Como me tornei estúpido

    Reestreia dia 07 de abril, no Teatro Clara Nunes – Shopping da Gávea

    DivulgaçãoApós temporada de sucesso no Sesc Ginástico e elogiado pela crítica especializada, obra do autor francês Martin Page volta ao palco oferecendo ao público acidez, dinamismo e irreverência em espetáculo que reflete de forma bem humorada sobre questões sociais que controlam a maioria dos cidadãos.

    A peça, com direção de Sergio Módena, mostra dez passos para uma pessoa tornar-se estúpida e deixar de lado sua inteligência, a responsável pela dolorosa consciência da banalidade da vida.

    “Como me Tornei Estúpido”, originalmente um livro escrito pelo jovem autor francês Martin Page, conta, de forma bem-humorada, a história de Antônio, um sujeito que é contrário às normas e imposições sociais que controlam a maioria dos cidadãos. O projeto conta com Sergio Módena na direção e Pedro Kosovski na dramaturgia. Ao se distanciar da linguagem realista, o espetáculo opta por retratar ludicamente a espiral de pensamentos delirantes do protagonista. Pensamentos estes que, muitas vezes, são bem vindas divagações sobre aquilo que chamamos viver.

    Na peça, o personagem enxerga a sua própria inteligência como um perigo iminente, pois seria ela a responsável pela dolorosa consciência da banalidade da vida. Ou seja, a sua sabedoria é também o seu maior fardo. Decide, então, buscar uma solução para o problema: tornar-se estúpido. Desse modo, ao se transformar num sujeito ordinariamente comum, poderá finalmente viver sossegado num mundo caótico e sem sentido.

    O espetáculo, através de uma linguagem dinâmica, transpõe para a cena o humor sarcástico da obra original para narrar a saga desse anti-herói do mundo contemporâneo. Através de uma concepção baseada em diversas referências à cultura pop, texto e direção propõem um diálogo com as plateias interessadas na reflexão do mundo atual.

    No palco, os atores interpretam a imensa variedade de personagens, brincando constantemente com a teatralidade das situações inusitadas que surgem no desenrolar das histórias.

    O projeto é idealizado por Alexandre Barros, Gustavo Wabner, Marino Rocha e Sérgio Módena e tem como ator convidado Rodrigo Fagundes.

    SINOPSE
    Humor ácido e rebeldia são as principais bases de espetáculo que vai contra uma sociedade que exige a estupidez como passaporte e oferece a massificação como recompensa. Antônio, personagem de Alexandre Barros, enxerga a sua própria inteligência como um perigo iminente, pois seria ela a responsável pela dolorosa consciência da banalidade da vida. Ou seja, a sua sabedoria é também o seu maior fardo. Decide, então, buscar uma solução para o problema: tornar-se estúpido.

    SERVIÇO
    COMO ME TORNEI ESTÚPIDO
    Reestreia: 07 de abril, às 20h.
    Temporada: 07 de abril a 29 de maio de 2016
    Horário: Quinta a sábado às 21:00 e domingo às 20:00.
    Local: Teatro Clara Nunes – Shopping Da Gávea – Marques de São Vicente, 52
    Telefone: (21) 2274-9696
    Bilheteria: das 13h às 20h
    Lotação: 435 lugares.
    Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos.
    Duração: 80 minutos
    Gênero: Comédia
    Ingressos: R$70 (inteira), R$35,00 (meia-entrada)

    FICHA TÉCNICA
    Elenco ALEXANDRE BARROS, GUSTAVO WABNER, MARINO ROCHA E RODRIGO FAGUNDES
    Livre adaptação da obra de: MARTIN PAGE
    Dramaturgia: PEDRO KOSOVSKI
    Direção: SERGIO MÓDENA
    Iluminação FERNANDA E TIAGO MANTOVANI
    Cenário: SERGIO MÓDENA e CARLOS AUGUSTO CAMPOS
    Figurinos: FLAVIO SOUZA
    Trilha Sonora: MARCELO ALONSO NEVES
    Projeto Gráfico: GUSTAVO WABNER
    Foto: DESIRÉE DO VALLE
    Registro Audiovisual: EDUARDO CHAMON
    Assessoria de Imprensa: DUETTO COMUNICAÇÃO
    Cenotécnico ARTICULAÇÃO CENOGRAFIA
    Assistente de Produção: TAIANA STORK E PEDRO PEDRUZZI
    Direção de Produção: ANA PAULA ABREU e RENATA BLASI
    Produção: DIÁLOGO DA ARTE PRODUÇÕES CULTURAIS
    Produtores Associados: ALEXANDRE BARROS, GUSTAVO WABNER, MARINO ROCHA E SERGIO MÓDENA
    Idealização: ALEXANDRE BARROS, GUSTAVO WABNER, MARINO ROCHA, SERGIO MÓDENA E PABLO SANÁBIO

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