O Rio de Janeiro terá de volta no próximo dia 27 de julho um dos seus prédios mais charmosos. Após dois anos e meio de obras que recuperaram décadas de abandono, serão retirados os tapumes que cercam o antigo “Grande Hotel Bragança”, ao lado dos Arcos da Lapa, endereço que já hospedou nomes como Noel Rosa e Di Cavalcanti. O edifício famoso pelos dois torreões que arrematam seu telhado foi completamente recuperado e transformado no 55/RIO Hotel, nome que homenageia o país e a cidade.

O 55/RIO Hotel é resultado do investimento de dois grupos: o brasileiro Gamaro e o norte-americano Klaff Realty. O empreendimento exigiu um investimento de R$ 60 milhões aplicados no restauro das características originais das fachadas do prédio de estilo arquitetônico eclético, na construção de um anexo e nas instalações, para oferecer 120 apartamentos, além do bar e do restaurante que serão abertos ao público.

A obra também recuperou o prédio vizinho que, apesar de ter sido incorporado ao novo hotel, manteve suas características arquitetônicas originais preservadas. Nesse conjunto de frente dos dois edifícios antigos, ficam as 14 suítes mais imponentes do 55/RIO Hotel, duas delas com pé direito duplo, 37m² de área e decoração que mescla peças antigas com outras de design mais arrojado. Já na parte de trás do terreno foi erguido o anexo de vidro, aço e concreto num estilo totalmente moderno, arquitetonicamente e visualmente independente do prédio antigo. Em seus oito pavimentos estão dispostos 106 quartos, uma academia de ginástica e um terraço que, pelo imenso potencial da vista e da localização do Hotel, tem vocação de se transformar em um verdadeiro “Point” da noite na Lapa. Localizado no último andar do edifício e cercado apenas por um guarda corpo de vidro transparente, o espaço dará aos seus visitantes um angulo único da cidade, com pano de fundo os Arcos da Lapa e a Catedral do Rio de Janeiro. O contraste entre o que há de mais moderno e o resgate do passado foi a tônica dessa obra que contou com a experiência e criatividade do arquiteto Jean de Just para o Projeto de Decoração.

“O projeto de decoração teve como objetivo fazer com que os hóspedes se sintam em uma casa. As áreas comuns são modernas mas, ao mesmo tempo aconchegantes, com detalhes como os sofás do lobby que se encaixam nas portas-janelas e criam espaços íntimos dentro de uma enorme área. Nos quartos localizados no bloco antigo, também usamos cores específicas e um estilo mas intimista para dar essa sensação de lar.  Já nas suítes do anexo, mais modernas, inserimos detalhes que dão personalidade como papel de parede, almofadas e quadros de fotos.”, afirma Jean de Just.

Para ressaltar e destacar a separação dos dois prédios, entre o antigo e o moderno, no pátio interno onde ficam algumas das mesas do restaurante, os visitantes irão se deparar com um enorme grafite obra de um artista conhecido como “Vermelho”. Quem ficar hospedado no novo hotel terá também indícios do que foi o passado do prédio erguido entre os anos de 1908 e 1910. As paredes do lobby e de alguns quartos, por exemplo, revelam a estrutura de pedras que sustenta a construção. Detalhes na decoração também dão pistas de outras épocas. Alguns elementos originais (como portas e janelas) foram reaproveitados e transformados em biombos que decoram o pátio interno e as suítes Máster. Já o piso do lobby traz mosaicos de ladrilhos hidráulicos de diferentes momentos do edifício. Toda a obra contou com o apoio de órgãos públicos de Patrimônio que ajudaram, por exemplo, na definição das cores empregadas nas fachadas e na identificação de características fundamentais que deveriam ser protegidas.

“Nosso objetivo sempre foi a realização de um projeto hoteleiro moderno restaurando uma das construções mais significativas do Rio de Janeiro e colaborando para a revitalização da Lapa” afirma Angela Freitas, investidora pelo Grupo Gamaro, responsável pela condução de toda a iniciativa.

“A nossa proposta comercial é claramente focada no mercado corporativo, mas a localização, a qualidade e o charme desta oferta representará também uma escolha natural para clientes do Meio Artístico como músicos da vizinha Sala Cecilia Meireles ou turistas participando de eventos ligados à cultura na Cidade”, ressalta Alessandro Innocenzi, Diretor Geral do 55/RIO Hotel.

A partir do dia 27 de Julho de 2016, o número 9 da Avenida Visconde de Maranguape tem tudo para voltar a brilhar e a encantar cariocas e turistas.

WWW.55RIO.COM.BR

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