Mais de duas décadas com Mc Marcinho

Mc Marcinho completou 20 anos de carreira e, mesmo depois de todo esse tempo, o Príncipe do Funk ainda traz novidades. Marcinho agora se apresenta com uma banda que inclui baixo, violão, teclado e DJ. A nova roupagem do trabalho do mc evidencia a diversidade do funk além do “batidão”. 

Atualmente, Marcinho trabalha o hit, “Desce Travando”, que já conquistou o público e as rádios. Durante os shows, Mc Marcinho empolga a multidão com sucessos consagrados e sempre presentes na ponta da língua dos fãs. Além da agenda constantemente lotada de apresentações, Marcinho lançou, em 2011, o DVD “Tudo é Festa”, que teve como palco o Circo Voador.

O DVD foi uma das primeiras ações do retorno do mc, depois do acidente de automóvel que o afastou um ano e meio dos palcos, e uma prévia do que viria pela frente, chegando com a promessa de botar todo mundo para dançar, da periferia à Zona Sul. Conseguiu.

Mc Marcinho nasceu Márcio André Nepomuceno Garcia, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, filho de uma dona de casa e de um marceneiro que também era sambista.  Teve como influências Roberto Carlos, Tim Maia, Sandra de Sá, Jorge Benjor e Raça Negra. O pontapé inicial da sua carreira se deu quando pediu para cantar em um festival de Rap, no Zios Club, realizado na sua cidade natal, em 1994, e aproveitou a oportunidade para mostrar seu talento.

Nessa época, Marcinho compôs seu primeiro rap, o “Rap do Solitário”, e de lá para cá não parou mais. O mc não venceu o festival, mas o sucesso da sua música foi tamanho que conseguiu ser incluído na programação das rádios. Daí, para começar a fazer shows, foi um pulo.

Desde então, Mc Marcinho percorreu um longo caminho. Foram sete CDs lançados e um DVD, além de centenas de shows, entrevistas, parcerias e participações especiais. Suas letras, que sempre exaltam o amor, trabalham com o intuito de influenciar positivamente a nova geração e resgatar o romantismo e o cunho social característicos do funk melody. Marcinho segue sua carreira consagrado como o Príncipe do funk, e reconhecido como ícone do ritmo e dos “bons tempos”, quando a paz reinava absoluta nos bailes.