Alessandra Negrini abre o Cena Brasil Internacional no CCBB

Em junho, Cena Brasil Internacional leva ao CCBB Rio espetáculos da cena contemporânea nacional e internacional

Sonata fantasma bandeirante (foto: Lenise Pinheiro)
Sonata fantasma bandeirante (foto: Lenise Pinheiro)

Entre 1º e 12 de junho, a 5ª edição do Cena Brasil Internacional ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro com espetáculos de teatro, performance, música e dança. Ao todo, o festival recebe 11 companhias (12 atrações no total), sendo quatro nacionais e sete internacionais de cinco países (Argentina, Bulgária, Chile, Espanha e Portugal), além da instalação sonora C_VIB. Todos os espetáculos têm ingressos a preços populares – R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). As atrações estrangeiras contam com legendas eletrônicas em português. Como nas edições anteriores, o festival também ocupa a área externa do CCBB, onde um espaço de convivência é montado com mesas, cadeiras e food trucks. O Banco do Brasil é o patrocinador do Cena Brasil Internacional.

Para Sérgio Saboya, idealizador e diretor do Cena Brasil Internacional, o festival reforça o conceito de residência artística presente desde a sua primeira edição. “Os grupos participam de oficinas e workshops, vivenciando o conceito de residência artística durante todo o período”, ressalta o diretor, que destaca a oportunidade que o público tem de conhecer trabalhos inéditos no Brasil.  A curadoria do Cena Brasil é de Sérgio Saboya e do jornalista, dramaturgo e diretor Luiz Felipe Reis.  

“O conceito que fundamenta o festival, o seu foco em encontros e partilha de experiências artísticas, se fortalece ano a ano, diz Luiz Felipe Reis. “Fora isso, a edição potencializa uma perspectiva que compreende o teatro como uma forma de arte aberta, porosa, democrática, que se constitui a partir do livre trânsito entre diferentes disciplinas.  Em decorrência dessa perspectiva, muitas das obras selecionadas apresentam formato híbrido, e mesclam teatro, dança, performance, artes sonoras e visuais. Todo esse caráter polifônico, heterogêneo, também se materializa na gama de temas e questões contemporâneas abordadas pelos espetáculos”, conclui.

Morena Nascimento - Reverie (foto: Biel Machado)
Morena Nascimento – Reverie (foto: Biel Machado)

“Vejo o festival deste ano como uma grande e complexa obra em aberto, que ativa reflexões acerca da potência do corpo e da sexualidade feminina, do feminismo, performance queer, arte versus terapia, travestilidade, sociedade patriarcal, machismo, opressão e abuso sexual, colapso neoliberal, levantes e ocupações na política contemporânea, violência contra os povos indígenas, relações e conflitos do homem com o mundo animal, entre outros. São temas urgentes, que permeiam os grandes debates públicos, mas que serão, aqui, transfigurados em potência poética a partir do trabalho de cada um desses artistas”, destaca o curador Luiz Felipe Reis.

Criadores ibéricos e latino-americanos estão presentes nesta edição, com destaque para alguns dos principais nomes do teatro e da dança da Argentina e do teatro e do cinema do Chile. Sucesso no prestigiado festival de Avignon, em 2014, a peça 30/40 livingstone é escrita, dirigida e interpretada pelos espanhóis Sergi López (conhecido no Brasil por filmes como Harry chegou para ajudar, Tango livre e O labirinto do Fauno) e Jorge Picó. Diretor dos aclamados filmes No (indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013) e O clube (vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim em 2015), o cineasta chileno Pablo Larraín faz sua estreia na dramaturgia e direção teatral com Acceso, um monólogo criado para o ator Roberto Farías (que integra o elenco de O clube).

Da cena argentina, o evento apresenta dois trabalhos inéditos no Brasil. O coreógrafo e bailarino Pablo Rotemberg é o autor e diretor de La Wagner, protagonizado por quatro dançarinas. A música do alemão Richard Wagner foi o ponto de partida para a criação do espetáculo, que denuncia estereótipos e preconceitos relacionados com a feminilidade, violência, sexualidade, erotismo e pornografia. O autor, diretor e ator argentino Sergio Boris aborda o desejo e a insatisfação no premiado espetáculo Viejo, solo y puto.

Grupo Magiluth - O Ano em que Sonhamos Perigosamente
Grupo Magiluth – O Ano em que Sonhamos Perigosamente

PROGRAMAÇÃO > NACIONAIS

Mate-me de prazer (Brasil) > Inédito no Rio

O ano em que sonhamos perigosamente (Brasil) > Inédito no Rio

Rêverie (Brasil) > Inédito no Rio

Sonata fantasma bandeirante (Brasil) > Inédito no Rio

O Cena Brasil Internacional traz quatro trabalhos nacionais, sendo todos inéditos no Rio. A montagem Sonata fantasma bandeirante marca o retorno de Alessandra Negrini aos palcos, depois de três anos. As expedições realizadas entre os séculos XVII e XVIII para desbravar o território do Brasil Colônia – as chamadas “Entradas e Bandeiras” – serviram de mote para o autor e diretor amazonense Francisco Carlos criar Sonata. Nessas incursões, os colonizadores escravizavam o povo indígena e procuravam por minas de ouro. Em cena, uma tradicional família paulista do século XVII habita uma casa de taipa no povoado pobre de São Paulo de Piratininga.

