“Curupira” no Teatro Municipal Maria Clara Machado

TURNÊ NACIONAL 20 ANOS DE CURUPIRA/1995-2015

Uma encenação de RICARDO SCHÖPKE

Dramaturgia de ROGER MELLO

Vencedor do NOBEL DE LITERATURA INFANTOJUVENIL/PRÊMIO

DINAMARQUÊS HANS CHRISTIAN ANDERSEN 2014 DE MELHOR ILUSTRADOR DO MUNDO, PELO CONJUNTO DE TODA A SUA OBRA

TOTAL DE APRESENTAÇÕES
254 espetáculos, ao longo de 20 anos

PÚBLICO
154.600 espectadores

“O espetáculo ‘Curupira’ integra o Circuito Cultural Rio, idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Prefeitura do Rio, para a programação cultural dos períodos Olímpico e Paralímpico, que vai de maio a setembro de 2016”.

A Cia Boto-Vermelho – com direção artística do encenador teuto-brasileiro Ricardo Schöpke – completou em 2014 vinte anos de fundação, e o espetáculo “Curupira” de Roger Mello completou em 2015/2016, 20 anos de encenação.

“Curupira” tem a sua escrita cênica baseada em estudos aprofundados da Cia Boto-Vermelho nas teorias do encenador alemão Bertolt Brecht: uma dramaturgia que dialoga com temáticas da sociedade contemporânea, a quebra da quarta parede, o distanciamento épico, a utilização de uma cenografia utilitária de Ricardo Schöpke – que se utiliza apenas de objetos essenciais para a construção da cena teatral -, e a arquitetura de luz, assinada também por Schöpke, como uma personagem que vai desenhando os espaços geográficos cênicos, os caminhos que levam à mata, e a própria mata.

A dramaturgia de Roger Mello nos dá uma construção de texto que vai desvendando aos poucos os mistérios deste ser lendário, e nos proporciona um final surpreendente onde podemos perceber a junção de um grande quebra-cabeças que nos é apresentado, peça a peça, durante o espetáculo.

O Espetáculo “Curupira”
A trilha sonora do espetáculo é composta de intervenções musicais ao vivo -percussivas e eletrônicas -, e de músicas mecânicas inéditas do grande maestro brasileiro, e conhecido internacionalmente, Villa-Lobos, e também de canto pelos atores Ricardo Schöpke e Alain Catein, e pela atriz/ cantora de óperas Chiara Santoro e Sophia Dornellas, que interpretam músicas populares e cantigas brasileiras.

A concepção cenográfica é composta também de folhas secas cobrindo todo o espaço cênico, e a mata é toda criada através de uma refinada arquitetura de luz – que desenha o interior da mata e seus diversos caminhos. Uma cenografia clara, limpa e que vai se desenvolvendo aos poucos diante dos olhos dos espectadores. Os figurinos de Mauro Leite são alegorias que preenchem os espaços e determinam a origem, e a personalidade, de cada uma das personagens. O Velho da Mata traz em si galhos de uma árvore milenar, a Velha da Embolada, quinquilharias que são pegas em toda a sua trajetória, e a Mariposinha traz em si o sincretismo religioso e as luzes das estrelas. Utilizamos também na encenação as técnicas milenares do teatro de sombras, máscaras populares gigantes, bonecos de dedos, e manipulação direta de títeres com cordas.

O espetáculo “Curupira”, único infantil convidado para se apresentar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no mês de julho de 1995, no Rio de Janeiro, concorreu a seis Prêmios Mambembe/1995 nas categorias de melhor autor, diretor, ator, figurino, categoria especial e cinco melhores do ano, e ao Prêmio Isnard Azevedo nas categorias de ator, iluminação e figurino. Recebeu o Prêmio Coca-Cola de 1995 de Melhor Iluminação e o Prêmio Isnard Azevedo de Melhor Figurino. Nestes seus 20 anos de carreira – e sucesso – já percorreu diversas cidades do Brasil; nos seguintes estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Brasília. O espetáculo realizou também a impressionante marca de 250 sessões, para um público estimado em 152.200 espectadores. Em São Paulo o espetáculo é recomendado pelo crítico Dib Carneiro Neto no ESTADO DE SÃO PAULO.

