Livros Evolução e O Elo são lançamentos de ficção científica

Qual seria a reação da humanidade quando descoberto que o Sistema Solar vai ser dizimado? Quais as providências dos governantes? Qual a saída para a sobrevivência dos seres vivos? Quais os valores e os horrores que a humanidade vai carregar em seu DNA?

As questões serão respondidas nos dois livros da saga de ficção científica que o autor Henrique Flory criou para mostrar que a tecnologia de ponta, descobertas de manipulação genética e uso da inteligência artificial têm o ônus e o bônus, mas nada se compara aos valores, medos, vícios e desvios de caráter que o ser humano carrega em seu DNA.

“Sempre escrevi livros, relatos de vida e projetos acadêmicos. Estudei no ITA, na FGV e em Harvard. Como gosto muito de estudar e o gênero ficção científica me atrai muito, usei informações, criatividade e conteúdo factual de comportamento para montar uma reflexão sobre o valor da vida humana e de todos os seres vivos que habitam a Terra, numa realidade extrema que vai moldar um tipo de mundo que mescla real e virtual, com valores e sentimentos inerentes ao homem, como: disputas, ódios, medos, corrupção, solidariedade, inveja, amor, ciúmes, entre outros. A busca pelo mundo perfeito nunca vai ser alcançado porque as variáveis sempre terão a emoção como tempero da razão”, explica Henrique Flory.

EVOLUÇÃO
O planeta Terra e todo sistema solar estão ameaçados de extinção depois que um astrofísico descobre um buraco negro em direção ao sol e uma geneticista estuda um vírus que causará uma epidemia. Ambos, com ligações com outras personagens ligadas ao poder, vão ajudar a decidir o futuro da sobrevivência dos seres vivos. Decide-se por construir naves espaciais geracionais para preservar a vida.

É nesse cenário, que Henrique Flory desenvolve em 324 páginas e 26 capítulos a luta pela sobrevivência. Enquanto o autor mostra uma realidade construída com informações de estudos científicos e um olhar lúdico de como será o futuro com a interatividade digital, os lados de luz e trevas que todo ser humano carrega, tem seu ápice das disputas pela vida.

O livro é carregado de discussões factuais: aquecimento global, teorias do buraco negro de Stephen Hawking, vírus globais (como Aids e Ebola), estações espaciais, guerras, ligação holográfica, disputas de poder e suas consequências aos cidadãos.

Mas são as características comportamentais e valores que mexem com o leitor: disputa de poder, sabotagem, negligência, chantagem, ternura e amor, que se mesclam ao tenso clima de ações para a sobrevivência da humanidade.

Qual será o papel do homem nessa nova era cósmica? Essa pergunta e a narrativa curta, ágil, rápida, como precisa ser a decisão dos governantes prendem a atenção do leitor.

Personagens da trama são inspirados em ícones da história da humanidade, sem seus momentos mais delicados, como o senador Mac Artney inspirado em Joseph Mc Carthy, do pós-II Guerra, e perseguição como o chamado marcatismo; ou ações com relação ao horror do nazismo, com os guetos do Dream City do livro; referência à mitologia grega como a barca do inferno de Caronte.

Nos cinco anos da descoberta do buraco negro que vai acabar com o sistema solar até a sobrevivência em naves espaciais, muitos dramas vão possibilitar uma reflexão sobre os valores pessoais e a ética.

 

O ELO

Inicialmente elaborado como um roteiro para um game, O ELO é a sequência do livro Evolução, que em 200 páginas e 31 capítulos, o leitor vai saber que tipo de humanidade foi criada, três mil anos depois, na colônia, que se salvou da explosão do Sol e se abrigou na sombra do que sobrou de Júpiter. Como manter a memória do que era a Terra.

Com diálogos ricos em detalhes e densos nas reflexões, o Elo vai abordar a clonagem e a inteligência artificial nas relações pessoais, nas disputas que vão envolver corrupção, estratégias competitivas em cenários acadêmicos e lúdicos da lembrança de quem conheceu a Terra – a universidade de Harvard (Estados Unidos) e Jericoacoara (Brasil).

O livro aborda marcas mundiais como a Embraer, a Kennedy School e o ITA, as artes – com o poema de Cântico Negro de José Régio (1901-1969) que permanece como o grito da juventude à procura de si e da sua singularidade.

 

 

Ficha Técnica

Autor – Henrique Flory

Livro – Evolução   

Livro – O Elo

Editora – Arte & Ciência

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