A bailarina e coreógrafa mineira Morena Nascimento apresenta o solo Rêverie, dirigido pela atriz, dramaturga diretora gaúcha Carolina Bianchi. O espetáculo mistura dança e dramaturgia e foi criado a partir de Sonhos, uma série de fotomontagens da alemã Greta Stern (1904-1999), criadas para a coluna “A psicanálise ajudará você”, da revista argentina Idilio. Nesses trabalhos, publicados entre 1948 e 1952, Greta procurava interpretar os sonhos que as mulheres relatavam em busca de explicações para suas angústias.

Conhecida por seu trabalho na Cia. dos Outros, Carolina Bianchi também se apresenta no Cena como atriz. Bianchi dá continuidade à sua experiência autoral em Mate-me de prazer. Acompanhada pelo músico Lucas Vasconcellos, a atriz narra a história de uma mulher apresentando seu estudo sobre um país que, após sofrer uma série de catástrofes naturais, desperta em seus habitantes um imenso sentimento de amor e liberdade sexual.

O espetáculo O ano em que sonhamos perigosamente é o oitavo trabalho do grupo pernambucano Magiluth. Baseada no livro homônimo do filósofo esloveno Slavoj Zizek e inspirado nas obras do filósofo francês Gilles Deleuze e do cineasta grego Yorgos Lanthimos (vencedor do Prêmio do Júri de Cannes, com o filme A lagosta), a peça é dirigida por Pedro Wagner, que assina a dramaturgia com Giordano Castro. Os dois integram o elenco ao lado de Erivaldo Oliveira, Mário Sergio Cabral e Thiago Liberdade. Em cena, cinco homens treinam (correm, brigam, dançam, caem e morrem), buscando novas formas e composições para construir algo belo, cujo nome ainda desconhecem.

PROGRAMAÇÃO > INTERNACIONAIS

30/40 livingstone (Espanha) Inédito no Brasil

Acceso (Chile) – Inédito no Brasil

C_VIB (Portugal) Inédito no Brasil

Canções Nómadas (Portugal) Inédito no Brasil

I-cure (Bulgária) Inédito no Rio

La Wagner (Argentina) Inédito no Rio

Songs from my shows (Bulgária) Inédito no Rio

Viejo, solo y puto (Argentina) Inédito no Brasil

Na programação internacional, o Cena Brasil Internacional apresenta oito espetáculos, sendo cinco inéditos no Brasil e três no Rio, de cinco países (Argentina, Bulgária, Chile, Espanha e Portugal). Este ano, o festival traz também um trabalho dedicado ao público infantil.  

Sucesso no festival de Avignon em 2014, 30/40 livingstone é uma peça surrealista, bem-humorada e vibrante escrita, dirigida e interpretada pelos espanhóis Sergi López (conhecido no Brasil por filmes como Harry chegou para ajudar, Uma relação pornográfica, Tango livre e O labirinto do fauno) e Jorge Picó. Em cena, um explorador (Lopez), após buscar, localizar e observar as mais preciosas espécies do planeta, está à procura, como dizem os relatos, do “animal dos animais” (Picó), invisível aos olhos humanos até agora. O que ele não sabe é que o encontro com esse animal vai mudar sua vida e nada mais será como antes.

Diretor dos aclamados filmes No (indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013) e O clube (vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim de 2015), o cineasta chileno Pablo Larraín faz sua estreia na dramaturgia e direção teatral com Acceso, um monólogo criado para o ator Roberto Farías (que também integra o elenco de O clube). Criada em parceria por Larraín e Fárias, a dramaturgia foi construída a partir de muitos depoimentos de garotos abusados sexualmente. Esse foi ponto de partida para a criação do personagem Sandokán, um vendedor ambulante, vítima de abusos ao longo da infância e da juventude, inclusive em uma instituição para reabilitação de menores. Ele precisa vender para sobreviver, mesmo que para isso deva narrar e expor sua vida.

Da Bulgária, foram programados dois trabalhos do coreógrafo e performer Ivo Dimchev, autor de mais de trinta espetáculos e agraciado com inúmeros prêmios internacionais de dança e teatro. Em I-cure, Dimchev pondera a diferença entre terapia e teatro, ou cura e cultura. Durante uma performance provocativa, o artista levanta questões como: se a cura é uma escolha, por que não fazer esta escolha no teatro? Por que devemos desperdiçar uma hora tentando ser mais culto, quando podemos usá-la para ser mais saudável? Em Songs from my shows, Songs from my shows está acompanhado pelo pianista Dimitar Gorchakov. Em cena, interpreta ao vivo quinze composições musicais de sua autoria, especialmente selecionadas para a performance, revelando sua poesia afiada e seu potente trabalho vocal.