“Curupira”  foi considerado também pelo Clube do Assinante como um dos melhores espetáculos do ano de 1995, considerado como a Companhia de melhor relação de produção com o CCBB em 1995, recebeu um prêmio pela participação no 4o Festival de Teatro Infantil de Blumenau, foi selecionado por Karen Acioly para o projeto Altamente Recomendável da Prefeitura do Rio de Janeiro para apresentações nas Lonas Culturais, selecionado para o Festival de Teatro de Resende, selecionado também para apresentação no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília em 2004 e para o 28º Prêmio PASCHOALINO de Teatro da FETAERJ em 2006, para o FITA em 2010, para o FESTIVAL DE INVERNO SESC- MOSTRA CBTIJ em 2010, para o 7o PEQUENO

GRANDE ENCONTRO DE TEATRO PARA CRIANÇAS DE TODAS AS IDADES em 2016 e para o 9º FENATIFS em 2016.

CIRCUITO CULTURAL RIO
Idealizado pela Prefeitura do Rio, o Circuito Cultural Rio conta com mais de 700 atrações, selecionadas e patrocinadas por meio dos editais da Secretaria Municipal de Cultura, que serão apresentadas em mais de 100 espaços culturais espalhados por toda a Cidade, além dos eventos que acontecem ao ar livre. Com peças de teatro, exposições, shows, espetáculos de dança, atrações circenses, eventos de gastronomia, manifestações de rua, saraus, bailes e afins, o Circuito Cultural Rio vai possibilitar uma experiência integral da diversidade cultural carioca. 

SINOPSE
Dois irmãos, encontram-se em uma mata fechada, no interior de Minas Gerais, numa noite de lua cheia, na companhia de estranhos personagens da região: o Velho da Mata, a Velha da Embolada, a Mariposinha, e de gritos e assovios, que prenunciam a presença de um curupira pelas redondezas. Diz que Curupira faz caçador se perder na mata em dia de sexta-feira!!! Um assobio aqui, outro mais adiante e quando se vê…não tem mais jeito. Não tem mais volta. É assim o Curupira: protetor de um lado, assustador de outro. Meio bicho, meio gente, meio assombração – se é que pode haver três meios.

REPERTÓRIO
JOÃO POR UM FIO (2011)
DISPARE (2011)
TERRA S.A (2009)
ACROBATAS (2005)
AH, CAMBAXIRRA SE EU PUDESSE (2003)
CAMINHOS DE JOÃO BRANDÃO (2002)
SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO (2001)
UM PEQUENO PRÍNCIPE (1999)
QUE BICHO SERÁ (1997)
PIETRO E PIETRINA (1996)
A ESTRANHA MÁQUINA EXTRAVIADA (1996)
CAAPORA (1996)
O PAÍS DOS MASTODONTES (1994)

FICHA TÉCINCA
Dramaturgia e pesquisa musical  Roger Mello
Tradução Alain Catein
Encenação, direção de arte, direção de movimento, arquitetura de luz, cenografia e pesquisa musical Ricardo Schöpke
Elenco Ricardo Schöpke, Chiara Santoro/Sophia Dornellas e Alain Catein
Músicas originais Villa-Lobos
Direção musical e canto Chiara Santoro
Percussionista e músico Carlos Poubel
Figurinos Mauro Leite
Confecção dos títeres e animação Alzira de Andrade
Sombrista Rita Spier
Manutenção de títeres Marcio Newlands
Técnico de luz e operador Rodrigo Lopes
Camareira Luiza Martins
Costureira Maria de Jesus
Assessoria de imprensa Cia Boto-Vermelho Assessoria
Produção e realização Cia Boto-Vermelho

SERVIÇO

Espetáculo: “Curupira”
Local: Teatro Municipal Maria Clara Machado
Endereço: Avenida Padre Leonel Franca, 240- Gávea.
Informações: (21) 2274-7722
Temporada: de 04 de junho a 31 de julho.
Pré-estreia: dia 04 de junho.
Estreia para convidados: 11 de junho
Horários: Sábados e domingos às 16h.
Horário de funciomento da Bilheteria: de quarta a domingo de 14h às 20h.
Gênero: Aventura
Duração: 60 min.
Classificação: Livre
Preços: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia), R$ 15,00 (Passaporte Olímpico Cultural).
Capacidade: 120 lugares.

Página no Facebook:
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