Dinossauros e pelancas

Divertido e emocionante!

Com direção de Juliana Linhares e dramaturgia de Clarice Lissovsky, a peça infantil Dinossauros e Pelancas volta ao Rio de Janeiro um ano após a estreia, desta vez convidada para quatro finais de semana no Teatro Ipanema, a partir de 16 de julho de 2016.

DivulgaçãoO espetáculo, dedicado a todos os avós “que tiveram muito trabalho para fazer tudo que existe no mundo”, traz 6 jovens atores que estimulam a imaginação da plateia para o mundo encantado das crianças, onde tudo pode, tudo é permitido e os nexos vão sendo criados conforme o desejo da brincadeira… com projeção, música ao vivo e um fio de imaginação sem fim. “…Victor:Eu conheci uma menina que conheceu uma menina que de tanto olhar pro próprio bigo, entrou pra dentro dele. Primeiro a cabeça, depois os dedos, braços, tronco, pernas. Nunca mais ela saiu. Antigamente era comum as pessoas terem mais de um bigo. Eram dois ou três bigos. Hoje todo mundo só tem um, ai o nome ficou assim: umbigo. Fico pensando que se a menina morasse no tempo em que as pessoas tinham mais de um bigo, talvez ela não tivesse entrado pra dentro dele. Ou tivesse que se dividir para entrar nos bigos. Será que no futuro a gente não vai ter mais nenhum bigo? Aí a gente vai poder olhar só pra frente. E vamos ver coisas que a gente não viu, porque estávamos muito ocupados olhando pro bigo”. 
 

O espetáculo convida a se divertir, sorrir, até gargalhar e, claro, se emocionar (e os adultos também têm esse direito) e cantar. Entre uma brincadeira e outra, forma-se uma banda com guitarra, baixo, cajon, sax, escaleta e tecladinho.

“Dinossauros e Pelancas é uma peça de engrenagem. Uma máquina de fazer estrelas. Um manifesto onírico pela subjetividade do universo infantil. Uma história sem pé nem cabeça. Seis pontinhos no meio do infinito, cada um com 7 octilhões de átomos. Uma brincadeira com as possibilidades de narrar, constituir uma banda, inventar histórias. Do buraco na parede do cenário, desfiam-se histórias que atravessam a imaginação, podendo falar do início do mundo aos buracos de saudade que se abrem quando uma vovó parte. A pergunta que nos cerca é “como podemos preencher nossos buracos?”, define Clarice Lissovsky.

Elenco
Fernanda Nascimento (Natália Araújo), Jefferson Zelma, Sérgio Kauffmann, Vanessa Garcia, Victor Seixas e Vittória Braun.

Histórico
Estreou em maio de 2015, no teatro da Unirio, na Urca. Já esteve em circuito pelo SESC nas cidades do Estado do Rio: Teresópolis, Barra Mansa, Três Rios, Nova Iguaçu, São João de Meriti, São Gonçalo e Niterói. Também em Mangaratiba (fora do circuito). Em festivais, como o FETO, em Belo Horizonte/MG, ganhou o prêmio de Dramaturgia da Cena.

Após essa temporada, a peça já está selecionada para apresentações no 2º semestre de 2016, pelo edital do Teatro Glaucio Gil (em Copacabana, no Rio).

SERVIÇO

Teatro Ipanema (222 lugares)
Rua Prudente de Morais, 824, Ipanema – telefone: 3594-2690
Reestreia: 16jul16
Sábados e domingos: dias 16 e17; 23 e 24; 30 e 31/7/16. E 6 e 7/8/16.
Horário: 16h.
Duração: 1 hora.
Preço: R$ 30 reais (trinta reais a inteira)
Bilheteria: 15h/20h (sex a dom); a partir das 15h (quarta e quinta)
LIVRE – Idade recomendada: a partir de 4 anos
Até dia 7 de agosto (domingo).

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