Da cena argentina, o evento apresenta um trabalho inédito no Brasil (Viejo, solo y puto) e um no Rio (La Wagner). O coreógrafo e bailarino Pablo Rotemberg é o autor e diretor de La Wagner, protagonizado por quatro dançarinas – Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola –, que também assinam a coreografia em parceria com Rotemberg. Em cena, as bailarinas permanecem nuas durante toda a apresentação. A música do alemão Richard Wagner foi o ponto de partida para a criação do espetáculo, que denuncia estereótipos e preconceitos relacionados com a feminilidade, violência, sexualidade, erotismo e pornografia.

O autor, diretor e ator argentino Sergio Boris aborda o desejo e a insatisfação no premiado espetáculo Viejo, solo y puto. Em cena, Daniel acaba de se formar em Farmácia e Bioquímica, depois de passar mais de uma década estudando longe de casa. Agora está de volta a Wilde, cidade na província de Buenos Aires, onde a família administra uma farmácia. Os irmãos planejam comemorar a formatura na boate El Mágico, logo após o plantão de sábado na farmácia. A trama transcorre no estabelecimento familiar, por onde passam um representante médico e dois travestis que procuram injeções de hormônio feminino.  

Os portugueses trazem ao Cena duas atrações que reúnem música e performance. O espetáculo-concerto C_VIB é uma criação dos artistas Yola Pinto (bailarina) e Simão Costa (músico e compositor), que explora as propriedades físicas do som. Formando por quatro esculturas sonoras batizadas de chão, arcos, flor e permanecer, C_VIB desafia o público a ver, ouvir e tocar o som. As peças são constituídas por uma base de chão quadrada com 1,80m de lado, formando uma instalação interativa que materializa o som. Durante o festival, a instalação sonora ficará exposta permanentemente no saguão na frente da sala de cinema do CCBB, onde são realizadas as apresentações.

Para o público infantil, Canções nómadas leva as crianças numa viagem pelo mundo. Criado e interpretado pelos artistas portugueses Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo, Canções nómadas procura ligar o mundo por canções de várias culturas e continentes. Em cena, instrumentos tradicionais de diversos países e instrumentos experimentais construídos a partir de malas, caixas, chapéus de chuva e outros objetos do cotidiano, constroem uma partitura itinerante, uma espécie de mapa do mundo musical.

FICHA TÉCNICA

Idealização e Direção Geral: Sérgio Saboya
Curadoria: Sérgio Saboya e Luiz Felipe Reis
Relações Internacionais: Marcelo Veloso
Coordenação de Produção: Ártemis
Coordenação de intercâmbio (palestras e workshops): Carolina Garcia
Assistente: Viviane Shames
Coordenação de comunicação: Daniela Cantagalli
Assistente: Juliana Chalita
Coordenação técnica: José Baltazar e Fernanda Gonzaga
Produtor de espaços: Renata Lima, Bruna Thimotheo e Thais Tedesco.
Logística: Carin Louro e Bebel Matos
Administrativo: Alex Nunes
Financeiro: Juliana Brasileiro
Equipe making off: Bruna Scavuzzi, Diogo Fujimura e Emanuel Orengo 
Agradecimentos:  3 corações

SERVIÇO

Data: 1º a 12 de junho de 2016
Local: Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro)
Informações: (21) 3808-2020
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Site oficial do festival: www.cenabrasilinternacional.com.br
(As apresentações internacionais têm legendas eletrônicas em português)
Venda de ingressos: De quarta a segunda, das 9h às 21h, na bilheteria do CCBB e pelo site: www.ingressorapido.com.br

PROGRAMAÇÃO CENA BRASIL INTERNACIONAL 2016

1º DE JUNHO (QUARTA)

 

19h: Sonata fantasma bandeirante (Brasil)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Dramaturgia e direção: Francisco Carlos. Elenco: Alessandra Negrini, Daniel Faleiros, Daniel Morozetti e Begê Muniz. Sinopse: A expedições realizadas entre os séculos XVII e XVIII para desbravar o território do Brasil Colônia – as chamadas “Entradas e Bandeiras” – serviram de mote para o autor e diretor amazonense Francisco Carlos criar Sonata fantasma bandeirante. Nessas incursões, os colonizadores escravizavam o povo indígena e procuravam por minas de ouro. Em cena, uma tradicional família paulista do século XVII habita uma casa de taipa no povoado pobre de São Paulo de Piratininga. A rotina do clã é assombrada por uma série de hipotéticos assaltos de índios escravizados, corsários e piratas. A montagem marca o retorno de Alessandra Negrini aos palcos, depois de três anos. A atriz interpreta a matriarca da família que comanda a casa e os escravos, enquanto os homens se ocupam das expedições.

 

19h30:  Rêverie (Brasil)

Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 45 min. Dramaturgia e direção: Morena Nascimento e Carolina Bianchi. Elenco: Morena Nascimento.

