…) Já consta da lista de nossos grandes instrumentistas de qualquer  tempo. ” – Mauro Dias / O Estado de São Paulo.

“Ninguém toca assim no Brasil, e pouca gente fora. “ – Arthur Nestrovski / Folha de São Paulo.

“O fluminense André Mehmari é, aos 21 anos, um artista singular. Dono de um lirismo novo, mostra-se capaz de revisitar o romantismo sob um prisma entregue e humorado. Como tem cabeça de compositor, ele, de fato, compõe, mesmo quando se põe a improvisar sobre ideias alheias.(…) Cria músicas novas, partindo de certos elementos dessas melodias,fazendo verdadeiras expedições sonoras.” – J.Jota de Moraes / Jornal da Tarde.

“(…)Lachrimae, de André Mehmari, é uma surpresa impressionante. Com uma mescla de canções clássicas (Só Louco, Dindi, Francisco, Pra dizer adeus e Carinhoso) e composições de Mehmari, o disco cria um novo patamar de qualidade na música brasileira. – João Paulo, O Estado de Minas, a respeito do CD “Lachrimae”, em março de 2004.

Site: www.andremehmari.com.br

SERVIÇO:

“Mônica Salmaso & André Mehmari “

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Ingresso: R$ 120,00 (plateia e frisas) R$ 90,00 (balcão).

Direito à meia entrada e descontos :  http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Horário: 21h.

Data: 26 de abril.

Classificação: 12 anos.

Duração: 60 minutos.

Capacidade do Teatro: 622 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas pela internet:  www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido – (11) 4003 – 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido – (11) 4003 – 2051
Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone – (11) 4003 – 1212
Horário de funcionamento – Todos os dias das 10h às 18h.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Carolina Hiller – relacionamento@brainstorming.art.br 

Somente pelo telefone: (21) 96629 – 0012
Horário de atendimento – De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.

Acessibilidade
Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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