Sinopse: O solo da bailarina e coreógrafa mineira Morena Nascimento mistura dança e dramaturgia. Em parceria com a dramaturga e diretora gaúcha Carolina Bianchi, Morena criou Rêverie a partir de Sonhos, uma série de fotomontagens da alemã Greta Stern (1904-1999), criadas para a coluna “A psicanálise ajudará você”, da revista argentina Idilio. Nesses trabalhos, publicados entre 1948 e 1952, Greta procurava interpretar os sonhos que as mulheres relatavam em busca de explicações para suas angústias. Morena concebeu Rêverie a convite do Festival Pina 40, que celebrou os quarenta anos da companhia da coreógrafa Pina Bausch, com quem trabalhou ao longo de três anos como bailarina. Ela atuou também no filme em homenagem a Pina Bausch, dirigido por Wim Wenders.

 

20h: O ano em que sonhamos perigosamente (Brasil)

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Direção: Pedro Wagner. Dramaturgia: Pedro Wagner e Giordano Castro. Elenco: Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Thiago Liberdade.

Sinopse: Baseado no livro homônimo do filósofo esloveno Slavoj Zizek e inspirado nas obras do filósofo francês Gilles Deleuze e do cineasta grego Yorgos Lanthimos (vencedor do Prêmio do Júri de Cannes, com o filme A lagosta), o oitavo trabalho do grupo pernambucano Magiluth utiliza a imagem do próprio “fazer teatral” para questionar o momento político atual. Em cena, cinco homens treinam (correm, brigam, dançam, caem e morrem), buscando novas formas e composições para construir algo belo, cujo nome ainda desconhecem. A peça é dirigida por Pedro Wagner, que assina a dramaturgia com Giordano Castro. Os dois integram o elenco ao lado de Erivaldo Oliveira, Mário Sergio Cabral e Thiago Liberdade.

 

02 DE JUNHO (QUINTA)

 

19h: Sonata fantasma bandeirante (Brasil)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Dramaturgia e direção: Francisco Carlos. Elenco: Alessandra Negrini, Daniel Faleiros, Daniel Morozetti e Begê Muniz. Sinopse: A expedições realizadas entre os séculos XVII e XVIII para desbravar o território do Brasil Colônia – as chamadas “Entradas e Bandeiras” – serviram de mote para o autor e diretor amazonense Francisco Carlos criar Sonata fantasma bandeirante. Nessas incursões, os colonizadores escravizavam o povo indígena e procuravam por minas de ouro. Em cena, uma tradicional família paulista do século XVII habita uma casa de taipa no povoado pobre de São Paulo de Piratininga. A rotina do clã é assombrada por uma série de hipotéticos assaltos de índios escravizados, corsários e piratas. A montagem marca o retorno de Alessandra Negrini aos palcos, depois de três anos. A atriz interpreta a matriarca da família que comanda a casa e os escravos, enquanto os homens se ocupam das expedições.

 

19h30: Rêverie (Brasil)

Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 45 min. Dramaturgia e direção: Morena Nascimento e Carolina Bianchi. Elenco: Morena Nascimento.

Sinopse: O solo da bailarina e coreógrafa mineira Morena Nascimento mistura dança e dramaturgia. Em parceria com a dramaturga e diretora gaúcha Carolina Bianchi, Morena criou Rêverie a partir de Sonhos, uma série de fotomontagens da alemã Greta Stern (1904-1999), criadas para a coluna “A psicanálise ajudará você”, da revista argentina Idilio. Nesses trabalhos, publicados entre 1948 e 1952, Greta procurava interpretar os sonhos que as mulheres relatavam em busca de explicações para suas angústias. Morena concebeu Rêverie a convite do Festival Pina 40, que celebrou os quarenta anos da companhia da coreógrafa Pina Bausch, com quem trabalhou ao longo de três anos como bailarina. Ela atuou também no filme em homenagem a Pina Bausch, dirigido por Wim Wenders.

 

20h: O ano em que sonhamos perigosamente (Brasil)

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Direção: Pedro Wagner. Dramaturgia: Pedro Wagner e Giordano Castro. Elenco: Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Thiago Liberdade.

Sinopse: Baseado no livro homônimo do filósofo esloveno Slavoj Zizek e inspirado nas obras do filósofo francês Gilles Deleuze e do cineasta grego Yorgos Lanthimos (vencedor do Prêmio do Júri de Cannes, com o filme A lagosta), o oitavo trabalho do grupo pernambucano Magiluth utiliza a imagem do próprio “fazer teatral” para questionar o momento político atual. Em cena, cinco homens treinam (correm, brigam, dançam, caem e morrem), buscando novas formas e composições para construir algo belo, cujo nome ainda desconhecem. A peça é dirigida por Pedro Wagner, que assina a dramaturgia com Giordano Castro. Os dois integram o elenco ao lado de Erivaldo Oliveira, Mário Sergio Cabral e Thiago Liberdade.

 

03 DE JUNHO (SEXTA)

 

19h: O ano em que sonhamos perigosamente (Brasil)

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Direção: Pedro Wagner. Dramaturgia: Pedro Wagner e Giordano Castro. Elenco: Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Thiago Liberdade.

Sinopse: Baseado no livro homônimo do filósofo esloveno Slavoj Zizek e inspirado nas obras do filósofo francês Gilles Deleuze e do cineasta grego Yorgos Lanthimos (vencedor do Prêmio do Júri de Cannes, com o filme A lagosta), o oitavo trabalho do grupo pernambucano Magiluth utiliza a imagem do próprio “fazer teatral” para questionar o momento político atual. Em cena, cinco homens treinam (correm, brigam, dançam, caem e morrem), buscando novas formas e composições para construir algo belo, cujo nome ainda desconhecem. A peça é dirigida por Pedro Wagner, que assina a dramaturgia com Giordano Castro. Os dois integram o elenco ao lado de Erivaldo Oliveira, Mário Sergio Cabral e Thiago Liberdade.

 

20h: Sonata fantasma bandeirante (Brasil)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Dramaturgia e direção: Francisco Carlos. Elenco: Alessandra Negrini, Daniel Faleiros, Daniel Morozetti e Begê Muniz. Sinopse: A expedições realizadas entre os séculos XVII e XVIII para desbravar o território do Brasil Colônia – as chamadas “Entradas e Bandeiras” – serviram de mote para o autor e diretor amazonense Francisco Carlos criar Sonata fantasma bandeirante. Nessas incursões, os colonizadores escravizavam o povo indígena e procuravam por minas de ouro. Em cena, uma tradicional família paulista do século XVII habita uma casa de taipa no povoado pobre de São Paulo de Piratininga. A rotina do clã é assombrada por uma série de hipotéticos assaltos de índios escravizados, corsários e piratas. A montagem marca o retorno de Alessandra Negrini aos palcos, depois de três anos. A atriz interpreta a matriarca da família que comanda a casa e os escravos, enquanto os homens se ocupam das expedições.

 

04 DE JUNHO (SÁBADO)   

 

19h: Acceso (Chile)

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 55 min. Dramaturgia: Pablo Larraín e Roberto Farías. Direção: Pablo Larraín.

Sinopse: Diretor dos aclamados filmes No (indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013) e O clube (vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim em 2015), o cineasta chileno Pablo Larraín faz sua estreia na dramaturgia e direção teatral com Acceso, um monólogo criado para o ator Roberto Farías (que também integra o elenco de O clube). Criada em parceria por Larraín e Fárias, a dramaturgia foi construída a partir de muitos depoimentos de garotos abusados sexualmente. Esse foi ponto de partida para a criação do personagem Sandokán, um vendedor ambulante, vítima de abusos ao longo da infância e da juventude, inclusive em uma instituição para reabilitação de menores. Ele precisa vender para sobreviver, mesmo que para isso deva narrar e expor sua vida.

 

19h30: Songs from my shows (Bulgária)

Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 60min. Concepção e performance: Ivo Dimchev.

Sinopse: O coreógrafo e performer búlgaro Ivo Dimchev mistura performance, dança, teatro, música, desenhos e fotografia. Autor de mais de trinta espetáculos, recebeu inúmeros prêmios internacionais de dança e teatro e se apresentou em diversos países da Europa, América do Sul e América Norte. Acompanhado pelo pianista Dimitar Gorchakov, Dimchev interpreta ao vivo quinze composições musicais de sua autoria, especialmente selecionadas para a performance, revelando sua poesia afiada e seu potente trabalho vocal.

 

05 DE JUNHO (DOMINGO)

 

19h: Acceso (Chile)

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 55 min. Dramaturgia: Pablo Larraín e Roberto Farías. Direção: Pablo Larraín.

Sinopse: Diretor dos aclamados filmes No (indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013) e O clube (vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim em 2015), o cineasta chileno Pablo Larraín faz sua estreia na dramaturgia e direção teatral com Acceso, um monólogo criado para o ator Roberto Farías (que também integra o elenco de O clube). Criada em parceria por Larraín e Fárias, a dramaturgia foi construída a partir de muitos depoimentos de garotos abusados sexualmente. Esse foi ponto de partida para a criação do personagem Sandokán, um vendedor ambulante, vítima de abusos ao longo da infância e da juventude, inclusive em uma instituição para reabilitação de menores. Ele precisa vender para sobreviver, mesmo que para isso deva narrar e expor sua vida.

 

19h30: Songs from my shows (Bulgária)

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 55 min. Dramaturgia: Pablo Larraín e Roberto Farías. Direção: Pablo Larraín.

Sinopse: Diretor dos aclamados filmes No (indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013) e O clube (vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim em 2015), o cineasta chileno Pablo Larraín faz sua estreia na dramaturgia e direção teatral com Acceso, um monólogo criado para o ator Roberto Farías (que também integra o elenco de O clube). Criada em parceria por Larraín e Fárias, a dramaturgia foi construída a partir de muitos depoimentos de garotos abusados sexualmente. Esse foi ponto de partida para a criação do personagem Sandokán, um vendedor ambulante, vítima de abusos ao longo da infância e da juventude, inclusive em uma instituição para reabilitação de menores. Ele precisa vender para sobreviver, mesmo que para isso deva narrar e expor sua vida.

 

06 DE JUNHO (SEGUNDA)

 

GRÁTIS > 20h45: C_VIB (Portugal)

Local: Saguão na frente da sala de cinema. Classificação: Livre. Duração: 45 min. Direção artística e interpretação: Simão Costa e Yola Pinto.

Sinopse: C_VIB é um espetáculo-concerto criado pelos artistas portugueses Yola Pinto (bailarina) e Simão Costa (músico e compositor), que explora as propriedades físicas do som. Formado por quatro esculturas sonoras batizadas de chão, arcos, flor e permanecer, C_VIB desafia o público a ver, ouvir e tocar o som. As peças são constituídas por uma base de chão quadrada com 1,80m de lado, formando uma instalação interativa que materializa o som. Durante o festival, a instalação sonora ficará exposta permanentemente no saguão na frente da sala de cinema do CCBB, onde acontecerá a performance.

 

20h: Mate-me de prazer (Brasil)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 60 min. Concepção, dramaturgia, performance e direção: Carolina Bianchi.

Sinopse: Conhecida por seu trabalho na Cia. dos Outros, a atriz, dramaturga diretora gaúcha Carolina Bianchi dá continuidade à sua experiência autoral em Mate-me de prazer. Acompanhada pelo músico Lucas Vasconcellos (guitarra, samplers, teclados e trompete), a atriz narra a história de uma mulher apresentando seu estudo sobre um país que, após sofrer uma série de catástrofes naturais, desperta em seus habitantes um imenso sentimento de amor e liberdade sexual. A população começa a praticar sexo ininterruptamente, iniciando um processo evolutivo acelerado e provocando transformações drásticas e irreversíveis. Ensaios e entrevistas do poeta e cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, o livro Manifesto contrassexual, de Beatriz Preciado e o texto A supressão do objeto, da artista plástica Lygia Clark, serviram de alicerces na criação da peça.

 

07 DE JUNHO (TERÇA)

 

19h30: I-cure (Bulgária)

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 70 min. Concepção e performance: Ivo Dimchev.

Sinopse: O coreógrafo e performer búlgaro Ivo Dimchev mistura performance, dança, teatro, música, desenhos e fotografia. Autor de mais de trinta espetáculos, recebeu inúmeros prêmios internacionais de dança e teatro e se apresentou em diversos países da Europa, América do Sul e América Norte. Em I-cure, Dimchev pondera a diferença entre terapia e teatro, ou cura e cultura. Durante uma performance provocativa, o artista levanta questões como: se a cura é uma escolha, porque não fazer esta escolha no teatro? Por que devemos desperdiçar uma hora tentando ser mais culto, quando podemos usá-la para ser mais saudável? É um espetáculo feito para curar não só as dificuldades físicas ou psicológicas específicas que alguém possa ter, mas todas elas simultaneamente.

 

20h: Mate-me de prazer (Brasil)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 60 min. Concepção, dramaturgia, performance e direção: Carolina Bianchi.

Sinopse: Conhecida por seu trabalho na Cia. dos Outros, a atriz, dramaturga diretora gaúcha Carolina Bianchi dá continuidade à sua experiência autoral em Mate-me de prazer. Acompanhada pelo músico Lucas Vasconcellos (guitarra, samplers, teclados e trompete), a atriz narra a história de uma mulher apresentando seu estudo sobre um país que, após sofrer uma série de catástrofes naturais, desperta em seus habitantes um imenso sentimento de amor e liberdade sexual. A população começa a praticar sexo ininterruptamente, iniciando um processo evolutivo acelerado e provocando transformações drásticas e irreversíveis. Ensaios e entrevistas do poeta e cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, o livro Manifesto contrassexual, de Beatriz Preciado e o texto A supressão do objeto, da artista plástica Lygia Clark, serviram de alicerces na criação da peça.

 

08 DE JUNHO (QUARTA)

 

19h30: I-cure (Bulgária)

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 70 min. Concepção e performance: Ivo Dimchev.

Sinopse: O coreógrafo e performer búlgaro Ivo Dimchev mistura performance, dança, teatro, música, desenhos e fotografia. Autor de mais de trinta espetáculos, recebeu inúmeros prêmios internacionais de dança e teatro e se apresentou em diversos países da Europa, América do Sul e América Norte. Em I-cure, Dimchev pondera a diferença entre terapia e teatro, ou cura e cultura. Durante uma performance provocativa, o artista levanta questões como: se a cura é uma escolha, porque não fazer esta escolha no teatro? Por que devemos desperdiçar uma hora tentando ser mais culto, quando podemos usá-la para ser mais saudável? É um espetáculo feito para curar não só as dificuldades físicas ou psicológicas específicas que alguém possa ter, mas todas elas simultaneamente.

 

20h: 30/40 livingstone (Espanha)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Concepção, direção e interpretação: Sergi López e Jorge Picó.

Sinopse: Sucesso no festival de Avignon em 2014, 30/40 livingstone é uma peça surrealista, bem-humorada e vibrante escrita, dirigida e interpretada pelos espanhóis Sergi López (conhecido no Brasil por filmes como Harry Chegou para Ajudar, Uma Relação Pornográfica, Tango Livre e O Labirinto do Fauno) e Jorge Picó. Em cena, um explorador (Lopez), após buscar, localizar e observar as mais preciosas espécies do planeta, está à procura, como dizem os relatos, do “animal dos animais” (Picó), invisível aos olhos humanos até agora. Trata-se de sua maior obsessão. O que ele não sabe é que o encontro com esse animal vai mudar sua vida e nada mais será como antes.

 

09 DE JUNHO (QUINTA)

 

19h30: Viejo, solo y puto (Argentina)

Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 15 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Sergio Boris. Elenco: Patricio Aramburu, Marcelo Ferrari, Darío Guersenzvaig, Federico Liss e David Rubinstein.

Sinopse: O autor, diretor e ator argentino Sergio Boris aborda o desejo e a insatisfação no premiado espetáculo Viejo, solo y puto. Em cena, Daniel acaba de se formar em Farmácia e Bioquímica, depois de passar mais de uma década estudando longe de casa. Agora está de volta a Wilde, cidade na província de Buenos Aires, onde a família administra uma farmácia. Os irmãos planejam comemorar a formatura na boate El Mágico, logo após o plantão de sábado na farmácia. A trama transcorre no estabelecimento familiar, por onde passam um representante médico e dois travestis que procuram injeções de hormônio feminino. É uma celebração com pizza e cerveja quente na qual, depois uma disputa entre garotas, o amor irrompe furiosamente.  

 

20h: 30/40 livingstone (Espanha)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Concepção, direção e interpretação: Sergi López e Jorge Picó.

Sinopse: Sucesso no festival de Avignon em 2014, 30/40 livingstone é uma peça surrealista, bem-humorada e vibrante escrita, dirigida e interpretada pelos espanhóis Sergi López (conhecido no Brasil por filmes como Harry Chegou para Ajudar, Uma Relação Pornográfica, Tango Livre e O Labirinto do Fauno) e Jorge Picó. Em cena, um explorador (Lopez), após buscar, localizar e observar as mais preciosas espécies do planeta, está à procura, como dizem os relatos, do “animal dos animais” (Picó), invisível aos olhos humanos até agora. Trata-se de sua maior obsessão. O que ele não sabe é que o encontro com esse animal vai mudar sua vida e nada mais será como antes.

 

GRÁTIS > 20h45: C_VIB (Portugal)

Local: Saguão na frente da sala de cinema. Classificação: Livre. Duração: 45 min. Direção artística e interpretação: Simão Costa e Yola Pinto.

Sinopse: C_VIB é um espetáculo-concerto criado pelos artistas portugueses Yola Pinto (bailarina) e Simão Costa (músico e compositor), que explora as propriedades físicas do som. Formado por quatro esculturas sonoras batizadas de chão, arcos, flor e permanecer, C_VIB desafia o público a ver, ouvir e tocar o som. As peças são constituídas por uma base de chão quadrada com 1,80m de lado, formando uma instalação interativa que materializa o som. Durante o festival, a instalação sonora ficará exposta permanentemente no saguão na frente da sala de cinema do CCBB, onde acontecerá a performance.

 

10 DE JUNHO (SEXTA)

 

15h: Canções nómadas (Portugal) > Infantil

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: indicado para crianças entre 03 e 06 anos. Duração: 45 min. Concepção, direção e interpretação: Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo.

Sinopse: Dois músicos e uma atriz levam as crianças numa viagem pelo mundo. Criado e interpretado pelos artistas portugueses Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo, Canções nómadas procura ligar o mundo por de canções de várias culturas e continentes. Em cena, instrumentos tradicionais de diversos países e instrumentos experimentais construídos a partir de malas, caixas, chapéus de chuva e outros objetos do cotidiano, constroem uma partitura itinerante, uma espécie de mapa do mundo musical.

 

19h30: Viejo, solo y puto (Argentina)

Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 15 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Sergio Boris. Elenco: Patricio Aramburu, Marcelo Ferrari, Darío Guersenzvaig, Federico Liss e David Rubinstein.

Sinopse: O autor, diretor e ator argentino Sergio Boris aborda o desejo e a insatisfação no premiado espetáculo Viejo, solo y puto. Em cena, Daniel acaba de se formar em Farmácia e Bioquímica, depois de passar mais de uma década estudando longe de casa. Agora está de volta a Wilde, cidade na província de Buenos Aires, onde a família administra uma farmácia. Os irmãos planejam comemorar a formatura na boate El Mágico, logo após o plantão de sábado na farmácia. A trama transcorre no estabelecimento familiar, por onde passam um representante médico e dois travestis que procuram injeções de hormônio feminino. É uma celebração com pizza e cerveja quente na qual, depois uma disputa entre garotas, o amor irrompe furiosamente.  

 

20h: 30/40 livingstone (Espanha)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Concepção, direção e interpretação: Sergi López e Jorge Picó.

Sinopse: Sucesso no festival de Avignon em 2014, 30/40 livingstone é uma peça surrealista, bem-humorada e vibrante escrita, dirigida e interpretada pelos espanhóis Sergi López (conhecido no Brasil por filmes como Harry Chegou para Ajudar, Uma Relação Pornográfica, Tango Livre e O Labirinto do Fauno) e Jorge Picó. Em cena, um explorador (Lopez), após buscar, localizar e observar as mais preciosas espécies do planeta, está à procura, como dizem os relatos, do “animal dos animais” (Picó), invisível aos olhos humanos até agora. Trata-se de sua maior obsessão. O que ele não sabe é que o encontro com esse animal vai mudar sua vida e nada mais será como antes.

 

11 DE JUNHO (SÁBADO)

 

15h: Canções Nómadas (Portugal) > Infantil

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: indicado para crianças entre 03 e 06 anos. Duração: 45 min. Concepção, direção e interpretação: Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo.

Sinopse: Dois músicos e uma atriz levam as crianças numa viagem pelo mundo. Criado e interpretado pelos artistas portugueses Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo, Canções nómadas procura ligar o mundo por de canções de várias culturas e continentes. Em cena, instrumentos tradicionais de diversos países e instrumentos experimentais construídos a partir de malas, caixas, chapéus de chuva e outros objetos do cotidiano, constroem uma partitura itinerante, uma espécie de mapa do mundo musical.

 

19h30: Viejo, solo y puto (Argentina)

Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 15 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Sergio Boris. Elenco: Patricio Aramburu, Marcelo Ferrari, Darío Guersenzvaig, Federico Liss e David Rubinstein.

Sinopse: O autor, diretor e ator argentino Sergio Boris aborda o desejo e a insatisfação no premiado espetáculo Viejo, solo y puto. Em cena, Daniel acaba de se formar em Farmácia e Bioquímica, depois de passar mais de uma década estudando longe de casa. Agora está de volta a Wilde, cidade na província de Buenos Aires, onde a família administra uma farmácia. Os irmãos planejam comemorar a formatura na boate El Mágico, logo após o plantão de sábado na farmácia. A trama transcorre no estabelecimento familiar, por onde passam um representante médico e dois travestis que procuram injeções de hormônio feminino. É uma celebração com pizza e cerveja quente na qual, depois uma disputa entre garotas, o amor irrompe furiosamente.  

 

20h: La Wagner (Argentina)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Pablo Rotemberg. Elenco: Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola.

Sinopse: O coreógrafo e bailarino argentino Pablo Rotemberg é o autor e diretor de La Wagner, protagonizado por quatro dançarinas – Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola –, que também assinam a coreografia em parceria com o diretor. Em cena, as bailarinas permanecem nuas durante toda a apresentação. A música do alemão Richard Wagner foi o ponto de partida para a criação do espetáculo, que denuncia estereótipos e preconceitos relacionados com a feminilidade, violência, sexualidade, erotismo e pornografia.

 

12 DE JUNHO (DOMINGO)

 

15h: Canções Nómadas (Portugal) > Infantil

Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: indicado para crianças entre 03 e 06 anos. Duração: 45 min. Concepção, direção e interpretação: Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo.

Sinopse: Dois músicos e uma atriz levam as crianças numa viagem pelo mundo. Criado e interpretado pelos artistas portugueses Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo, Canções nómadas procura ligar o mundo por de canções de várias culturas e continentes. Em cena, instrumentos tradicionais de diversos países e instrumentos experimentais construídos a partir de malas, caixas, chapéus de chuva e outros objetos do cotidiano, constroem uma partitura itinerante, uma espécie de mapa do mundo musical.

 

GRÁTIS > 19h: C_VIB (Portugal)

Local: Saguão na frente da sala de cinema. Classificação: Livre. Duração: 45 min. Direção artística e interpretação: Simão Costa e Yola Pinto.

Sinopse: C_VIB é um espetáculo-concerto criado pelos artistas portugueses Yola Pinto (bailarina) e Simão Costa (músico e compositor), que explora as propriedades físicas do som. Formado por quatro esculturas sonoras batizadas de chão, arcos, flor e permanecer, C_VIB desafia o público a ver, ouvir e tocar o som. As peças são constituídas por uma base de chão quadrada com 1,80m de lado, formando uma instalação interativa que materializa o som. Durante o festival, a instalação sonora ficará exposta permanentemente no saguão na frente da sala de cinema do CCBB, onde acontecerá a performance.

 

20h: La Wagner (Argentina)

Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Pablo Rotemberg. Elenco: Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola.

Sinopse: O coreógrafo e bailarino argentino Pablo Rotemberg é o autor e diretor de La Wagner, protagonizado por quatro dançarinas – Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola –, que também assinam a coreografia em parceria com o diretor. Em cena, as bailarinas permanecem nuas durante toda a apresentação. A música do alemão Richard Wagner foi o ponto de partida para a criação do espetáculo, que denuncia estereótipos e preconceitos relacionados com a feminilidade, violência, sexualidade, erotismo e pornografia.

 

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